22/10/2020
Focando sempre em um dos seus principais objetivos que é a conservação da espécie, o Parque Zoobotânico Getulio Vargas, mais conhecido como Zoo de Salvador, realizou na última quarta-feira (21) a coleta de sêmen dos felinos que vivem no local, como parte integrante da Pesquisa “Técnicas de conservação para banco de germoplasma (unidades conservadoras de material genético de uso imediato ou com potencial de uso futuro) em felídeos silvestres ameaçados de extinção, de ocorrência no estado da Bahia”.
A Pesquisa para a Conservação de Animais Silvestres vem sendo realizada pelo grupo de pesquisa em Reprodução Animal e Biotecnologias da Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia (GERA-UFBA), em parceria com o Zoológico de Salvador e liderado pelo professor e médico veterinário Rodrigo Bittencourt, que tem como colaborador o especialista em Reprodução Felina, o médico veterinário Gediendson Araújo, representando o REPROCON, grupo de pesquisadores que trabalham em reprodução de animais silvestres, ligado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), além do corpo técnico do Zoo.
Segundo o professor Bittencourt, foram realizadas coletas de sêmen dos animais em parceria com equipe do Parque Zoobotânico, com o objetivo de formação de um banco de germoplasma de felídeos silvestres. “O objetivo além de conservação de espécies ameaçadas de extinção visa também deixar à disposição da equipe do Zoológico de Salvador, material genético para utilização futura em trabalhos de preservação e reprodução de espécies vulneráveis ou ameaçadas de extinção”, ressaltou o médico veterinário.
Para Vinicius Dantas, médico veterinário e coordenador de fauna do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) “esse projeto é de extrema importância, pois poderá ser utilizado nas atividades de conservação das espécies silvestres ameaçadas no estado da Bahia”.
A atividade contou com a coordenação do corpo veterinário do Zoo, além da gestora do parque, Carla Fabíola Pereira.
No Brasil, esta é uma iniciativa pioneira na participação de um zoológico do país, e de fundamental importância para a preservação destas espécies em condições “ex situ” (fora de seu habitat natural). O futuro das espécies ameaçadas depende de iniciativas como essas no caminho da conservação da fauna silvestre ameaçada de extinção no estado da Bahia.
A Pesquisa para a Conservação de Animais Silvestres vem sendo realizada pelo grupo de pesquisa em Reprodução Animal e Biotecnologias da Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia (GERA-UFBA), em parceria com o Zoológico de Salvador e liderado pelo professor e médico veterinário Rodrigo Bittencourt, que tem como colaborador o especialista em Reprodução Felina, o médico veterinário Gediendson Araújo, representando o REPROCON, grupo de pesquisadores que trabalham em reprodução de animais silvestres, ligado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), além do corpo técnico do Zoo.
Segundo o professor Bittencourt, foram realizadas coletas de sêmen dos animais em parceria com equipe do Parque Zoobotânico, com o objetivo de formação de um banco de germoplasma de felídeos silvestres. “O objetivo além de conservação de espécies ameaçadas de extinção visa também deixar à disposição da equipe do Zoológico de Salvador, material genético para utilização futura em trabalhos de preservação e reprodução de espécies vulneráveis ou ameaçadas de extinção”, ressaltou o médico veterinário.
Para Vinicius Dantas, médico veterinário e coordenador de fauna do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) “esse projeto é de extrema importância, pois poderá ser utilizado nas atividades de conservação das espécies silvestres ameaçadas no estado da Bahia”.
A atividade contou com a coordenação do corpo veterinário do Zoo, além da gestora do parque, Carla Fabíola Pereira.
No Brasil, esta é uma iniciativa pioneira na participação de um zoológico do país, e de fundamental importância para a preservação destas espécies em condições “ex situ” (fora de seu habitat natural). O futuro das espécies ameaçadas depende de iniciativas como essas no caminho da conservação da fauna silvestre ameaçada de extinção no estado da Bahia.