18/11/2020
Em esforço colaborativo e inédito nasce o Plano de Ação Territorial – PAT Chapada Diamantina-Serra da Jiboia. Com a coordenação do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) a estratégia de planejamento para conservação de espécies ameaçadas de extinção foi construída a partir da realização das Oficinas de Elaboração entre os dias 26 e 27 de outubro e 09 e 13 de novembro. No território do PAT existem 27 espécies ameaçadas de extinção da flora e da fauna num área total de 3.918.743 hectares.
As oficinas contaram com a moderação e relatoria da empresa Neotropica e com a participação dos mais diversos atores, a exemplo de universidades (UFRB, UEFS, UFBA, UCSal), ONGs, Secretarias Municipais do território, proprietários, operadores do turismo. A World Wildlife Fund (WWF) Brasil, agência que coordena o projeto GEF Pró-espécies no âmbito nacional acompanhou e colaborou com todas as etapas do processo. A atividade contou também com a expertise do ICMBio e do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, ambos responsáveis pela elaboração das listas nacionais de espécies ameaçadas de extinção da fauna e da flora, respectivamente, além do Ministério do Meio Ambiente.
Nessa 2ª etapa da Oficina de Elaboração do PAT Chapada Diamantina-Serra da Jiboia as ameaças identificadas pelo próprio grupo foram agrupadas e a partir delas foram elaborados objetivos específicos. A partir desses objetivos específicos foram elaboradas ações que revertam ou minimizem as ameaças sobre as espécies e o território. O resultado do trabalho foi traduzido na construção da matriz de planejamento que estabeleceu produtos, resultados, prazos, articuladores, colaboradores e localidades para cada uma das ações, que receberam uma sinalização de priorização tendo como horizonte temporal 05 anos desse primeiro ciclo do PAT.
Na etapa seguinte o planejamento será publicado e junto com ele o Grupo de Assessoramento Técnico – GAT que acompanhará todo o processo de execução do plano. Para a equipe do Núcleo Operacional da Bahia a experiência além de enriquecedora é de fundamental importância para integrar os diversos atores, internos e externos, no esforço de conservação das espécies ameaçadas de um importante território do estado da Bahia.
As oficinas contaram com a moderação e relatoria da empresa Neotropica e com a participação dos mais diversos atores, a exemplo de universidades (UFRB, UEFS, UFBA, UCSal), ONGs, Secretarias Municipais do território, proprietários, operadores do turismo. A World Wildlife Fund (WWF) Brasil, agência que coordena o projeto GEF Pró-espécies no âmbito nacional acompanhou e colaborou com todas as etapas do processo. A atividade contou também com a expertise do ICMBio e do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, ambos responsáveis pela elaboração das listas nacionais de espécies ameaçadas de extinção da fauna e da flora, respectivamente, além do Ministério do Meio Ambiente.
Nessa 2ª etapa da Oficina de Elaboração do PAT Chapada Diamantina-Serra da Jiboia as ameaças identificadas pelo próprio grupo foram agrupadas e a partir delas foram elaborados objetivos específicos. A partir desses objetivos específicos foram elaboradas ações que revertam ou minimizem as ameaças sobre as espécies e o território. O resultado do trabalho foi traduzido na construção da matriz de planejamento que estabeleceu produtos, resultados, prazos, articuladores, colaboradores e localidades para cada uma das ações, que receberam uma sinalização de priorização tendo como horizonte temporal 05 anos desse primeiro ciclo do PAT.
Na etapa seguinte o planejamento será publicado e junto com ele o Grupo de Assessoramento Técnico – GAT que acompanhará todo o processo de execução do plano. Para a equipe do Núcleo Operacional da Bahia a experiência além de enriquecedora é de fundamental importância para integrar os diversos atores, internos e externos, no esforço de conservação das espécies ameaçadas de um importante território do estado da Bahia.