25/03/2021
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) realizou, na manhã desta quinta-feira (25/03), uma reunião virtual de encerramento do Projeto de Restauração da Vegetação Nativa na Microbacia do Rio Utinga e APA Marimbus/Iraquara que teve como foco apresentar os resultados finais do projeto iniciado em 2019. O evento contou com a presença do secretário de meio ambiente, de deputados estaduais, empresas parceiras e de representantes de comunidades quilombolas.
O secretário de Meio Ambiente (Sema), João Carlos Oliveira abriu o encontro agradecendo a todos os envolvidos e parabenizando o trabalho que aconteceu de forma coletiva envolvendo as comunidades tradicionais e, sobretudo, levando educação ambiental a região. “Eu digo sem medo de errar: hoje é um dos projetos mais efetivo desses dois anos da Secretaria. Estamos concretizando uma fase aqui hoje de plantação de 110 hectares, mas é importante dar o manejo senão muitas delas não irão sobreviver. Precisamos dar continuidade ao acompanhamento e manejo dessas plantas e, no que depender da Sema e Inema, realizaremos”, destacou o secretário.
Com o mesmo sentimento de gratidão, o chefe de gabinete do Inema, Welton Rocha, parabenizou a todos os envolvidos e reforçou a importância de fomentar projetos que demandem cada vez menos a utilização de água. Por fim, agradeceu a participação dos deputados Ângelo Almeida e Jacó que também marcaram presença na reunião. “Entendemos a importância de as comunidades serem representadas através de suas lideranças em eventos como este. Estamos à disposição para atender qualquer uma das demandas”, afirmou.
Na ocasião, foi apresentado um vídeo como relatório final das atividades. Dentre os resultados exibidos, realizou-se o cercamento de 11 km e recomposição da vegetação de 110 hectares em Áreas de Preservação Permanente (APP), distribuídos em pequenas propriedades da agricultura familiar; assentamentos de reforma agrária e comunidades tradicionais (indígenas e quilombolas) em 19 comunidades rurais ao longo da Microbacia do rio Utinga e da APA Marimbus-Iraquara, nos municípios de Bonito, Wagner, Utinga, Lajedinho, Rui Barbosa, Lençóis, Iraquara, Andaraí e Nova Redenção.
Foram construídos ainda dois viveiros de produção de mudas com capacidade de 50 mil mudas/ano; plantadas 60.340 mudas de uso frutífero, medicinal, melífero e ecológico; e revitalizadas 04 (quatro) nascentes protegidas e reflorestadas. Também foram realizadas oficinas de capacitação de construção destes viveiros, de produção de mudas e de gerenciamento de viveiros. Mais de 100 pessoas foram qualificadas através do projeto.
A restauração foi feita pelo modelo de Sistemas Agroflorestais (SAF), utilizando espécies nativas e espécies que permitem o aproveitamento econômico.
Devido ao período de escassez de água, de enchentes e, também, com a incidência da pandemia, a equipe informa que não conseguiu visitar as áreas com frequência. “A gente conseguiu completar 100% do previsto e ainda implantamos 6 hectares a mais. O contrato chega ao fim, mas esperamos que não seja o final do projeto, tendo em vista a importância de manter essas áreas, conduzir o plantio, as espécies. É um trabalho cansativo, mas necessário”, concluiu a coordenadora do projeto, Mara Angélica.
O deputado estadual Ângelo Almeida (PSB) parabenizou o desenvolvimento do projeto e finalizou sugerindo a realização de um seminário com palestras, debates e sugestões sobre a agricultura da Chapada Diamantina. Além dele, o deputado Jacó (PT) também parabenizou a iniciativa ressaltando a importância de iniciativas como essa e chamando a atenção para a riqueza da região e o equilíbrio no consumo da água. Por fim, se colocou à disposição para ajudar no processo.
Nas considerações finais, os participantes ressaltaram o desejo de, ao fim da incidência do contágio da Covid-19, voltar às áreas trabalhadas para acompanhar o desenvolvimento do projeto
O secretário de Meio Ambiente (Sema), João Carlos Oliveira abriu o encontro agradecendo a todos os envolvidos e parabenizando o trabalho que aconteceu de forma coletiva envolvendo as comunidades tradicionais e, sobretudo, levando educação ambiental a região. “Eu digo sem medo de errar: hoje é um dos projetos mais efetivo desses dois anos da Secretaria. Estamos concretizando uma fase aqui hoje de plantação de 110 hectares, mas é importante dar o manejo senão muitas delas não irão sobreviver. Precisamos dar continuidade ao acompanhamento e manejo dessas plantas e, no que depender da Sema e Inema, realizaremos”, destacou o secretário.
Com o mesmo sentimento de gratidão, o chefe de gabinete do Inema, Welton Rocha, parabenizou a todos os envolvidos e reforçou a importância de fomentar projetos que demandem cada vez menos a utilização de água. Por fim, agradeceu a participação dos deputados Ângelo Almeida e Jacó que também marcaram presença na reunião. “Entendemos a importância de as comunidades serem representadas através de suas lideranças em eventos como este. Estamos à disposição para atender qualquer uma das demandas”, afirmou.
Na ocasião, foi apresentado um vídeo como relatório final das atividades. Dentre os resultados exibidos, realizou-se o cercamento de 11 km e recomposição da vegetação de 110 hectares em Áreas de Preservação Permanente (APP), distribuídos em pequenas propriedades da agricultura familiar; assentamentos de reforma agrária e comunidades tradicionais (indígenas e quilombolas) em 19 comunidades rurais ao longo da Microbacia do rio Utinga e da APA Marimbus-Iraquara, nos municípios de Bonito, Wagner, Utinga, Lajedinho, Rui Barbosa, Lençóis, Iraquara, Andaraí e Nova Redenção.
Foram construídos ainda dois viveiros de produção de mudas com capacidade de 50 mil mudas/ano; plantadas 60.340 mudas de uso frutífero, medicinal, melífero e ecológico; e revitalizadas 04 (quatro) nascentes protegidas e reflorestadas. Também foram realizadas oficinas de capacitação de construção destes viveiros, de produção de mudas e de gerenciamento de viveiros. Mais de 100 pessoas foram qualificadas através do projeto.
A restauração foi feita pelo modelo de Sistemas Agroflorestais (SAF), utilizando espécies nativas e espécies que permitem o aproveitamento econômico.
Devido ao período de escassez de água, de enchentes e, também, com a incidência da pandemia, a equipe informa que não conseguiu visitar as áreas com frequência. “A gente conseguiu completar 100% do previsto e ainda implantamos 6 hectares a mais. O contrato chega ao fim, mas esperamos que não seja o final do projeto, tendo em vista a importância de manter essas áreas, conduzir o plantio, as espécies. É um trabalho cansativo, mas necessário”, concluiu a coordenadora do projeto, Mara Angélica.
O deputado estadual Ângelo Almeida (PSB) parabenizou o desenvolvimento do projeto e finalizou sugerindo a realização de um seminário com palestras, debates e sugestões sobre a agricultura da Chapada Diamantina. Além dele, o deputado Jacó (PT) também parabenizou a iniciativa ressaltando a importância de iniciativas como essa e chamando a atenção para a riqueza da região e o equilíbrio no consumo da água. Por fim, se colocou à disposição para ajudar no processo.
Nas considerações finais, os participantes ressaltaram o desejo de, ao fim da incidência do contágio da Covid-19, voltar às áreas trabalhadas para acompanhar o desenvolvimento do projeto