12/05/2021
Em mais um episódio de soltura de animais silvestres, o Centro Estadual de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) contabiliza trinta animais que, na última sexta-feira (07/05), tiveram a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Lontra como novo habitat.
Dentre os animais que retornaram à natureza, estavam duas Cascavéis, três Jararacas, uma Sucuri, dez Jibóias, uma Boipeva, uma Cobra d'água, três Iguanas-verde, uma Coruja-murucututu, um Sariguê-de-orelha-preta, seis Sariguês-de-orelha-branca e uma Jaguatirica.
Esses animais chegaram ao CETAS debilitados, por meio de entrega voluntária de populares ou via transferência das polícias ambientais. Antes de serem destinados para a soltura, passaram pela triagem clínica e de nutrição, a fim de serem reabilitados.
Segundo o biólogo do CETAS, Haeliton Cerqueira, a Reserva Particular foi o local escolhido para essa soltura devido à sua expansão e biodiversidade. "A RPPN Lontra é uma área devidamente cadastrada como Área de Soltura de Animais Silvestres [ASAS] e é utilizada com frequência nas solturas realizadas pelo CETAS. Além de ter um espaço vasto, possui também bioma predominante da Mata Atlântica, que por si só já é biodiverso, dando assim uma excelente capacidade de suporte ecológico", ressaltou Haeliton.
O especialista em Meio Ambiente da Bracell, Igor Macedo, explica que a RPPN Lontra tem um potencial muito grande em conservação de diversos animais de fauna de pequeno, médio e grande porte. "São 1.377 hectares de vegetação nativa e conservação, e junto com a nossa patrimonial a gente vem fazendo um excelente trabalho de proteção na região", salientou Igor.
RPPN Lontra - Localizada entre os municípios baianos de Entre Rios e Itanagra, é a segunda maior RPPN do Litoral Norte baiano, com 1.377 hectares protegidos e conservados pela Bracell. Classificada como uma floresta ombrófila densa, a RPPN Lontra possui vegetação perene com árvores atingindo até 40 metros de altura. Em 2019, foi titulada como Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA).
Dentre os animais que retornaram à natureza, estavam duas Cascavéis, três Jararacas, uma Sucuri, dez Jibóias, uma Boipeva, uma Cobra d'água, três Iguanas-verde, uma Coruja-murucututu, um Sariguê-de-orelha-preta, seis Sariguês-de-orelha-branca e uma Jaguatirica.
Esses animais chegaram ao CETAS debilitados, por meio de entrega voluntária de populares ou via transferência das polícias ambientais. Antes de serem destinados para a soltura, passaram pela triagem clínica e de nutrição, a fim de serem reabilitados.
Segundo o biólogo do CETAS, Haeliton Cerqueira, a Reserva Particular foi o local escolhido para essa soltura devido à sua expansão e biodiversidade. "A RPPN Lontra é uma área devidamente cadastrada como Área de Soltura de Animais Silvestres [ASAS] e é utilizada com frequência nas solturas realizadas pelo CETAS. Além de ter um espaço vasto, possui também bioma predominante da Mata Atlântica, que por si só já é biodiverso, dando assim uma excelente capacidade de suporte ecológico", ressaltou Haeliton.
O especialista em Meio Ambiente da Bracell, Igor Macedo, explica que a RPPN Lontra tem um potencial muito grande em conservação de diversos animais de fauna de pequeno, médio e grande porte. "São 1.377 hectares de vegetação nativa e conservação, e junto com a nossa patrimonial a gente vem fazendo um excelente trabalho de proteção na região", salientou Igor.
RPPN Lontra - Localizada entre os municípios baianos de Entre Rios e Itanagra, é a segunda maior RPPN do Litoral Norte baiano, com 1.377 hectares protegidos e conservados pela Bracell. Classificada como uma floresta ombrófila densa, a RPPN Lontra possui vegetação perene com árvores atingindo até 40 metros de altura. Em 2019, foi titulada como Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA).