28/04/2022
Na semana em que se comemora o Dia da Caatinga (28 de abril), o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), por meio da Coordenação de Gestão de Fauna, realizou vistoria para cadastro de duas Áreas de Soltura de Animais Silvestres – ASAS nos municípios de Curaçá e Casa Nova, ambos situados na Caatinga baiana. Além de ser um bioma exclusivamente brasileiro, a Caatinga ocupa a maior parte do território do estado da Bahia.
A área em Curaçá será cadastrada para o projeto de reintrodução da ararinha-azul (Cyanopsitta spixi), ave considerada extinta na natureza e endêmica da Caatinga da Bahia. A outra área em Casa Nova abriga uma vegetação em bom estado de conservação e, ao ser cadastrada, poderá receber diversas espécies da fauna que ocorrem nesse bioma.
Vale lembrar que a primeira ASAS cadastrada pelo Inema, no município de Campo Formoso, também está inserida no bioma Caatinga, onde vem sendo soltas araras-azuis-de-lear (Anodorhynchus leari), também ameaçadas de extinção e endêmicas do nosso estado.
Apesar da importância biológica desse bioma, ainda é pouco protegido e não conta com uma legislação específica, além de possuir poucas unidades de conservação de proteção integral.
Vale ainda destacar a rica sociobiodiversidade da Caatinga e das comunidades tradicionais que habitam e dão identidade única a esse bioma, sendo eles os quilombolas, sertanejos, vaqueiros, populações indígenas e agricultores familiares.
Viva a Caatinga!
A área em Curaçá será cadastrada para o projeto de reintrodução da ararinha-azul (Cyanopsitta spixi), ave considerada extinta na natureza e endêmica da Caatinga da Bahia. A outra área em Casa Nova abriga uma vegetação em bom estado de conservação e, ao ser cadastrada, poderá receber diversas espécies da fauna que ocorrem nesse bioma.
Vale lembrar que a primeira ASAS cadastrada pelo Inema, no município de Campo Formoso, também está inserida no bioma Caatinga, onde vem sendo soltas araras-azuis-de-lear (Anodorhynchus leari), também ameaçadas de extinção e endêmicas do nosso estado.
Apesar da importância biológica desse bioma, ainda é pouco protegido e não conta com uma legislação específica, além de possuir poucas unidades de conservação de proteção integral.
Vale ainda destacar a rica sociobiodiversidade da Caatinga e das comunidades tradicionais que habitam e dão identidade única a esse bioma, sendo eles os quilombolas, sertanejos, vaqueiros, populações indígenas e agricultores familiares.
Viva a Caatinga!