01/06/2023
Propor alternativas e ações efetivas para reduzir ameaças que coloquem em risco a sobrevivência das espécies e garantir seu desenvolvimento no habitat natural, com esse objetivo o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) participa, entre os dias 30 e 02/06, da 4ª Oficina de Monitoria do Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas da Herpetofauna (anfíbios e répteis) do Nordeste.
O encontro acontece na cidade de Aracaju, estado de Sergipe, no Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, da Universidade Federal de Sergipe. O evento reúne um grupo de assessoramento técnico para avaliar a execução das ações que visam minimizar e reverter as ameaças sobre as espécies e seus ambientes. Além do Inema, a Bahia tem representantes das universidades, a exemplo do professor Antônio Argolo da UESC e Moacir Tinoco da UCSal.
O Plano tem 40 espécies ameaçadas como alvo de conservação, sendo 21 com ocorrência na Bahia. “Ao final da jornada de trabalho teremos um painel de gestão que aponta para eficiência do grupo quanto a execução das ações, bem como apontará estratégias para redirecionar esforços no sentido de garantir a conservação das espécies em todo território nordestino. Das 64 espécies beneficiadas pelo PAN, 40 ocorrem no estado da Bahia.”, explicou a bióloga da Coordenação de Gestão de Fauna do Inema, Sara Alves.
Os Planos de Ação Nacionais (PAN) são ferramentas de gestão pactuadas com a sociedade civil organizada, objetivando proteger espécies ameaçadas e propondo ações para manutenção de populações viáveis na natureza.
O encontro acontece na cidade de Aracaju, estado de Sergipe, no Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, da Universidade Federal de Sergipe. O evento reúne um grupo de assessoramento técnico para avaliar a execução das ações que visam minimizar e reverter as ameaças sobre as espécies e seus ambientes. Além do Inema, a Bahia tem representantes das universidades, a exemplo do professor Antônio Argolo da UESC e Moacir Tinoco da UCSal.
O Plano tem 40 espécies ameaçadas como alvo de conservação, sendo 21 com ocorrência na Bahia. “Ao final da jornada de trabalho teremos um painel de gestão que aponta para eficiência do grupo quanto a execução das ações, bem como apontará estratégias para redirecionar esforços no sentido de garantir a conservação das espécies em todo território nordestino. Das 64 espécies beneficiadas pelo PAN, 40 ocorrem no estado da Bahia.”, explicou a bióloga da Coordenação de Gestão de Fauna do Inema, Sara Alves.
Os Planos de Ação Nacionais (PAN) são ferramentas de gestão pactuadas com a sociedade civil organizada, objetivando proteger espécies ameaçadas e propondo ações para manutenção de populações viáveis na natureza.