16/06/2023
Acontece entre os dias 14 e 16/06, no Instituto de Matemática da Universidade Federal da Bahia (UFBA), a 3ª Oficina de Monitoria e a 1ª Oficina dos Indicadores e Metas do Plano de Ação Territorial – PAT Chapada Diamantina-Serra da Jiboia. A ação faz parte de uma estratégia de planejamento para conservação de espécies ameaçadas de extinção e surgiu por meio de uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente (Sema), o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e o WWF Brasil dentro da “Estratégia Nacional para a Conservação de Espécies Ameaçadas - Pró-Espécies: Todos contra a extinção”.
Coordenado pelo Instituto e tendo a Sema como parte da equipe executora, o Plano foi elaborado no ano de 2020 e publicado em portaria do Inema no mês de dezembro do mesmo ano. Ao todo, o plano conta com 30 ações e essas ações estão sendo executadas com o aporte de recursos do Projeto Pró-Espécies: Todos contra a extinção.
A Bahia é contemplada, pois no seu território existem 27 espécies criticamente em perigo, e são lacunas, já que estão fora de Unidade de Conservação (UC) e não têm ferramentas que ajudam na conservação dessas espécies e na proteção necessária para melhorar a posição de conservação e saiam da lista de espécies ameaçadas.
A coordenadora do Núcleo Operacional da Bahia e coordenadora do PAT, Bióloga Sara Alves, da Coordenação de Gestão de Fauna (CGFAU) do Inema, afirma que o encontro serve, de fato, como um monitor do projeto. “Nós passaremos esses três dias fazendo a monitoria da execução dessas ações, ou seja, a gente revisita o nosso planejamento e vemos se elas estão sendo executadas ou não, se tem algum problema de execução e o que a gente pode fazer para melhorar a posição de execução dessas ações”, disse.
Participam do encontro, o grupo de assessoramento técnico - GAT do PAT, composto por professores das universidades Federal da Bahia, do Recôncavo da Bahia e Estadual de Feira de Santana, além do representante do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, as equipes da Sema e Inema, além de representantes do território, como o Instituto Nascentes do Paraguaçu, que fica no município de Mucugê.
Ao final desses três dias será apresentado um painel de gestão com o resultado da monitoria das 30 ações mostrando quais estão concluídas, quais estão em andamento no tempo planejado, quais atividades apresentaram problema de execução. Toda essa análise é um retrato que os gestores do projeto utilizam para ver como os estados estão se saindo na execução dos recursos aportados para conservação dessas espécies criticamente em perigo.
E, por fim, na sexta-feira (16), será realizada a primeira monitoria dos indicadores e metas que se relacionam com os objetivos específicos do projeto.
O Superintendente de Políticas e Planejamento Ambiental (SPA) da Sema, Tiago Porto, afirmou que a Secretaria tem auxiliado em praticamente duas grandes frentes de atividades na implementação das ações que foram previstas no plano de ação territorial. “Uma é na capacitação de atores locais e a outra é na elaboração e execução do programa de educação ambiental da região. Já na vertente de capacitação, com o apoio de uma consultoria contratada, nós atualizamos o curso de fiscalização ambiental e incluímos o módulo que permite a identificação pelos técnicos das prefeituras que atuam na região todas as espécies ameaçadas e já formamos mais de 100 pessoas de mais de 25 municípios da região de abrangência do PAT”, disse Porto.
Em esforço colaborativo e inédito nasce o Plano de Ação Territorial – PAT Chapada Diamantina-Serra da Jiboia, estratégia de planejamento para conservação de espécies ameaçadas de extinção numa parceria entre o INEMA, a SEMA e o WWF Brasil dentro da “Estratégia Nacional para a Conservação de Espécies Ameaçadas - Pró-Espécies: Todos contra a extinção”.
Plano de Ação Territorial – PAT Chapada Diamantina-Serra da Jiboia: O plano é reconhecido pela Portaria Inema nº 22.000 de 17 se dezembro de 2020. O território delimitado no PAT engloba 56 municípios, perfazendo uma área de 3.918.743 hectares no estado da Bahia onde ocorrem 27 espécies alvo da flora e da fauna, criticamente em perigo de extinção (CR). O PAT também contempla direta e indiretamente 339 espécies beneficiadas ameaçadas de extinção, classificadas em diferentes categorias.
A Matriz de Planejamento do PAT composta pelas ações, resultados esperados, articuladores, colaboradores, período de execução, valores aproximados considerando o universo de cinco anos para sua implementação traz o resultado do trabalho de várias instituições parceiras durante a Oficina de Elaboração do Plano.
Com o PAT foi instituído pela Portaria Inema nº 22.001 de 17 de dezembro de 2020 o Grupo de Assessoramento Técnico – GAT para acompanhar a implementação e realizar a monitoria do Plano.
Coordenado pelo Instituto e tendo a Sema como parte da equipe executora, o Plano foi elaborado no ano de 2020 e publicado em portaria do Inema no mês de dezembro do mesmo ano. Ao todo, o plano conta com 30 ações e essas ações estão sendo executadas com o aporte de recursos do Projeto Pró-Espécies: Todos contra a extinção.
A Bahia é contemplada, pois no seu território existem 27 espécies criticamente em perigo, e são lacunas, já que estão fora de Unidade de Conservação (UC) e não têm ferramentas que ajudam na conservação dessas espécies e na proteção necessária para melhorar a posição de conservação e saiam da lista de espécies ameaçadas.
A coordenadora do Núcleo Operacional da Bahia e coordenadora do PAT, Bióloga Sara Alves, da Coordenação de Gestão de Fauna (CGFAU) do Inema, afirma que o encontro serve, de fato, como um monitor do projeto. “Nós passaremos esses três dias fazendo a monitoria da execução dessas ações, ou seja, a gente revisita o nosso planejamento e vemos se elas estão sendo executadas ou não, se tem algum problema de execução e o que a gente pode fazer para melhorar a posição de execução dessas ações”, disse.
Participam do encontro, o grupo de assessoramento técnico - GAT do PAT, composto por professores das universidades Federal da Bahia, do Recôncavo da Bahia e Estadual de Feira de Santana, além do representante do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, as equipes da Sema e Inema, além de representantes do território, como o Instituto Nascentes do Paraguaçu, que fica no município de Mucugê.
Ao final desses três dias será apresentado um painel de gestão com o resultado da monitoria das 30 ações mostrando quais estão concluídas, quais estão em andamento no tempo planejado, quais atividades apresentaram problema de execução. Toda essa análise é um retrato que os gestores do projeto utilizam para ver como os estados estão se saindo na execução dos recursos aportados para conservação dessas espécies criticamente em perigo.
E, por fim, na sexta-feira (16), será realizada a primeira monitoria dos indicadores e metas que se relacionam com os objetivos específicos do projeto.
O Superintendente de Políticas e Planejamento Ambiental (SPA) da Sema, Tiago Porto, afirmou que a Secretaria tem auxiliado em praticamente duas grandes frentes de atividades na implementação das ações que foram previstas no plano de ação territorial. “Uma é na capacitação de atores locais e a outra é na elaboração e execução do programa de educação ambiental da região. Já na vertente de capacitação, com o apoio de uma consultoria contratada, nós atualizamos o curso de fiscalização ambiental e incluímos o módulo que permite a identificação pelos técnicos das prefeituras que atuam na região todas as espécies ameaçadas e já formamos mais de 100 pessoas de mais de 25 municípios da região de abrangência do PAT”, disse Porto.
Em esforço colaborativo e inédito nasce o Plano de Ação Territorial – PAT Chapada Diamantina-Serra da Jiboia, estratégia de planejamento para conservação de espécies ameaçadas de extinção numa parceria entre o INEMA, a SEMA e o WWF Brasil dentro da “Estratégia Nacional para a Conservação de Espécies Ameaçadas - Pró-Espécies: Todos contra a extinção”.
Plano de Ação Territorial – PAT Chapada Diamantina-Serra da Jiboia: O plano é reconhecido pela Portaria Inema nº 22.000 de 17 se dezembro de 2020. O território delimitado no PAT engloba 56 municípios, perfazendo uma área de 3.918.743 hectares no estado da Bahia onde ocorrem 27 espécies alvo da flora e da fauna, criticamente em perigo de extinção (CR). O PAT também contempla direta e indiretamente 339 espécies beneficiadas ameaçadas de extinção, classificadas em diferentes categorias.
A Matriz de Planejamento do PAT composta pelas ações, resultados esperados, articuladores, colaboradores, período de execução, valores aproximados considerando o universo de cinco anos para sua implementação traz o resultado do trabalho de várias instituições parceiras durante a Oficina de Elaboração do Plano.
Com o PAT foi instituído pela Portaria Inema nº 22.001 de 17 de dezembro de 2020 o Grupo de Assessoramento Técnico – GAT para acompanhar a implementação e realizar a monitoria do Plano.