22/03/2024
Cerca de 15 servidores do Governo do Estado da Bahia foram capacitados pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) na manhã desta sexta-feira (21), no Parque Metropolitano de Pituaçu. Administrado ao longo de toda a semana, o curso técnico teve como objetivo a identificação de estágios sucessionais da Mata Atlântica.
Dary Rigueiro, servidor responsável pela ministração do curso, explica que foram realizadas aulas teóricas entre os dias 19 e 21 de março, para orientar os técnicos quanto à caracterização nos procedimentos de licenciamento, vistorias, plano de manejo, dentre outras atividades florestais.
“Hoje é o último dia do curso, momento em que a gente aplica aquilo que a gente conheceu, aprendeu em sala de aula ou na realidade, digamos assim. Então o objetivo da aula prática aqui no Parque é reconhecer algumas espécies características, algumas famílias típicas da Mata Atlântica e o estágio da Mata Atlântica, porque, por exemplo, se é estágio médio, avançado, é impedido por lei a supressão para desenvolver esse tipo de atividade. Somente mata em estágio inicial a lei permite a supressão para realização de algum tipo de atividade agrossilvopastoril. Então a identificação do estágio sucessional é crucial para saber se a gente tem a possibilidade de uso ou não. É um curso bem completo e hoje a ideia é aplicar um pouco disso, principalmente no contexto de floresta ombrófila que é a vegetação característica daqui do Parque de Pituaçu”, explica Dary, especialista em meio ambiente e recursos hídricos da Coordenação de Fiscalização do Inema.
Para Dary, a identificação do estágio é importante porque há uma necessidade de compensação caso seja necessária a supressão por conta de uma atividade de utilidade pública ou interesse social em uma área de mata avançada, ou intermediária.
“É fundamental, tanto para o licenciamento quanto para a fiscalização, eu saber qual é o tipo de mato e qual é o estado sucessional, ela vai ser fundamental para eu conseguir avançar ou não no processo de licenciamento e do ponto de vista de fiscalização, ela vai enquadrar e variar os diferentes valores, por exemplo, ou punições administrativas que vão ser derivadas por uma supressão ilegal”, explica o especialista.
Dentre os temas abordados na capacitação, estão inclusos: identificação de sistemas ecológicos, conceitos e padrões de distribuição dos climas e biomas, formas e vidas vegetais, caracterização dos ecossistemas, refúgios vegetacionais, histórico e efeitos da degradação ambiental, estágios sucessionais, ecologia de paisagens e a sucessão, identificação de plantas indicadoras de estágios sucessionais, resolução CONAMA além de noções básicas de organografia e sistemática vegetal.
Outras edições da capacitação técnica de Identificação de estágios sucessionais da Mata Atlântica também foram realizadas nas UR’s [Unidades Regionais], para as diferentes coordenações da Diretoria de Sustentabilidade e de Fiscalização do Inema.
Dary Rigueiro, servidor responsável pela ministração do curso, explica que foram realizadas aulas teóricas entre os dias 19 e 21 de março, para orientar os técnicos quanto à caracterização nos procedimentos de licenciamento, vistorias, plano de manejo, dentre outras atividades florestais.
“Hoje é o último dia do curso, momento em que a gente aplica aquilo que a gente conheceu, aprendeu em sala de aula ou na realidade, digamos assim. Então o objetivo da aula prática aqui no Parque é reconhecer algumas espécies características, algumas famílias típicas da Mata Atlântica e o estágio da Mata Atlântica, porque, por exemplo, se é estágio médio, avançado, é impedido por lei a supressão para desenvolver esse tipo de atividade. Somente mata em estágio inicial a lei permite a supressão para realização de algum tipo de atividade agrossilvopastoril. Então a identificação do estágio sucessional é crucial para saber se a gente tem a possibilidade de uso ou não. É um curso bem completo e hoje a ideia é aplicar um pouco disso, principalmente no contexto de floresta ombrófila que é a vegetação característica daqui do Parque de Pituaçu”, explica Dary, especialista em meio ambiente e recursos hídricos da Coordenação de Fiscalização do Inema.
Para Dary, a identificação do estágio é importante porque há uma necessidade de compensação caso seja necessária a supressão por conta de uma atividade de utilidade pública ou interesse social em uma área de mata avançada, ou intermediária.
“É fundamental, tanto para o licenciamento quanto para a fiscalização, eu saber qual é o tipo de mato e qual é o estado sucessional, ela vai ser fundamental para eu conseguir avançar ou não no processo de licenciamento e do ponto de vista de fiscalização, ela vai enquadrar e variar os diferentes valores, por exemplo, ou punições administrativas que vão ser derivadas por uma supressão ilegal”, explica o especialista.
Dentre os temas abordados na capacitação, estão inclusos: identificação de sistemas ecológicos, conceitos e padrões de distribuição dos climas e biomas, formas e vidas vegetais, caracterização dos ecossistemas, refúgios vegetacionais, histórico e efeitos da degradação ambiental, estágios sucessionais, ecologia de paisagens e a sucessão, identificação de plantas indicadoras de estágios sucessionais, resolução CONAMA além de noções básicas de organografia e sistemática vegetal.
Outras edições da capacitação técnica de Identificação de estágios sucessionais da Mata Atlântica também foram realizadas nas UR’s [Unidades Regionais], para as diferentes coordenações da Diretoria de Sustentabilidade e de Fiscalização do Inema.