20/05/2024
Neste Dia Mundial das Abelhas, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) ressalta a importância desses insetos polinizadores para a preservação ambiental e a vida. Celebrada em 20 de maio e instituída pela ONU, a data destaca a polinização como um pilar crucial para o desenvolvimento sustentável e a produção de alimentos.
O Inema tem investido em projetos socioambientais de meliponicultura, a criação de abelhas nativas sem ferrão. Essas iniciativas, desenvolvidas nas Unidades de Conservação, promovem a polinização, essencial para a preservação da vegetação nativa e a manutenção de habitats. Além disso, esses projetos contribuem para a geração de renda das comunidades tradicionais e a saúde das famílias envolvidas.
Em reconhecimento à prestação desse serviço ecossistêmico fundamental para a manutenção do equilíbrio ambiental, nossos atos autorizativos estão associados ao resgate e salvamento de espécies de abelhas nativas antes da supressão da vegetação e implantação de empreendimentos. As abelhas resgatadas são direcionadas as áreas legalmente protegidas, como Reservas Legais, Áreas de Preservação Permanente (APPs) e outras áreas verdes.
O Inema participa também do Plano de Ação Nacional (PAN) para a conservação de insetos polinizadores ameaçados de extinção, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Esse plano visa reduzir o risco de extinção dos polinizadores por meio de ações integradas entre sociedade civil e instituições governamentais.
Na Bahia, espécies como a mandaçaia (Melipona mandacaia), jandaíra (Melipona subnitida) e uruçu (Melipona scutellaris) são especialmente protegidas por esse PAN, refletindo nosso compromisso com a conservação de seus habitats e a manutenção dos serviços ecossistêmicos de polinização.
Capacitação
Nos dias 15 e 16 de maio, aconteceu o I Seminário de Meliponicultura em Monte Santo, Bahia. O evento contou com a participação das coordenadoras regional, Manoela Bezerra, e técnica, Dra. Cândida Lima, da Unidade Regional de Juazeiro. A presença delas no seminário ressalta a importância dos trabalhos voltados para o manejo de abelhas nativas sem ferrão, tanto em áreas de conservação quanto fora delas.
O seminário proporcionou não apenas a ampliação do contato e das possibilidades de parcerias, mas também destacou a relevância da atuação do Inema na condução de atividades relacionadas às espécies nativas e na elaboração de novas legislações para o manejo da fauna, especialmente das abelhas.

O Inema tem investido em projetos socioambientais de meliponicultura, a criação de abelhas nativas sem ferrão. Essas iniciativas, desenvolvidas nas Unidades de Conservação, promovem a polinização, essencial para a preservação da vegetação nativa e a manutenção de habitats. Além disso, esses projetos contribuem para a geração de renda das comunidades tradicionais e a saúde das famílias envolvidas.
Em reconhecimento à prestação desse serviço ecossistêmico fundamental para a manutenção do equilíbrio ambiental, nossos atos autorizativos estão associados ao resgate e salvamento de espécies de abelhas nativas antes da supressão da vegetação e implantação de empreendimentos. As abelhas resgatadas são direcionadas as áreas legalmente protegidas, como Reservas Legais, Áreas de Preservação Permanente (APPs) e outras áreas verdes.
O Inema participa também do Plano de Ação Nacional (PAN) para a conservação de insetos polinizadores ameaçados de extinção, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Esse plano visa reduzir o risco de extinção dos polinizadores por meio de ações integradas entre sociedade civil e instituições governamentais.
Na Bahia, espécies como a mandaçaia (Melipona mandacaia), jandaíra (Melipona subnitida) e uruçu (Melipona scutellaris) são especialmente protegidas por esse PAN, refletindo nosso compromisso com a conservação de seus habitats e a manutenção dos serviços ecossistêmicos de polinização.
Capacitação
Nos dias 15 e 16 de maio, aconteceu o I Seminário de Meliponicultura em Monte Santo, Bahia. O evento contou com a participação das coordenadoras regional, Manoela Bezerra, e técnica, Dra. Cândida Lima, da Unidade Regional de Juazeiro. A presença delas no seminário ressalta a importância dos trabalhos voltados para o manejo de abelhas nativas sem ferrão, tanto em áreas de conservação quanto fora delas.
O seminário proporcionou não apenas a ampliação do contato e das possibilidades de parcerias, mas também destacou a relevância da atuação do Inema na condução de atividades relacionadas às espécies nativas e na elaboração de novas legislações para o manejo da fauna, especialmente das abelhas.
