07/06/2024
A Associação Pré-sindical dos Servidores do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Ascra) promoveu nesta sexta-feira (07) o evento “Riscos Ambientais no Cenário de Emergência Climática: O que a Bahia Pode Aprender com Rio Grande do Sul?”, que contou com mesa redonda composta por especialistas da academia e servidores e representantes da Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).
Realizado no subsolo da sede da Sema/Inema, o evento foi realizado para falar dos ambientais e de emergência climática na Bahia tendo como ponto de partida o desastre das enchentes no estado do Rio Grande do Sul, que atingiram 471 cidades e expulsou mais de 600 mil de suas casas. Na ocasião, os especialistas e os servidores presentes dialogaram sobre o que a Bahia tem de similaridade, quais foram os eventos críticos semelhantes que ocorreram no estado e apontar as vulnerabilidades a serem corrigidas.
Na abertura do evento, a Diretora-Geral do Inema, Maria Amélia Matos, alertou sobre a necessidade do instituto em apoiar os trabalhos de prevenção a essas catástrofes. “Precisamos trabalhar com a prevenção, a gente não pode só se atentar quando a situação está posta, precisamos discutir o que está ocasionando isso, as causas são sistêmicas, mas o impacto e a consequência são maiores, porque é local.”
Para a professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Andrea Sousa Fontes, é preciso fazer estudos para pontuar esses desastres para conseguir efetivar medidas de adaptação. “A universidade está trabalhando, fazendo pesquisas. A gente viu que no Rio Grande do Sul, a academia tem desempenhado papel importante para o entendimento e ações. É preciso que a academia e as instituições se juntem para achar caminhos de soluções.”
Responsável pela organização do evento, a servidora Luciana Rocha da Coordenadoria de Ações Estratégicas da Sema destacou que “o objetivo do evento é tratar sobre os riscos ambientais e emergências climáticas, para tentar entender o que aconteceu no Rio Grande do Sul, e como aprender com estas experiências e pôr em prática aqui na Bahia.”
Realizado no subsolo da sede da Sema/Inema, o evento foi realizado para falar dos ambientais e de emergência climática na Bahia tendo como ponto de partida o desastre das enchentes no estado do Rio Grande do Sul, que atingiram 471 cidades e expulsou mais de 600 mil de suas casas. Na ocasião, os especialistas e os servidores presentes dialogaram sobre o que a Bahia tem de similaridade, quais foram os eventos críticos semelhantes que ocorreram no estado e apontar as vulnerabilidades a serem corrigidas.
Na abertura do evento, a Diretora-Geral do Inema, Maria Amélia Matos, alertou sobre a necessidade do instituto em apoiar os trabalhos de prevenção a essas catástrofes. “Precisamos trabalhar com a prevenção, a gente não pode só se atentar quando a situação está posta, precisamos discutir o que está ocasionando isso, as causas são sistêmicas, mas o impacto e a consequência são maiores, porque é local.”
Para a professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Andrea Sousa Fontes, é preciso fazer estudos para pontuar esses desastres para conseguir efetivar medidas de adaptação. “A universidade está trabalhando, fazendo pesquisas. A gente viu que no Rio Grande do Sul, a academia tem desempenhado papel importante para o entendimento e ações. É preciso que a academia e as instituições se juntem para achar caminhos de soluções.”
Responsável pela organização do evento, a servidora Luciana Rocha da Coordenadoria de Ações Estratégicas da Sema destacou que “o objetivo do evento é tratar sobre os riscos ambientais e emergências climáticas, para tentar entender o que aconteceu no Rio Grande do Sul, e como aprender com estas experiências e pôr em prática aqui na Bahia.”