03/12/2024
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) promoveu, nesta terça-feira (03), uma reunião com representantes da Federação Indígena das Nações Pataxó e Tupinambá (FINPAT). O encontro, mediado pela Coordenação de Gestão da Biodiversidade (CGBIO), teve como foco o planejamento e alinhamento das principais atividades e iniciativas voltadas às comunidades indígenas para o ano de 2025.
Entre os temas discutidos, destacam-se a recuperação de áreas degradadas e a implementação e potencialização de viveiros já existentes nos territórios indígenas do extremo sul da Bahia. Intermediando o encontro, a coordenadora da CGBIO, Mara Angélica dos Santos, salientou a importância de fortalecer parcerias e ações integradas com as lideranças indígenas.
"O diálogo reforça o compromisso conjunto de fortalecer a colaboração entre as lideranças e os parceiros envolvidos, garantindo que as demandas e prioridades das comunidades sejam atendidas de forma integrada e participativa", afirmou a coordenadora.
As principais atividades previstas para 2025 incluem a realização de oficinas participativas para capacitar as comunidades indígenas na gestão e ampliação dos viveiros.
Além disso, o Inema prevê, para 2025, o mapeamento de áreas prioritárias para a recuperação ambiental, visando a restauração de ecossistemas locais e a sustentabilidade dos territórios.
Entre os temas discutidos, destacam-se a recuperação de áreas degradadas e a implementação e potencialização de viveiros já existentes nos territórios indígenas do extremo sul da Bahia. Intermediando o encontro, a coordenadora da CGBIO, Mara Angélica dos Santos, salientou a importância de fortalecer parcerias e ações integradas com as lideranças indígenas.
"O diálogo reforça o compromisso conjunto de fortalecer a colaboração entre as lideranças e os parceiros envolvidos, garantindo que as demandas e prioridades das comunidades sejam atendidas de forma integrada e participativa", afirmou a coordenadora.
As principais atividades previstas para 2025 incluem a realização de oficinas participativas para capacitar as comunidades indígenas na gestão e ampliação dos viveiros.
Além disso, o Inema prevê, para 2025, o mapeamento de áreas prioritárias para a recuperação ambiental, visando a restauração de ecossistemas locais e a sustentabilidade dos territórios.