16/05/2025
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) participou da reunião de avaliação e encerramento do Projeto GEF Pró-Espécies – Todos Contra a Extinção, realizada entre os dias 12 e 15 de maio. O encontro contou com a presença de representantes de outros 12 estados, além do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Jardim Botânico do Rio de Janeiro e Ministério do Meio Ambiente.
A coordenadora do Plano de Ação Territorial (PAT) para a conservação de espécies ameaçadas de extinção do Inema, Sara Alves, destacou que o projeto executou ações em 11 territórios brasileiros. “Antes da pandemia, o projeto já havia sido avaliado como um sucesso absoluto pelo Ministério do Meio Ambiente e pelas agências implementadoras – o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) e o WWF-Brasil – por alcançar resultados significativos na conservação de mais de 300 espécies ameaçadas”, afirmou.
Na Bahia, o PAT Chapada Diamantina–Serra da Jiboia alcançou 100% de execução. Segundo Sara, esse resultado expressivo se deve ao forte engajamento institucional e à participação ativa das comunidades locais.
Ela ressaltou ainda o apoio de todas as diretorias do Inema e das equipes da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), com destaque para a equipe de Educação Ambiental, responsável por coordenar a elaboração e execução do Programa de Educação Ambiental (PEA), que levou o tema da conservação de espécies diretamente ao território. “Apesar de ser uma reunião de encerramento, todos nós trouxemos na bagagem a esperança de iniciar um novo ciclo virtuoso para a conservação de espécies ameaçadas e seus ecossistemas”, disse.
Entre os principais resultados alcançados pelo projeto na Bahia, destacam-se:
21 espécies criticamente ameaçadas foram coletadas;
2 novas espécies foram descritas e publicadas;
3.000 cadastros de imóveis rurais foram realizados e sincronizados com o Cadastro Ambiental Rural (CAR) federal;
27 peças educomunicativas foram produzidas por comunidades de seis municípios;
Foi publicada a lista de espécies exóticas invasoras do estado pela Portaria Conjunta Sema/Inema nº 51/2023;
Manejo de espécies invasoras foi realizado em escala piloto em dois municípios;
Mais de 70 mil exemplares de pinus foram manejados nos municípios de Lençóis e Palmeiras;
Mapas de áreas estratégicas para conservação e restauração ecológica foram elaborados;
Três cursos de capacitação foram promovidos na plataforma FORMAR, nas áreas de fiscalização ambiental, turismo sustentável e restauração de ecossistemas.
Como reflexo do impacto positivo do projeto, os resultados foram apresentados em dois importantes eventos internacionais, a EMAPI – International Conference on Ecology and Management of Alien Plant Invasions, e a COP 16 – Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade, onde a Bahia teve destaque por suas ações.
O Ministério do Meio Ambiente reafirmou o compromisso de buscar alternativas para dar continuidade às iniciativas e impulsionar uma nova fase de conservação das espécies e de seus habitats.

A coordenadora do Plano de Ação Territorial (PAT) para a conservação de espécies ameaçadas de extinção do Inema, Sara Alves, destacou que o projeto executou ações em 11 territórios brasileiros. “Antes da pandemia, o projeto já havia sido avaliado como um sucesso absoluto pelo Ministério do Meio Ambiente e pelas agências implementadoras – o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) e o WWF-Brasil – por alcançar resultados significativos na conservação de mais de 300 espécies ameaçadas”, afirmou.
Na Bahia, o PAT Chapada Diamantina–Serra da Jiboia alcançou 100% de execução. Segundo Sara, esse resultado expressivo se deve ao forte engajamento institucional e à participação ativa das comunidades locais.
Ela ressaltou ainda o apoio de todas as diretorias do Inema e das equipes da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), com destaque para a equipe de Educação Ambiental, responsável por coordenar a elaboração e execução do Programa de Educação Ambiental (PEA), que levou o tema da conservação de espécies diretamente ao território. “Apesar de ser uma reunião de encerramento, todos nós trouxemos na bagagem a esperança de iniciar um novo ciclo virtuoso para a conservação de espécies ameaçadas e seus ecossistemas”, disse.
Entre os principais resultados alcançados pelo projeto na Bahia, destacam-se:
21 espécies criticamente ameaçadas foram coletadas;
2 novas espécies foram descritas e publicadas;
3.000 cadastros de imóveis rurais foram realizados e sincronizados com o Cadastro Ambiental Rural (CAR) federal;
27 peças educomunicativas foram produzidas por comunidades de seis municípios;
Foi publicada a lista de espécies exóticas invasoras do estado pela Portaria Conjunta Sema/Inema nº 51/2023;
Manejo de espécies invasoras foi realizado em escala piloto em dois municípios;
Mais de 70 mil exemplares de pinus foram manejados nos municípios de Lençóis e Palmeiras;
Mapas de áreas estratégicas para conservação e restauração ecológica foram elaborados;
Três cursos de capacitação foram promovidos na plataforma FORMAR, nas áreas de fiscalização ambiental, turismo sustentável e restauração de ecossistemas.
Como reflexo do impacto positivo do projeto, os resultados foram apresentados em dois importantes eventos internacionais, a EMAPI – International Conference on Ecology and Management of Alien Plant Invasions, e a COP 16 – Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade, onde a Bahia teve destaque por suas ações.
O Ministério do Meio Ambiente reafirmou o compromisso de buscar alternativas para dar continuidade às iniciativas e impulsionar uma nova fase de conservação das espécies e de seus habitats.
