08/02/2011
Depois do período colonial do século 16 ao 19, o Brasil continua em intensa relação com Portugal, seja nas áreas econômica, financeira, turismo, cultura e até no número de portugueses residentes no país. Segundo o Ministério dos Serviços Estrangeiros de Portugal cerca de500 a700 mil portugueses – incluindo binacionais – vivem no Brasil. As concentrações maiores estãoem São Pauloe Rio de Janeiro, responsáveis por cerca de 90% do total, com predominância na concentração urbana de 99% em detrimento da rural que é pouco mais de 1%.
Mesmo não dispondo de número tão alto de residentes, o estado da Bahia tem história e cultura indissociáveis a Portugal, presentes, principalmente, além do idioma, no acervo urbanístico-arquitetônico, costumes, culinária, entre outros itens. Com objetivo de estreitar esses laços, o atual cônsul geral de Portugal na Bahia, José Manuel Lomba, está conhecendo algumas das ações do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC).
Autarquia da secretaria estadual de Cultura (SecultBA) criada há 44 anos como uma das primeiras instituições a pensar a política do patrimônio de um estado brasileiro, o IPAC tem por missão articular com a sociedade, a salvaguarda dos bens culturais tangíveis e intangíveis fortalecendo as identidades na Bahia.
O cônsul geral português recebeu livros e DVD recentemente produzidos pelo órgão estadual sobre patrimônios imateriais. Segundo o diretor geral do IPAC, Frederico Mendonça, esses lançamentos são distribuídos para bibliotecas, via Fundação Pedro Calmon, redes de ensino municipais e estaduais, faculdades, universidades e entidades culturais, além de veiculados pela TV Educativa/Irdeb. A série ‘Cadernos do IPAC’ reúne pesquisas de especialistas da instituição e trechos dos dossiês que possibilitaram o registro oficial de bens intangíveis baianos.
“Além de promover a preservação de bens culturais, o IPAC pesquisa e promove a produção técnica e científica com a qual trabalha e efetiva ações de educação patrimonial, como essas publicações e DVD”, afirma Mendonça.
O IPAC já lançou livros e DVD sobre Festa da Boa Morte, Carnaval de Maragojipe e Desfile dos Afoxés, além das publicações Pano da Costa e Festa de Santa Bárbara. O cônsul geral de Portugal também conheceu o folder-mapa-inventário dos bens culturais tombados e registrados pelo Estado e União na Bahia. “Essa publicação é inédita, pois agrega todos os bens culturais baianos reconhecidos oficialmente pelos poderes públicos estadual e federal”, explica o diretor do IPAC.
O consulado geral de Portugal funciona na Avenida Tancredo Neves, nº 1632, Edifício Salvador Trade Center, Torre Norte, 1º andar. “Mas temos intenção de mudar a sede caso consigamos imóvel na área do Centro Histórico da capital baiana já que consideramos mais apropriado como diálogo com a arquitetura de herança portuguesa”, avisa José Manuel Lomba.
O cônsul conheceu ainda mapas produzidos no IPAC onde estão delineadas as áreas de proteção da cidade, como a de tombamento federal do Centro Histórico de Salvador pelo Ministério da Cultura. Fotos de imóveis tombados individualmente como patrimônio da Bahia, como o Solar Bandeira, também foram disponibilizadas para o cônsul de Portugal.
O consulado pode ser contatado através dos telefones (71) 3341-0636 e 3341 1499, sempre em dias úteis das 9h às 12h, ou via endereço eletrônico mail@salvador.dgaccp.pt. Na Bahia, Portugal dispõe ainda de vice-consulados honorários em Ilhéus e Porto Seguro.
Outras informações sobre Portugal no Brasil, assim como, os serviços que são disponibilizados são encontrados no site da embaixada portuguesa www.embaixadadeportugal.org.br. Já as ações do IPAC estão nos sites www.ipac.ba.gov.br e www.cultura.ba.gov.br.
Mesmo não dispondo de número tão alto de residentes, o estado da Bahia tem história e cultura indissociáveis a Portugal, presentes, principalmente, além do idioma, no acervo urbanístico-arquitetônico, costumes, culinária, entre outros itens. Com objetivo de estreitar esses laços, o atual cônsul geral de Portugal na Bahia, José Manuel Lomba, está conhecendo algumas das ações do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC).
Autarquia da secretaria estadual de Cultura (SecultBA) criada há 44 anos como uma das primeiras instituições a pensar a política do patrimônio de um estado brasileiro, o IPAC tem por missão articular com a sociedade, a salvaguarda dos bens culturais tangíveis e intangíveis fortalecendo as identidades na Bahia.
O cônsul geral português recebeu livros e DVD recentemente produzidos pelo órgão estadual sobre patrimônios imateriais. Segundo o diretor geral do IPAC, Frederico Mendonça, esses lançamentos são distribuídos para bibliotecas, via Fundação Pedro Calmon, redes de ensino municipais e estaduais, faculdades, universidades e entidades culturais, além de veiculados pela TV Educativa/Irdeb. A série ‘Cadernos do IPAC’ reúne pesquisas de especialistas da instituição e trechos dos dossiês que possibilitaram o registro oficial de bens intangíveis baianos.
“Além de promover a preservação de bens culturais, o IPAC pesquisa e promove a produção técnica e científica com a qual trabalha e efetiva ações de educação patrimonial, como essas publicações e DVD”, afirma Mendonça.
O IPAC já lançou livros e DVD sobre Festa da Boa Morte, Carnaval de Maragojipe e Desfile dos Afoxés, além das publicações Pano da Costa e Festa de Santa Bárbara. O cônsul geral de Portugal também conheceu o folder-mapa-inventário dos bens culturais tombados e registrados pelo Estado e União na Bahia. “Essa publicação é inédita, pois agrega todos os bens culturais baianos reconhecidos oficialmente pelos poderes públicos estadual e federal”, explica o diretor do IPAC.
O consulado geral de Portugal funciona na Avenida Tancredo Neves, nº 1632, Edifício Salvador Trade Center, Torre Norte, 1º andar. “Mas temos intenção de mudar a sede caso consigamos imóvel na área do Centro Histórico da capital baiana já que consideramos mais apropriado como diálogo com a arquitetura de herança portuguesa”, avisa José Manuel Lomba.
O cônsul conheceu ainda mapas produzidos no IPAC onde estão delineadas as áreas de proteção da cidade, como a de tombamento federal do Centro Histórico de Salvador pelo Ministério da Cultura. Fotos de imóveis tombados individualmente como patrimônio da Bahia, como o Solar Bandeira, também foram disponibilizadas para o cônsul de Portugal.
O consulado pode ser contatado através dos telefones (71) 3341-0636 e 3341 1499, sempre em dias úteis das 9h às 12h, ou via endereço eletrônico mail@salvador.dgaccp.pt. Na Bahia, Portugal dispõe ainda de vice-consulados honorários em Ilhéus e Porto Seguro.
Outras informações sobre Portugal no Brasil, assim como, os serviços que são disponibilizados são encontrados no site da embaixada portuguesa www.embaixadadeportugal.org.br. Já as ações do IPAC estão nos sites www.ipac.ba.gov.br e www.cultura.ba.gov.br.
Assessoria de Comunicação – IPAC – em 08.02.2011
Jornalista responsável Geraldo Moniz (1498-MTBa) – (71) 8731-2641
(71) 3116-6673, 3117-6490
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