25/03/2011
Carnaval de 100 anos no Recôncavo com heranças africana e européia, tecelagem sagrada do pano da costa, diferenças e semelhanças entre Santa Bárbara e Yansã, a saga das irmãs da Boa Morte e a trajetória dos afoxés em Salvador desde 1895. Essas são algumas das temáticas abordadas nos livros do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), autarquia da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA) que já estão à disposição para acesso gratuito de qualquer interessado via download no site www.ipac.ba.gov.br.
A série “Cadernos do IPAC” foi disponibilizada na internet para que estudantes, professores, artistas e outros interessados tenham acesso. Os livros são compostos por fotos e textos exclusivos que integraram dossiês de registro dos bens imateriais da Bahia como Patrimônio Cultural do Estado. A Fundação Pedro Calmon (FPC) apoiou a edição e a TV Educativa do Instituto de Radiodifusão da Bahia (Irdeb) realizou gravações para documentários que foram distribuídosem DVD. Ostemas são Pano da Costa, Festa de Santa Bárbara, Festa da Boa Morte, Carnaval de Maragojipe e Desfile dos Afoxés.
Segundo o gerente de Pesquisa e Legislação (Gepel) do IPAC – setor responsável pelos livros –, Mateus Torres, as primeiras edições da versão impressa, distribuídas entre abril e dezembro do ano passado (2010), esgotaram rapidamente. “Três mil exemplares para cada livro não atenderam a grande demanda e já nos faz pensar em imprimir nova edição”, diz Torres. O gerente explica que, por isso, todas as publicações estão na internet para download. Os livros impressos foram para bibliotecas e escolas públicas, instituições artísticas e culturais, entre outras entidades e, com o término da doação, só são encontrados agora na internet. Os pesquisadores são os que mais procuram os cadernos.
A política pública do IPAC para os bens intangíveis, iniciada em 2007, vem propiciando registro da memória e reflexões sobre os patrimônios culturais baianos, auxiliando na salvaguarda dessas manifestações culturais. As redes públicas de ensino municipais e estaduais, faculdades e universidades já utilizam os livros do IPAC em salas de aula. Segundo dados do IPAC, nos últimos quatro anos a Bahia se destacou como referência nacional por trabalhos que visam salvaguarda de bens imateriais. Os livros e DVD são mais uma ação que reafirmam essa posição.
“De2007 a2010 o governo baiano já decretou os reconhecimentos de Patrimônios Imateriais para a Festa da Boa Morte em Cachoeira e Carnaval de Maragojipe nesta cidade, além da Festa de Santa Bárbara e do Desfile dos Afoxés em Salvador”, relata Torres. O IPAC ainda está realizando estudos sobre Ofício dos Vaqueiros, Ofício dos Mestres Organistas, Maculelê e Festa do Bembéem Santo Amaro.
Os estudos para registro de um bem imaterial duram de seis meses até dois anos, a depender do tema pesquisado. “Para ser um Patrimônio do Estado é fundamental averiguar antes se o bem cultural é importante para a Bahia ou somente para uma localidade”, esclarece o gerente do IPAC. As prefeituras são responsáveis por patrimônios de relevância municipal, o Estado por bens de representatividade para a Bahia, enquanto o governo federal fica com tutela dos bens de proeminência nacional. Mais informações são obtidas Gepel/IPAC via telefone (71) 3116-6741. Acesse www.ipac.ba.gov.br.
Assessoria de Comunicação IPAC – em 25.03.2011 - Jornalista responsável Geraldo Moniz (drt-ba 1498) – (71) 8731-2641 – Texto base: estagiária Taiane Barros e Geraldo Moniz. Contatos: (71) 3117-6490, ascom.ipac@ipac.ba.gov.br - www.ipac.ba.gov.br - Facebook: Ipacba Patrimônio - Twitter: @ipac_ba
A série “Cadernos do IPAC” foi disponibilizada na internet para que estudantes, professores, artistas e outros interessados tenham acesso. Os livros são compostos por fotos e textos exclusivos que integraram dossiês de registro dos bens imateriais da Bahia como Patrimônio Cultural do Estado. A Fundação Pedro Calmon (FPC) apoiou a edição e a TV Educativa do Instituto de Radiodifusão da Bahia (Irdeb) realizou gravações para documentários que foram distribuídosem DVD. Ostemas são Pano da Costa, Festa de Santa Bárbara, Festa da Boa Morte, Carnaval de Maragojipe e Desfile dos Afoxés.
Segundo o gerente de Pesquisa e Legislação (Gepel) do IPAC – setor responsável pelos livros –, Mateus Torres, as primeiras edições da versão impressa, distribuídas entre abril e dezembro do ano passado (2010), esgotaram rapidamente. “Três mil exemplares para cada livro não atenderam a grande demanda e já nos faz pensar em imprimir nova edição”, diz Torres. O gerente explica que, por isso, todas as publicações estão na internet para download. Os livros impressos foram para bibliotecas e escolas públicas, instituições artísticas e culturais, entre outras entidades e, com o término da doação, só são encontrados agora na internet. Os pesquisadores são os que mais procuram os cadernos.
A política pública do IPAC para os bens intangíveis, iniciada em 2007, vem propiciando registro da memória e reflexões sobre os patrimônios culturais baianos, auxiliando na salvaguarda dessas manifestações culturais. As redes públicas de ensino municipais e estaduais, faculdades e universidades já utilizam os livros do IPAC em salas de aula. Segundo dados do IPAC, nos últimos quatro anos a Bahia se destacou como referência nacional por trabalhos que visam salvaguarda de bens imateriais. Os livros e DVD são mais uma ação que reafirmam essa posição.
“De2007 a2010 o governo baiano já decretou os reconhecimentos de Patrimônios Imateriais para a Festa da Boa Morte em Cachoeira e Carnaval de Maragojipe nesta cidade, além da Festa de Santa Bárbara e do Desfile dos Afoxés em Salvador”, relata Torres. O IPAC ainda está realizando estudos sobre Ofício dos Vaqueiros, Ofício dos Mestres Organistas, Maculelê e Festa do Bembéem Santo Amaro.
Os estudos para registro de um bem imaterial duram de seis meses até dois anos, a depender do tema pesquisado. “Para ser um Patrimônio do Estado é fundamental averiguar antes se o bem cultural é importante para a Bahia ou somente para uma localidade”, esclarece o gerente do IPAC. As prefeituras são responsáveis por patrimônios de relevância municipal, o Estado por bens de representatividade para a Bahia, enquanto o governo federal fica com tutela dos bens de proeminência nacional. Mais informações são obtidas Gepel/IPAC via telefone (71) 3116-6741. Acesse www.ipac.ba.gov.br.
Assessoria de Comunicação IPAC – em 25.03.2011 - Jornalista responsável Geraldo Moniz (drt-ba 1498) – (71) 8731-2641 – Texto base: estagiária Taiane Barros e Geraldo Moniz. Contatos: (71) 3117-6490, ascom.ipac@ipac.ba.gov.br - www.ipac.ba.gov.br - Facebook: Ipacba Patrimônio - Twitter: @ipac_ba