04/07/2013
Os vencedores do 1º, 2º e 3º lugares da ‘Premiação de Fachadas Decoradas do Cortejo 2 de Julho’ serão anunciados após o dia 22. A informação é da comissão julgadora convidada pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), autarquia vinculada à Secretaria de Cultura do Estado (Secult-BA), que, neste ano (2013), ficou responsável pela ação.
Antes, a premiação era feita pela Fundação Gregório de Mattos (FGM), mas como não acontecia desde 2010, o IPAC, responsável pelo registro do Cortejo como Bem Cultural Imaterial da Bahia, resolveu assumir a premiação.
Para compor o júri, foram convidados profissionais da área cultural, que vistoriaram todos os imóveis decorados por onde passou o cortejo no último dia 2. A comissão é composta pela jornalista e doutoranda em Antropologia pela UFBA, Cleidiana Ramos, os arquitetos Cássio Luiz, da FGM, e Paulo Nunes, do IPAC, além da pesquisadora do Centro de Estudos de Arquitetura da Bahia (CEAB), Mariely Santana, e da fotógrafa e coordenadora da Oi Kabum! Salvador, Isabel Gouvêa.
Todas as fachadas decoradas do trajeto foram fotografadas em diversos ângulos e o júri estará analisando conforme critérios de temática cívica, preservação do patrimônio edificado, criatividade, originalidade e preocupação com o meio ambiente. Serão premiadas em dinheiro as que ficarem em 1º, 2º e 3º e receberão menções honrosas as duas seguintes por ordem de classificação. O resultado será publicado no Diário Oficial do Estado, em veículos de comunicação baianos e no site www.ipac.ba.gov.br.
“É uma grande oportunidade profissional e cívica, pois a festa, além de ser uma tradição popular, é algo espontâneo na vida dos baianos. O 2 de Julho é uma festa do povo”, afirma Cleidiana Ramos, uma das integrantes do júri. Para o arquiteto Cássio Luiz, da FGM, que participou de outras cinco comissões de julgamentos para o 2 de Julho, “é uma honra participar da retomada desta escolha da melhor decoração. Espero que ela ocorra anualmente, pois valoriza a arquitetura e a cultura dos baianos”, diz.
O arquiteto Paulo Nunes ressalta a inconstância da premiação e espera que, agora, como a iniciativa do IPAC, o julgamento e participação de moradores e comerciantes passem a ser uma tradição na cidade. “Havia algum tempo que o concurso de fachadas estava parado. Resgatando novamente essa ideia, o IPAC reaviva tradições, costumes e hábitos da Bahia”, completa.
A tradição de se decorar fachadas de casas durante desfiles e outras comemorações cívicas é antiga e percorre diversas civilizações e nações ao longo dos tempos, incluindo os chineses, romanos da Roma antiga, gregos, egípcios, árabes, francos medievais, ibéricos, assim como os espanhóis e portugueses, até chegar nos colonizadores do Brasil.
Tapetes, tecidos coloridos, flores, guirlandas, folhas, arbustos, são algumas das primeiras decorações até chegar aos dias de hoje, onde se utilizam diversos materiais e até encenações ao vivo. Registros do IPAC apontam que existiam concursos de fachadas no Cortejo 2 de Julho, em Salvador, desde 1909.
Informações sobre a Premiação estão disponibilizadas no regulamento acessado (http://www.ipac.ba.gov.br/downloads ) via primeira página do sitewww.ipac.ba.gov.br, na seção Download, e depois na ‘Geral’, achando o título ‘Premiação de Fachadas Decoradas – 2013’.
Outros dados sobre o IPAC via sua Gerência de Patrimônio Imaterial (GEIMA) nos telefones (71) 3116-6741 e 3116-6828 ou do endereço eletrônicogeima.ipac@ipac.ba.gov.br. Fique informado via site www.ipac.ba.gov.br, Facebook Ipacba Patrimônio e Twitter @ipac_ba.
Comissão julgadora
Cleidiana Ramos - Repórter especial no jornal A Tarde (BA), é mestre em estudos étnicos e africanos e doutoranda em Antropologia, ambos os cursos pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Escreve reportagens sobre temas ligados à cultura, identidade e religiosidade negras desde 2003.
Mariely Santana – Formada em Arquitetura pela UFBA, com especialização em Conservação e Restauro e mestrado em arquitetura com área de concentração em Conservação e Restauro. Professora da Universidade Metropolitana de Educação e Cultura (Unime), pesquisadora pelo Centro de Estudos de Arquitetura da Bahia (CEAB) - linha de pesquisa: Patrimônio Material e Arquitetura.
Paulo Nunes - Formado em Arquitetura na Universidade Federal da Bahia (UFBA), com especialização em Gestão Ambiental e Conservação e Restauro de Monumentos e Conjuntos Históricos, tendo exercido vários cargos no IPAC. Foi responsável pela pesquisa e curadoria da exposição itinerante “IPAC EXPO 40 ANOS”. Também foi autor de propostas de cartilhas, em forma de história em quadrinhos, e do texto “Patrimônio”, publicado recentemente no Caderno do IPAC – Ofício de Vaqueiros.
Isabel Gouvêa – Fotógrafa há 40 anos. Coordenadora da Oi Kabum! Salvador – projeto educativo do Instituto Oi Futuro em parceria com a ONG Cipó Comunicação Interativa e com o Governo do Estado, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), da Secretaria de Cultura.
Cássio Luiz – Arquiteto há 25 anos. Cursa mestrado em arquitetura com área de concentração em Conservação e Restauro pela UFBA e é artista plástico contemporâneo.
Fotos em Alta Resolução:
http://www.flickr.com/photos/secultba/sets/72157634470197920/
Crédito Fotográfico obrigatório: Lei nº 9610/98
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 03.07.2013
Jornalista responsável Geraldo Moniz (DRT-BA nº 1498)
(71) 8731-2641
Texto-base: Djalma Júnior - Estagiário de jornalismo
Edição: Silvana Malta (coordenadora de jornalismo - DRT-BA nº 1907)
(71) 3117-6490, 3116-6673, 9953-0975
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br, www.ipac.ba.gov.br
Facebook: Ipacba Patrimônio
Twitter: @ipac_ba
Antes, a premiação era feita pela Fundação Gregório de Mattos (FGM), mas como não acontecia desde 2010, o IPAC, responsável pelo registro do Cortejo como Bem Cultural Imaterial da Bahia, resolveu assumir a premiação.
Para compor o júri, foram convidados profissionais da área cultural, que vistoriaram todos os imóveis decorados por onde passou o cortejo no último dia 2. A comissão é composta pela jornalista e doutoranda em Antropologia pela UFBA, Cleidiana Ramos, os arquitetos Cássio Luiz, da FGM, e Paulo Nunes, do IPAC, além da pesquisadora do Centro de Estudos de Arquitetura da Bahia (CEAB), Mariely Santana, e da fotógrafa e coordenadora da Oi Kabum! Salvador, Isabel Gouvêa.
Todas as fachadas decoradas do trajeto foram fotografadas em diversos ângulos e o júri estará analisando conforme critérios de temática cívica, preservação do patrimônio edificado, criatividade, originalidade e preocupação com o meio ambiente. Serão premiadas em dinheiro as que ficarem em 1º, 2º e 3º e receberão menções honrosas as duas seguintes por ordem de classificação. O resultado será publicado no Diário Oficial do Estado, em veículos de comunicação baianos e no site www.ipac.ba.gov.br.
“É uma grande oportunidade profissional e cívica, pois a festa, além de ser uma tradição popular, é algo espontâneo na vida dos baianos. O 2 de Julho é uma festa do povo”, afirma Cleidiana Ramos, uma das integrantes do júri. Para o arquiteto Cássio Luiz, da FGM, que participou de outras cinco comissões de julgamentos para o 2 de Julho, “é uma honra participar da retomada desta escolha da melhor decoração. Espero que ela ocorra anualmente, pois valoriza a arquitetura e a cultura dos baianos”, diz.
O arquiteto Paulo Nunes ressalta a inconstância da premiação e espera que, agora, como a iniciativa do IPAC, o julgamento e participação de moradores e comerciantes passem a ser uma tradição na cidade. “Havia algum tempo que o concurso de fachadas estava parado. Resgatando novamente essa ideia, o IPAC reaviva tradições, costumes e hábitos da Bahia”, completa.
A tradição de se decorar fachadas de casas durante desfiles e outras comemorações cívicas é antiga e percorre diversas civilizações e nações ao longo dos tempos, incluindo os chineses, romanos da Roma antiga, gregos, egípcios, árabes, francos medievais, ibéricos, assim como os espanhóis e portugueses, até chegar nos colonizadores do Brasil.
Tapetes, tecidos coloridos, flores, guirlandas, folhas, arbustos, são algumas das primeiras decorações até chegar aos dias de hoje, onde se utilizam diversos materiais e até encenações ao vivo. Registros do IPAC apontam que existiam concursos de fachadas no Cortejo 2 de Julho, em Salvador, desde 1909.
Informações sobre a Premiação estão disponibilizadas no regulamento acessado (http://www.ipac.ba.gov.br/
Outros dados sobre o IPAC via sua Gerência de Patrimônio Imaterial (GEIMA) nos telefones (71) 3116-6741 e 3116-6828 ou do endereço eletrônicogeima.ipac@ipac.ba.gov.br. Fique informado via site www.ipac.ba.gov.br, Facebook Ipacba Patrimônio e Twitter @ipac_ba.
Comissão julgadora
Cleidiana Ramos - Repórter especial no jornal A Tarde (BA), é mestre em estudos étnicos e africanos e doutoranda em Antropologia, ambos os cursos pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Escreve reportagens sobre temas ligados à cultura, identidade e religiosidade negras desde 2003.
Mariely Santana – Formada em Arquitetura pela UFBA, com especialização em Conservação e Restauro e mestrado em arquitetura com área de concentração em Conservação e Restauro. Professora da Universidade Metropolitana de Educação e Cultura (Unime), pesquisadora pelo Centro de Estudos de Arquitetura da Bahia (CEAB) - linha de pesquisa: Patrimônio Material e Arquitetura.
Paulo Nunes - Formado em Arquitetura na Universidade Federal da Bahia (UFBA), com especialização em Gestão Ambiental e Conservação e Restauro de Monumentos e Conjuntos Históricos, tendo exercido vários cargos no IPAC. Foi responsável pela pesquisa e curadoria da exposição itinerante “IPAC EXPO 40 ANOS”. Também foi autor de propostas de cartilhas, em forma de história em quadrinhos, e do texto “Patrimônio”, publicado recentemente no Caderno do IPAC – Ofício de Vaqueiros.
Isabel Gouvêa – Fotógrafa há 40 anos. Coordenadora da Oi Kabum! Salvador – projeto educativo do Instituto Oi Futuro em parceria com a ONG Cipó Comunicação Interativa e com o Governo do Estado, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), da Secretaria de Cultura.
Cássio Luiz – Arquiteto há 25 anos. Cursa mestrado em arquitetura com área de concentração em Conservação e Restauro pela UFBA e é artista plástico contemporâneo.
Fotos em Alta Resolução:
http://www.flickr.com/photos/
Crédito Fotográfico obrigatório: Lei nº 9610/98
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 03.07.2013
Jornalista responsável Geraldo Moniz (DRT-BA nº 1498)
(71) 8731-2641
Texto-base: Djalma Júnior - Estagiário de jornalismo
Edição: Silvana Malta (coordenadora de jornalismo - DRT-BA nº 1907)
(71) 3117-6490, 3116-6673, 9953-0975
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br, www
Facebook: Ipacba Patrimônio
Twitter: @ipac_ba