02/04/2014
Os resultados dos estudos e pesquisas para a identidade visual da 3ª Bienal da Bahia serão apresentados ao público nesta sexta-feira (04), a partir das 17h30, no casarão do Museu de Arte Moderna (MAM), Solar do Unhão (Av. Contorno, s/nº), em Salvador.
No mesmo local e horário se apresentará a Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) com composições do alemão Richard Strauss (1864-1949). O acesso é gratuito mas a lotação é de até 300 pessoas, que devem chegar cedo para obter o ticket de entrada, por ordem de chegada.
A identidade visual da 3ª Bienal foi criada pelo artista baiano Juraci Dórea que tem como fonte de inspiração frequente o sertão nordestino e a cultura popular. Nascido e criado em Feira de Santana, Dórea tem formação em Arquitetura pela Universidade Federal da Bahia, e é mestre em Literatura e Diversidade Cultural pela Universidade Estadual de Feira de Santana.
Desde a década de 1960 Juraci atua como pintor, roteirista e poeta. Segundo ele, foi surpreendido pelo convite para criar a identidade visual da Bienal. “Optei por fazer um caderno com sugestões e desenhos com a mente livre. Foi um processo artesanal e gostei do resultado final, da síntese. Para mim é um privilégio”, afirma o artista.
O artista já participou das Bienais de São Paulo (1987), Veneza (Itália, 1988), e Havana (Cuba, 1989). Com exposições em diversas cidades brasileiras, como Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Fortaleza, Recife, Belém e Salvador, e no exterior em Tóquio, Atami e Quioto, no Japão, e Paris, na França, Juraci tem boas expectativas para a 3ª Bienal da Bahia que tem como temática a indagação: ‘É tudo Nordeste?’.
“Agora é o momento significativo para a Bahia e para o Nordeste, principalmente com as características abertas e de processo que esta Bienal está sendo pensada. É um grande momento para as artes”, sinaliza. A 3ª Bienal acontece 46 anos depois da segunda edição, ocorrida em 1968, no Convento da Lapa, em Salvador, e que foi interrompida pela ditadura militar e civil, com artistas presos e obras de arte confiscadas.
CONTRADISCURSO – Para a designer e diretora de Arte da 3ª Bienal, Dinha Ferrero, que deu prosseguimento à aplicação da identidade visual criada por Juraci, a escolha se embasou em imagens que imprimissem um contradiscurso ao repertório visual das Bienais já existentes no Brasil. A ideia foi buscar um conceito no qual os baianos pudessem se reconhecer, fugindo dos clichês culturais e visuais da Bahia.
“O trabalho de Juraci é maravilhoso e importantíssimo para entender a Bahia. O estudo que ele fez não apenas da marca, mas de toda a identidade visual, explica um pouco isso. Temos o caderno do processo criativo dele, todo desenhado à mão, desde o primeiro risco, que será exibido ao público através de projetor para o público presente”, diz Dinha Ferrero.
Ambas as ações, identidade visual da 3ª Bienal e apresentação da OSBA, são iniciativas da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). A Bienal é realizada sob coordenação geral do MAM, através de convênio entre Fundação Hansen Bahia e Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC).
A programação da 3ª Bienal da Bahia terá 100 dias de ações que começam em 29 de maio e terminam em 7 de setembro, em Salvador e em mais 10 municípios baianos. Acesse os siteswww.bienaldabahia2014.com.br e www.issuu.com/bienaldabahia. Neste último, estão as publicações da 3ª Bienal. Se informe ainda pela fanpage do Facebook: ‘Bienal da Bahia’.
SERVIÇO:
O que: apresentação pública da Identidade Visual da 3ª Bienal da Bahia
Onde: casarão do MAM – Solar do Unhão, Av. Contorno s/nº, Salvador, Bahia
Quando: 04.04 (sexta-feira), a partir das 17h30
Informações: www.bienaldabahia2014.com.br
Evento gratuito com 300 senhas distribuídas por ordem de chegada
Em 02.04.2014
Assessoria de Imprensa da 3ª Bienal da Bahia 2014
José Antônio Moreno – Companhia de Comunicação
antoniomoreno19@gmail.com
(71) 8892-1119
Coordenação de Comunicação Institucional - 3ª Bienal da Bahia 2014
Geraldo Moniz de Aragão (drt-ba nº 1498)
geraldomoniz.ipac@gmail.com
(71) 8731-2641, 9922-1743, 9110-5099
Texto-base: Blenda Tourinho
(71) 3117-6490, 3116-6673, 8371-0304
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
www.ipac.ba.gov.br
Facebook: Ipacba Patrimônio - Twitter: @ipac_ba
No mesmo local e horário se apresentará a Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) com composições do alemão Richard Strauss (1864-1949). O acesso é gratuito mas a lotação é de até 300 pessoas, que devem chegar cedo para obter o ticket de entrada, por ordem de chegada.
A identidade visual da 3ª Bienal foi criada pelo artista baiano Juraci Dórea que tem como fonte de inspiração frequente o sertão nordestino e a cultura popular. Nascido e criado em Feira de Santana, Dórea tem formação em Arquitetura pela Universidade Federal da Bahia, e é mestre em Literatura e Diversidade Cultural pela Universidade Estadual de Feira de Santana.
Desde a década de 1960 Juraci atua como pintor, roteirista e poeta. Segundo ele, foi surpreendido pelo convite para criar a identidade visual da Bienal. “Optei por fazer um caderno com sugestões e desenhos com a mente livre. Foi um processo artesanal e gostei do resultado final, da síntese. Para mim é um privilégio”, afirma o artista.
O artista já participou das Bienais de São Paulo (1987), Veneza (Itália, 1988), e Havana (Cuba, 1989). Com exposições em diversas cidades brasileiras, como Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Fortaleza, Recife, Belém e Salvador, e no exterior em Tóquio, Atami e Quioto, no Japão, e Paris, na França, Juraci tem boas expectativas para a 3ª Bienal da Bahia que tem como temática a indagação: ‘É tudo Nordeste?’.
“Agora é o momento significativo para a Bahia e para o Nordeste, principalmente com as características abertas e de processo que esta Bienal está sendo pensada. É um grande momento para as artes”, sinaliza. A 3ª Bienal acontece 46 anos depois da segunda edição, ocorrida em 1968, no Convento da Lapa, em Salvador, e que foi interrompida pela ditadura militar e civil, com artistas presos e obras de arte confiscadas.
CONTRADISCURSO – Para a designer e diretora de Arte da 3ª Bienal, Dinha Ferrero, que deu prosseguimento à aplicação da identidade visual criada por Juraci, a escolha se embasou em imagens que imprimissem um contradiscurso ao repertório visual das Bienais já existentes no Brasil. A ideia foi buscar um conceito no qual os baianos pudessem se reconhecer, fugindo dos clichês culturais e visuais da Bahia.
“O trabalho de Juraci é maravilhoso e importantíssimo para entender a Bahia. O estudo que ele fez não apenas da marca, mas de toda a identidade visual, explica um pouco isso. Temos o caderno do processo criativo dele, todo desenhado à mão, desde o primeiro risco, que será exibido ao público através de projetor para o público presente”, diz Dinha Ferrero.
Ambas as ações, identidade visual da 3ª Bienal e apresentação da OSBA, são iniciativas da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). A Bienal é realizada sob coordenação geral do MAM, através de convênio entre Fundação Hansen Bahia e Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC).
A programação da 3ª Bienal da Bahia terá 100 dias de ações que começam em 29 de maio e terminam em 7 de setembro, em Salvador e em mais 10 municípios baianos. Acesse os siteswww.bienaldabahia2014.com.br e www.issuu.com/bienaldabahia. Neste último, estão as publicações da 3ª Bienal. Se informe ainda pela fanpage do Facebook: ‘Bienal da Bahia’.
SERVIÇO:
O que: apresentação pública da Identidade Visual da 3ª Bienal da Bahia
Onde: casarão do MAM – Solar do Unhão, Av. Contorno s/nº, Salvador, Bahia
Quando: 04.04 (sexta-feira), a partir das 17h30
Informações: www.bienaldabahia2014.com.br
Evento gratuito com 300 senhas distribuídas por ordem de chegada
Em 02.04.2014
Assessoria de Imprensa da 3ª Bienal da Bahia 2014
José Antônio Moreno – Companhia de Comunicação
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(71) 8892-1119
Coordenação de Comunicação Institucional - 3ª Bienal da Bahia 2014
Geraldo Moniz de Aragão (drt-ba nº 1498)
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(71) 8731-2641, 9922-1743, 9110-5099
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