Funcionamento museus Dimus no sábado 28/06

27/06/2014
Em virtude da classificação do Brasil para as oitavas de final da Copa do Mundo 2014, e por conta do jogo com o Chile, às 13h, os museus vinculados à Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC),não estarão funcionando amanhã, sábado, 28/06. São eles: Centro Cultural Solar Ferrão (que abriga o Museu Abelardo Rodrigues), Museu Tempostal e Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica, todos no Pelourinho. O mesmo vale para o Parque Histórico Castro Alves, localizado em Cabaceiras do Paraguaçu.

Em julho - Nos dias de jogo na Fonte Nova (01 e 05 de julho) os museus DIMUS estarão fechados. No dia da Independência da Bahia, 02 de julho, os museus permanecem fechados devido ao feriado. Nos demais dias, até o final da Copa, os museus permanecem com o horário especial de funcionamento das 9h às 15h. Este esquema fica dependendo, porém dos resultados do campeonato.

 

Confira informações sobre os museus, acervos e exposições:

SOLAR FERRÃO

1- A Exposição de Arte Africana – Coleção Claudio Masella apresenta a riqueza estética e a diversidade da produção cultural africana do século XX, expressada em objetos, sobretudo máscaras, estatuetas e utensílios de uso cotidiano ou ritualístico. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004, pelo industrial italiano Claudio Masella, as obras representam vários estilos étnicos das sociedades africanas.

2- A Coleção de Arte Popular reúne peças representativas da Cultura Popular do Nordeste. O acervo reunido por Martim Gonçalves e, posteriormente, ampliado pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi é composto por peças utilitárias e figurativas, dentre elas carrancas, ex-votos, imaginária, esculturas em cerâmica, fifós, panelas, potes de barro, brinquedos, utensílios domésticos e objetos criados a partir de materiais recicláveis, que mostram uma sintonia entre a arte e a vida cotidiana.

3- As Plásticas Sonoras, de Walter Smetak, são consideradas obras de arte por críticos e pesquisadores, e podem ser conferidas na mostra de longa duração Smetak – O Alquimista do Som. Estas peças do acervo da família do músico suíço foram restauradas e expostas somente nos Museus de Arte Moderna da Bahia e de São Paulo, em 2007 e 2008. O acervo está tombado provisoriamente, em estudo para composição do dossiê.

Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e três coleções: a coleção da arquiteta Lina Bo Bardi, a Coleção Claudio Masella e a Coleção de Instrumentos Musicais Walter Smetak.

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 45, Pelourinho, Salvador

(71) 3116- 6743

 

MUSEU TEMPOSTAL

1- Em comemoração aos 40 anos de exibição da coleção que deu origem ao Museu Tempostal, o espaço apresenta a instalação visual Museu Tempostal: uma viagem no tempo, até 21 de setembro. A instalação visual reúne imagens de cartões postais da coleção que conta a história do museu e do colecionador Antônio Marcelino. “O objetivo é também destacar a importância do acervo na iconografia baiana. As imagens dessa mostra permitem ao público uma viagem no tempo e uma reflexão do verdadeiro significado dessa coleção”, explica Luzia Ventura, coordenadora do museu.

2 - Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro).

3- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana.

4 - A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão.

Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas.

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho, Salvador

(71) 3117-6383

 

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

1- Até 13 de julho é possível conferir o resultado do trabalho de alunos da Universidade Salvador (UNIFACS) que tem como inspiração a tendência do azulejo  na moda. Cerca de 11 lenços de cetim, estampados pela técnica de sublimação que reproduzem as cores, formas e elementos dos diversos estilos de azulejos estão em exposição no museu na mostra 'O azulejo e a moda'.

2- A exposição  Udo, o Artista é uma nova proposta de exposição para a galeria do piso térreo do Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica, onde pretende trazer ao espaço o lado criacionista do artista que dá nome à instituição, apresentando as várias possibilidades do ceramista ao trabalhar na criação de motivos em azulejos e na criação ou utilização de suportes de cerâmica para função de decorar. Udo, o Artista, também vai exibir uma coleção de suportes utilizados pelo artista, como equipamentos, ferramentas e matérias-primas.

3- Ampliada com 14 obras, sendo 12 delas do ceramista alemão Udo Knoff, a mostra Azulejos de Udo constrói uma leitura histórica sobre as especificidades do cenário urbano ao apresentar mais de 300 azulejos que trazem parte significativa da arquitetura de Salvador.  A mistura de história e arte, somada ao trabalho rebuscado da coleção, contextualiza o papel social e artístico da cerâmica – legado do trabalho do ceramista alemão Udo Knoff.

Sobre o museu: A exposição de longa duração apresenta uma mostra de azulejos da coleção do artista e patrono do museu, Udo Knoff, trazendo parte significativa da arquitetura de Salvador, permitindo uma leitura histórica sobre as especificidades deste cenário urbano.  O Museu Udo Knoff oferece ao público a possibilidade de fazer releituras dos azulejos da coleção de Udo Knoff, a partir da visita mediada com a atividade educativa “Composição Decorativa” que pode ser realizada com os mais diversos públicos (com agendamento prévio).

Entrada: grátis

Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho, Salvador

(71) 3117-6389

 

MUSEU ABELARDO RODRIGUES

Sobre o museu: o Museu Abelardo Rodrigues preserva uma das mais importantes coleções de arte sacra do país, reunida pelo pernambucano que dá nome ao museu. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia.

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho, Salvador

(71) 3117-6440

 

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

Sobre o museu: por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil. São objetos que pertenceram a Castro Alves e seus familiares. O público pode ainda usufruir da biblioteca com cerca de 700títulos e dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras.Anualmente, o Parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio de Castro Alves.

Entrada: grátis

Praça Castro Alves, 106, Centro, Cabaceiras do Paraguaçu/BA

(75) 3681-1102

 



Yara Vasku

Jornalista DRT/PR 2904

Dimus – Diretoria de Museus – BA

(71) 3117-6445/ 9119-7746

Núcleo de Comunicação
Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia

Palácio da Aclamação

Avenida 7 de Setembro, 1.330, Campo Grande – Salvador/BA - CEP 40.080.001
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