14/07/2015
O início do programa Este Nosso não é um Museu acontece nesta quinta-feira, 16/07, a partir das 13h, com abertura da exposição Forte como Papel no Casarão do MAM-BA. Na programação: a partir das 14h encontro de crianças no Pinte no MAM especial; às 16h atividade Como falar italiano com as mãos; e às 19h30 na Capela, edição nº 52 do projeto Pós Lida: recital de poesia e alguma prosa.
Após a exposição As Aventuras de Pierre Verger, que recebeu mais de 33 mil visitantes, o Museu de Arte Moderna da Bahia reabre as portas do Casarão para receber a mostra Forte como Papel, primeira atividade do programa Este Nosso não é um Museu.
A exposição, resultado de uma parceria com o Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro, mostra peças utilitárias e esculturas de papelão dos artistas e designers Bruno Munari, Enzo Mari, Giulio Paolini, Paolo Ulian, Virgilio Villoresi e Emiliano Ponzi, numa apresentação do uso do papel no design e a ilustração italianos.
O público terá acesso também a cartas, documentos do período, fotos, entre outros materiais documentais que representam o pensamento e trabalho dos designers-artistas participantes do projeto.
Este Nosso não é um Museu
O programa Este Nosso não é um Museu surge com a intenção de ocupar os espaços do Museu de Arte Moderna da Bahia nos mais diversos sentidos, utilizando exposições, exibição de filmes, oficinas, palestras, mostras de documentação histórica e demais atividades que compõem a história cotidiana do Museu de Arte Moderna da Bahia e sua relação com a comunidade baiana.
A expressão “Este Nosso não é um Museu” aparece em um documento (parte do acervo do MAM-BA) escrito pela arquiteta Lina Bo Bardi (primeira diretora da instituição) na abertura do Museu no início dos anos 1960, ao explicar qual deveria ser o papel do Museu de Arte Moderna da Bahia:
Este nosso não é um Museu, o termo é impróprio (...). Este nosso deveria se chamar Centro, Movimento, Escola (...). É neste sentido que adotamos a palavra Museu.
(...) A Natureza e o mundo das coisas é a matéria que encontramos. De suas leis não podemos fugir e cada conquista aparente fora da Natureza evidencia apenas um insuficiente estudo científico, ou, no campo da arte, crítico, do desenvolver-se do fato. (...) Uma época nova já começou e quem não chega a compreender sua necessidade lúcida e rigorosa, melancólica sem pieguice, profundamente poética, corre o perigo de ficar de fora. A consciência crítica e a continuidade histórica são a grande herança do homem moderno.”
Programação
Além da exposição Forte Como Papel, o projeto de ocupação do Casarão e Capela do Museu de Arte Moderna da Bahia conta ainda com uma intensa programação:
Micro-exposição de fotos e documentos originais que integram o acervo do MAM-BA, produzidos no período de fundação do Museu de Arte Moderna da Bahia - entre essa documentação, cartas e ensaios escritos por Lina Bo Bardi, primeira diretora do MAM-BA; oficina de mobiliário em papel, aberta ao público gratuitamente; filmes de trabalho, documentando o tempo e os gestos da rotina no MAM-BA; a partiur das 14h, o Pinte no MAM edição especial; às 16h atividade Como falar italiano com as mãos, inspirada coletânea de fotografias de gestos italianos do designer e pensador italiano Bruno Munari, Fale italiano: A fina arte dos gestos, que é parte da exposição; e a partir das 19h30 na Capela do MAM-BA, mais uma edição do projeto Pós Lida: recital de poesia e alguma prosa, edição nº 52, com o escritor Victor Mascarenhas e o poeta e mestrando em literatura Rafael dos Prazeres – o Pós Lida é capitaneado pelo poeta James Martins, sempre com entrada franca, e periodicidade quinzenal, comemorando em março três anos do projeto.
SERVIÇO
O que: Forte como Papel (dentro do projeto Este Nosso não é um Museu)
Onde: Museu de Arte Moderna da Bahia / IPAC
Abertura: 16/07/2015 (quinta-feira), a partir das 13h
Visitação: 16/07/2015 a 13/09/2015, terça a domingo, das 13h às 18h
Quanto: entrada gratuita para todas as atividades
Assessoria de Comunicação do MAM - 3116-8007 / 3117-3137
Após a exposição As Aventuras de Pierre Verger, que recebeu mais de 33 mil visitantes, o Museu de Arte Moderna da Bahia reabre as portas do Casarão para receber a mostra Forte como Papel, primeira atividade do programa Este Nosso não é um Museu.
A exposição, resultado de uma parceria com o Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro, mostra peças utilitárias e esculturas de papelão dos artistas e designers Bruno Munari, Enzo Mari, Giulio Paolini, Paolo Ulian, Virgilio Villoresi e Emiliano Ponzi, numa apresentação do uso do papel no design e a ilustração italianos.
O público terá acesso também a cartas, documentos do período, fotos, entre outros materiais documentais que representam o pensamento e trabalho dos designers-artistas participantes do projeto.
Este Nosso não é um Museu
O programa Este Nosso não é um Museu surge com a intenção de ocupar os espaços do Museu de Arte Moderna da Bahia nos mais diversos sentidos, utilizando exposições, exibição de filmes, oficinas, palestras, mostras de documentação histórica e demais atividades que compõem a história cotidiana do Museu de Arte Moderna da Bahia e sua relação com a comunidade baiana.
A expressão “Este Nosso não é um Museu” aparece em um documento (parte do acervo do MAM-BA) escrito pela arquiteta Lina Bo Bardi (primeira diretora da instituição) na abertura do Museu no início dos anos 1960, ao explicar qual deveria ser o papel do Museu de Arte Moderna da Bahia:
Este nosso não é um Museu, o termo é impróprio (...). Este nosso deveria se chamar Centro, Movimento, Escola (...). É neste sentido que adotamos a palavra Museu.
(...) A Natureza e o mundo das coisas é a matéria que encontramos. De suas leis não podemos fugir e cada conquista aparente fora da Natureza evidencia apenas um insuficiente estudo científico, ou, no campo da arte, crítico, do desenvolver-se do fato. (...) Uma época nova já começou e quem não chega a compreender sua necessidade lúcida e rigorosa, melancólica sem pieguice, profundamente poética, corre o perigo de ficar de fora. A consciência crítica e a continuidade histórica são a grande herança do homem moderno.”
Programação
Além da exposição Forte Como Papel, o projeto de ocupação do Casarão e Capela do Museu de Arte Moderna da Bahia conta ainda com uma intensa programação:
Micro-exposição de fotos e documentos originais que integram o acervo do MAM-BA, produzidos no período de fundação do Museu de Arte Moderna da Bahia - entre essa documentação, cartas e ensaios escritos por Lina Bo Bardi, primeira diretora do MAM-BA; oficina de mobiliário em papel, aberta ao público gratuitamente; filmes de trabalho, documentando o tempo e os gestos da rotina no MAM-BA; a partiur das 14h, o Pinte no MAM edição especial; às 16h atividade Como falar italiano com as mãos, inspirada coletânea de fotografias de gestos italianos do designer e pensador italiano Bruno Munari, Fale italiano: A fina arte dos gestos, que é parte da exposição; e a partir das 19h30 na Capela do MAM-BA, mais uma edição do projeto Pós Lida: recital de poesia e alguma prosa, edição nº 52, com o escritor Victor Mascarenhas e o poeta e mestrando em literatura Rafael dos Prazeres – o Pós Lida é capitaneado pelo poeta James Martins, sempre com entrada franca, e periodicidade quinzenal, comemorando em março três anos do projeto.
SERVIÇO
O que: Forte como Papel (dentro do projeto Este Nosso não é um Museu)
Onde: Museu de Arte Moderna da Bahia / IPAC
Abertura: 16/07/2015 (quinta-feira), a partir das 13h
Visitação: 16/07/2015 a 13/09/2015, terça a domingo, das 13h às 18h
Quanto: entrada gratuita para todas as atividades
Assessoria de Comunicação do MAM - 3116-8007 / 3117-3137