IPAC e Conselho de Cultura iniciam parceria

16/07/2015
Ainda neste segundo semestre (2015) o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) e o Conselho Estadual de Cultura da Bahia (CEC) iniciam parceria para otimizar trabalhos e serviços em benefício dos bens culturais baianos em todo o Estado. Dentre as ações previstas, está a intenção de conseguir um novo espaço temporário para instalação do CEC no Centro Histórico de Salvador, já que o prédio atual, no Palácio da Aclamação, não atende às necessidades do Conselho. IPAC e CEC estão vinculados administrativamente à Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

“Devemos estabelecer metas para atingir, conhecer e atender as demandas dos bens culturais dos diversos municípios baianos”, explica o diretor do IPAC, João Carlos de Oliveira, que esteve ontem (15) na sede do CEC, recebido pelo presidente do Conselho, Márcio Ângelo Ribeiro. Outras ações auxiliares às restaurações, vistorias e ao assessoramento técnico fornecido às prefeituras pelo IPAC em vários municípios podem ter apoio institucional do CEC.

SUBÚRBIO – “Como o IPAC dispõe de muitos equipamentos culturais e gerencia os mais importantes museus estaduais, pretendemos abrir espaço para trazer trabalhos artísticos desenvolvidos na periferia e no Subúrbio de Salvador, assim como, de cidades do interior do Estado”, ressalta Márcio Ângelo. Visitas técnicas e contatos com gestores e agentes municipais também serão agendados. “Já acertamos uma viagem a Juazeiro para contato local e prospecção para as demandas da área do patrimônio cultural”, completa Márcio.

Composto por 60 conselheiros (30 titulares e 30 suplentes), com caráter normativo e consultivo, o CEC integra o Sistema Estadual de Cultura, formulando a política estadual para essa área. Já o IPAC coordena a política pública de proteção aos patrimônios culturais baianos – materiais e imateriais – em articulação com prefeituras, órgãos federais, estaduais e municipais, e com a sociedade civil organizada.

DOSSIÊS – Criado em 1967, o CEC é a mais importante instância consultiva da Cultura na Bahia e detém uma Câmara de Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Natural que analisa e julga os pedidos de registros (patrimônios intangíveis) e tombamentos (bens materiais). “Outra proposta é acelerar as análises das dezenas de dossiês de tombamentos e registros criados pelo IPAC a partir das solicitações das populações dos municípios que desejam a proteção do Estado para as suas riquezas culturais”, finaliza João Carlos.

Mais dados sobre o CEC no site conselho.cultura.ba.gov.br ou Facebook ‘CECBahia’. Já IPAC no sitewww.ipac.ba.gov.br, Facebook ‘Ipacba Patrimônio’ e Twitter @ipac_ba.

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Márcio Ângelo Ribeiro, baiano, assumiu a presidência do CEC em junho passado. Ele é um dos conselheiros territoriais eleito na Conferência Estadual de Cultura. Atuou como coordenador do Colegiado de Desenvolvimento Territorial Sertão do São Francisco, foi coordenador do Centro de Cultura João Gilberto (Juazeiro), contribuiu na produção do Salão de Arte, do Festival Curtas 5 Minutos e nas Conferências Territoriais. Também foi um dos promotores do Circuito Cine João Gilberto e fundador do espaço cultural Casa Jordélio de Souza (Juazeiro). Além de ter atuado como agitador cultural e agente mobilizador no Território de Identidade Sertão do São Francisco.

João Carlos de Oliveira, baiano, é arquiteto (UFBA), com especialização em Monumentos e Conjuntos Históricos (CECRE), integra o quadro permanente do Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN) e atuou durante quase 20 anos em Minas Gerais e Rio de Janeiro em obras e projeto de restauro. Foi consultor do Programa Monumenta/MinC em Ouro Preto e, depois, chefe do Escritório Técnico do IPHAN em Congonhas (MG), de 2009 a 2012, e de Ouro Preto, de 2012 a 2014.

 

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Assessoria de Comunicação – IPAC, em 16.07.2015

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