27/07/2015
A importante trajetória do bloco afro Ilê Aiyê agora vai estar à disposição dos visitantes dos museus e bibliotecas do IPAC (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia). Hoje (segunda-feira, 27), às 17:30h, na Senzala do Barro Preto, no Curuzu, bairro da Liberdade, em Salvador, o bloco afro mais antigo do Brasil lança o livro ‘Ilê Aiyê – 40 anos’ e doa 100 exemplares para o IPAC.
O diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, já confirmou presença no evento e ressalta a importância da iniciativa. “Nesses 40 anos, o Ilê Ayiê e os seus integrantes, formam uma das mais significativas experiências de afirmação identitária e de auto-reconhecimento cultural do Brasil, sendo exemplo para outras manifestações, projetos e ações semelhantes no país”, afirma João Carlos. O IPAC é vinculado à secretaria estadual de Cultura (SecultBA), juntamente com a Fundação Pedro Calmon que administra bibliotecas e ganha exemplares.
Atualmente, o IPAC é responsável na capital baiana pelo Museu de Arte Moderna (MAM) no Solar do Unhão, o Palacete das Artes na Graça, o Museu de Arte no Corredor da Vitória, o Centro Cultural Solar Ferrão no Pelourinho e o Palácio da Aclamação no Campo Grande, dentre outros. No interior do estado, o Museu do Recolhimento em Santo Amaro, Museu do Recôncavo em Candeias e o Parque Castro Alves em Cabaceiras do Paraguaçu.
“Os espaços culturais do IPAC têm frequência garantida de milhares de pessoas/ano, onde além das exposições dispomos de lojas e bibliotecas para uso gratuito do público, que agora terão o livro do Ilê Aiyê”, completa João Carlos. A diretora do Centro de Culturas Populares Identitárias (CCPI) da SecultBA, Arany Santana, também diretora cultural do Ilê Aiyê, foi a principal articuladora para a doação de livros ao IPAC. “Arany é uma figura ímpar e colaboradora incansável quando falamos das articulações transversais entre órgãos e secretarias, com a sociedade civil e os movimentos populares”, relata o diretor do IPAC.
O livro apresenta personagens, cenários, conquistas e significados da trajetória do Ilê desde 1974. São 280 páginas que abordam o Curuzu, os circuitos do Carnaval, os estudantes da escola Mãe Hilda e as crianças da Band’erê, a Senzala do Barro Preto, os concursos da Beleza Negra, dentre outros temas importantes do Ilê. O texto é em português e inglês, e a publicação tem apoio da Caixa Cultural e do Governo do Estado da Bahia.
Dentre os autores dos textos, os professores Jaime Sodré, Maria de Lourdes Siqueira, Ana Célia da Silva, Rita Maia (com Dete Lima) e Arany Santana. O trabalho foi coordenado por Vovô do Ilê, que assina o texto de apresentação. Criado em 1974, o Ilê Aiyê tem objetivo de preservar, valorizar e expandir a cultura afro-brasileira. Dados sobre projetos, obras e ações do IPAC no site www.ipac.ba.gov.br. Conheça o facebook ‘Ipacba Patrimônio’ e o twitter @ipac_ba.
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Assessoria de Comunicação – IPAC, em 27.07.2015
Jornalista responsável Geraldo Moniz (DRT-BA nº 1498)
(71) 9110-5099, 9922-1743
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
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O diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, já confirmou presença no evento e ressalta a importância da iniciativa. “Nesses 40 anos, o Ilê Ayiê e os seus integrantes, formam uma das mais significativas experiências de afirmação identitária e de auto-reconhecimento cultural do Brasil, sendo exemplo para outras manifestações, projetos e ações semelhantes no país”, afirma João Carlos. O IPAC é vinculado à secretaria estadual de Cultura (SecultBA), juntamente com a Fundação Pedro Calmon que administra bibliotecas e ganha exemplares.
Atualmente, o IPAC é responsável na capital baiana pelo Museu de Arte Moderna (MAM) no Solar do Unhão, o Palacete das Artes na Graça, o Museu de Arte no Corredor da Vitória, o Centro Cultural Solar Ferrão no Pelourinho e o Palácio da Aclamação no Campo Grande, dentre outros. No interior do estado, o Museu do Recolhimento em Santo Amaro, Museu do Recôncavo em Candeias e o Parque Castro Alves em Cabaceiras do Paraguaçu.
“Os espaços culturais do IPAC têm frequência garantida de milhares de pessoas/ano, onde além das exposições dispomos de lojas e bibliotecas para uso gratuito do público, que agora terão o livro do Ilê Aiyê”, completa João Carlos. A diretora do Centro de Culturas Populares Identitárias (CCPI) da SecultBA, Arany Santana, também diretora cultural do Ilê Aiyê, foi a principal articuladora para a doação de livros ao IPAC. “Arany é uma figura ímpar e colaboradora incansável quando falamos das articulações transversais entre órgãos e secretarias, com a sociedade civil e os movimentos populares”, relata o diretor do IPAC.
O livro apresenta personagens, cenários, conquistas e significados da trajetória do Ilê desde 1974. São 280 páginas que abordam o Curuzu, os circuitos do Carnaval, os estudantes da escola Mãe Hilda e as crianças da Band’erê, a Senzala do Barro Preto, os concursos da Beleza Negra, dentre outros temas importantes do Ilê. O texto é em português e inglês, e a publicação tem apoio da Caixa Cultural e do Governo do Estado da Bahia.
Dentre os autores dos textos, os professores Jaime Sodré, Maria de Lourdes Siqueira, Ana Célia da Silva, Rita Maia (com Dete Lima) e Arany Santana. O trabalho foi coordenado por Vovô do Ilê, que assina o texto de apresentação. Criado em 1974, o Ilê Aiyê tem objetivo de preservar, valorizar e expandir a cultura afro-brasileira. Dados sobre projetos, obras e ações do IPAC no site www.ipac.ba.gov.br. Conheça o facebook ‘Ipacba Patrimônio’ e o twitter @ipac_ba.
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