Programação especial Dimus – 29/10 a 04/11

27/10/2015
Os museus vinculados à Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac) estarão fechados nesta sexta-feira (30/10), em função da transferência do Dia do Funcionário Público, comemorado originalmente em 28/10. Durante o fim de semana, os visitantes poderão conferir normalmente as exposições em cartaz no Solar Ferrão, Museu Abelardo Rodrigues, Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica e Museu Tempostal – todos localizados no Pelourinho – das 12 às 17h. No Parque Histórico Castro Alves, em Cabaceiras do Paraguaçu (BA), a visitação ocorrerá das 9h às 14h. Na segunda-feira (02/11), feriado de Finados, os museus seguirão fechados. Veja abaixo a programação:

 

 

DESTAQUES

 

Centro Cultural Solar Ferrão recebe exposição “África”


 


A exposição “África” conta com fotografias de regiões urbanas e rurais da Libéria e da Guiné, capturadas pelo arquiteto pernambucano Cássio Nogueira. Através das imagens, o público tem a chance de aprender sobre o cotidiano de pequenos vilarejos e capitais, famílias, trabalho, lazer, arte, tradições, comércio, e uma série de recortes sobre a vida e a realidade dos locais capturados pelo fotógrafo. A mostra é formada por um conjunto de 80 imagens produzidas entre 2008 e 2012, e pode ser conferida na galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Matos, 45 - Pelourinho) até o dia 15/11. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

 

Mostra Emília Biancardi em nova ala do Centro Cultural Solar Ferrão


 

A Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do Centro Cultural Solar Ferrão, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA). O Centro Cultural Solar Ferrão se localiza na Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho.

 

 

Exposição da Oficina de Xilogravuras no Parque Histórico Castro Alves


 


Até o final de novembro, fica em cartaz na Sala Multimídia do Parque Histórico Castro Alves (PHCA), localizado em Cabaceiras do Paraguaçu, no Recôncavo baiano, a exposição resultado da Oficina de Xilogravuras, desenvolvida com alunos do Colégio Professor Edvaldo Boaventura dentro da programação da Primavera de Museus. São 28 xilogravuras criadas pelos alunos. A oficina foi ministrada por Zimaldo Melo, publicitário formado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB), que trabalhou conceitos sobre o processo de reprodução da xilogravura, seguindo os passos do artista alemão Hansen Bahia. O PHCA integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

 

MUSEUS DIMUS

 

 

SOLAR FERRÃO

 

1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.

 

2- Coleção de Arte Popular.  Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. Permanente.

 

3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. Permanente.

 

4- Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente.

 

Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 45 - Pelourinho, Salvador (BA)

(71) 3116- 6743

 

 

MUSEU ABELARDO RODRIGUES

 

O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6440

 

 

MUSEU TEMPOSTAL

 

1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.

 

2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.

 

3 - A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.

 

Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6383

 

 

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

 

O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. A área inferior expõe as peças criadas pelo ceramista Udo Knoff – idealizador do museu -, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.

 

Já a sua área superior, exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O espaço sediado no Pelourinho, em Salvador, integra os museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da secretaria estadual de Cultura (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas

Entrada: grátis

Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6389

 

 

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

 

Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.

 

O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. O Parque Histórico Castro Alves (PHCA), integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h

Entrada: grátis

Praça Castro Alves, 106, Centro - Cabaceiras do Paraguaçu (BA)

(75) 3681-1102



Núcleo de Comunicação - Ascom Dimus
Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia

Palácio da Aclamação

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(71) 3117-6445
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