10/12/2015
Museu Udo Knoff:
“Fim de Tarde no Museu”. Apresentação de música da banda Candongada, poesia e contação
de história para o público que também poderá contribuir para a construção coletiva da
apresentação ao vivo. A atividade acontecerá durante a terceira semana de janeiro, a partir
das 17h.
O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados
por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição
“Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de
proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX,
incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.
No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos
com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas
renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o
colecionador e ceramista.
Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos
da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo
Knoff. O espaço sediado no Pelourinho, em Salvador, integra os museus do Instituto do
Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da secretaria estadual de Cultura (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas
Entrada: grátis
Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6389
Museu Tempostal:
04/01 a 08/01, das 10h às 12h, Curso de Capacitação em Libras. O intuito da atividade é a
realização do treinamento dos colaboradores de espaços culturais para melhor atender o
público surdo.
Na segunda semana de janeiro, às 10h, Contação de Histórias Infantis.
Estão previstas mais duas edições da Oficina de Fotografia Cores do Pelourinho. A atividade
apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia
através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de
diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação
geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a
pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão.
O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e
fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do
Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a
mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado
para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de
produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar,
fumo, algodão, madeiras de lei e couro).
A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e
modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e
fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade,
iniciadas em fins do século XIX. Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também,
as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana.
A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre
duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados
do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da
nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento
heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea
quanto no sertão.
O acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua
maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do
final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e
documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as
mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pelo Instituto
do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6383
Centro Cultural Solar Ferrão:
Fica em cartaz até 31/01 a exposição “Festas Populares”. A exposição multimídia foi
produzida por jovens de comunidades populares do núcleo de produção da Escola Oi Kabum!
Salvador de Arte e Tecnologia (a Kabum! Novos Produtores). Na mostra, arte e a tecnologia
encontram as tradições populares, a fé e a devoção do povo baiano, resgatando a importância
destas manifestações e propondo novas leituras sobre elas, a partir da visão das novas
gerações. São apresentadas cerca de 120 fotografias, além de imagens em vídeo e animações
criadas pelos jovens do Kabum! Novos Produtores, em projeções interativas que serão
acionadas por sensores através da ferramenta de touchscreen, estimulando a participação do
visitante.
Também em cartaz no local, a Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio
Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com
mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do
continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade
cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia,
em 2004.
Coleção de Arte Popular. Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano
Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-
1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas
em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos,
ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano.
Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu
na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e
plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por
ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita
em suas experiências.
Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um
acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque
especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A
exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da
segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical.
Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão
construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria
Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção
de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais
Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio
Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 45 - Pelourinho, Salvador (BA)
(71) 3116- 6743
Museu Abelardo Rodrigues:
O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida
uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória
histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas
formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças
datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira,
barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos,
imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem
brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu
Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e
Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6440
LabDIMUS:
05/01, 12/01, 19/01 e 26/01, das 10h às 11h, Projeto ‘Pintando o Sete’: Brinquedos e
Brincadeiras. Atividade voltada para o público infantil. Tem por objetivo proporcionar à criança
um momento agradável e motivador possibilitando a aprendizagem de várias habilidades,
estimulando o interesse pela área cultural, correlacionando o lúdico com recursos capazes de
contribuir para o desenvolvimento de suas funções cognitivas. As atividades serão
desenvolvidas durante o mês de janeiro, sempre às quartas-feiras, na Praça das Artes
(Pelourinho).
06/01, 13/01, 20/01 e 27/01, Cine LabDimus. Essa atividade consiste na exibição e discussão
de curtas-metragens relacionados a diversos temas.
07/01, 14/01, 21/01 e 28/01, Contação de histórias com teatro de sombras. A contação de
histórias com teatro de sombras é uma arte milenar de contar histórias através de sombras,
criando imagens mantidas entre uma fonte de luz e uma tela translúcida.
15/01 e 29/01, às 14h, a atividade, ministrada por Marina Lima e Gabriel Paz, consiste em
experimentos fotográficos usando a temática das cores. Cada participante com seu dispositivo
móvel (câmera digital, tabletes, celulares, entre outros) exercitará seu olhar monocromático
nas ruas do pelourinho.
O LabDIMUS (Laboratório de Educação Digital: Museu, Arte e Cultura) desenvolve atividades
direcionadas às novas mídias digitais, propondo, executando e avaliando as oficinas que
desenvolve. Buscando atividades com grupos escolares e público em geral, o LabDIMUS faz a
interlocução entre as novas tecnologias e as coleções em exposição nos Museus da DIMUS.
Com isso, pretende manter o intercâmbio com as instituições de ensino de forma
interdisciplinar, contribuindo para a melhoria da educação formal a partir da promoção de
oficinas de interesse de professores e estudantes. As atividades integram as diversas
linguagens da comunicação: sonora, visual, impressa e audiovisual.
End.: Rua Gregório de Mattos, 39 – subsolo, Praça das Artes – Pelourinho, Salvador (BA).
Tel.: (71) 3116-6714
Jardim do Palácio da Aclamação:
21 e 22/01, das 16h às 19h, "Árvore da Vida". A exposição será da grande tela "Árvore da
Vida" que é a união de 17 pequenas telas e propõe uma reflexão sobre a felicidade, o
equilíbrio da vida e a emoção. A palestra será baseada sobre a relação da artista plástica (que
produziu a obra), Agnès Forts com Salvador, com a energia que as cores da cidade tem e sua
beleza “machucada”.
End.: Av. Sete de Setembro, 1.330, Campo Grande, Salvador (BA).
Tel.: (71) 3117-6447
Parque Histórico Castro Alves:
02 a 31/01, das 9h às 12h e das 13h às 17h, Visita Monitorada e “Biblioteca” (empréstimos e
leitura, tarde de entretenimento com xadrez e jogos de tabuleiro).
4 a 29/01, das 9h às 12h e das 13h às 17h, “Sopa de Letras”, hora de histórias.
19/01, às 19h, “Sarau no Parque”, Música, Poesia e Arte.
25 a 29/01, das 14h às 16h, “Baú de Memórias”, oficina de confecção de máscaras de carnaval.
Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado,
no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área
de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do
porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações
e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala
multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na
área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o
Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.
O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau
no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de
Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque
também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves.
O Parque Histórico Castro Alves (PHCA), integra os espaços administrados pelo Instituto do
Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h
Entrada: grátis
Praça Castro Alves, 106, Centro - Cabaceiras do Paraguaçu (BA)
(75) 3681-1102
Dimus – Diretoria de Museus – BA
Jornalista responsável – Yara Vasku (DRT-PR 2509)
Contatos: (71) 3117-6445/ 9119-7746/ yaravasku.dimus@gmail.com
dimusbahia.wordpress.com
facebook.com/museusdabahia
“Fim de Tarde no Museu”. Apresentação de música da banda Candongada, poesia e contação
de história para o público que também poderá contribuir para a construção coletiva da
apresentação ao vivo. A atividade acontecerá durante a terceira semana de janeiro, a partir
das 17h.
O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados
por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição
“Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de
proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX,
incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.
No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos
com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas
renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o
colecionador e ceramista.
Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos
da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo
Knoff. O espaço sediado no Pelourinho, em Salvador, integra os museus do Instituto do
Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da secretaria estadual de Cultura (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas
Entrada: grátis
Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6389
Museu Tempostal:
04/01 a 08/01, das 10h às 12h, Curso de Capacitação em Libras. O intuito da atividade é a
realização do treinamento dos colaboradores de espaços culturais para melhor atender o
público surdo.
Na segunda semana de janeiro, às 10h, Contação de Histórias Infantis.
Estão previstas mais duas edições da Oficina de Fotografia Cores do Pelourinho. A atividade
apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia
através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de
diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação
geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a
pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão.
O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e
fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do
Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a
mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado
para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de
produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar,
fumo, algodão, madeiras de lei e couro).
A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e
modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e
fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade,
iniciadas em fins do século XIX. Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também,
as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana.
A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre
duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados
do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da
nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento
heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea
quanto no sertão.
O acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua
maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do
final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e
documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as
mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pelo Instituto
do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6383
Centro Cultural Solar Ferrão:
Fica em cartaz até 31/01 a exposição “Festas Populares”. A exposição multimídia foi
produzida por jovens de comunidades populares do núcleo de produção da Escola Oi Kabum!
Salvador de Arte e Tecnologia (a Kabum! Novos Produtores). Na mostra, arte e a tecnologia
encontram as tradições populares, a fé e a devoção do povo baiano, resgatando a importância
destas manifestações e propondo novas leituras sobre elas, a partir da visão das novas
gerações. São apresentadas cerca de 120 fotografias, além de imagens em vídeo e animações
criadas pelos jovens do Kabum! Novos Produtores, em projeções interativas que serão
acionadas por sensores através da ferramenta de touchscreen, estimulando a participação do
visitante.
Também em cartaz no local, a Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio
Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com
mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do
continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade
cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia,
em 2004.
Coleção de Arte Popular. Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano
Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-
1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas
em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos,
ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano.
Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu
na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e
plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por
ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita
em suas experiências.
Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um
acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque
especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A
exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da
segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical.
Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão
construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria
Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção
de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais
Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio
Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 45 - Pelourinho, Salvador (BA)
(71) 3116- 6743
Museu Abelardo Rodrigues:
O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida
uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória
histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas
formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças
datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira,
barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos,
imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem
brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu
Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e
Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6440
LabDIMUS:
05/01, 12/01, 19/01 e 26/01, das 10h às 11h, Projeto ‘Pintando o Sete’: Brinquedos e
Brincadeiras. Atividade voltada para o público infantil. Tem por objetivo proporcionar à criança
um momento agradável e motivador possibilitando a aprendizagem de várias habilidades,
estimulando o interesse pela área cultural, correlacionando o lúdico com recursos capazes de
contribuir para o desenvolvimento de suas funções cognitivas. As atividades serão
desenvolvidas durante o mês de janeiro, sempre às quartas-feiras, na Praça das Artes
(Pelourinho).
06/01, 13/01, 20/01 e 27/01, Cine LabDimus. Essa atividade consiste na exibição e discussão
de curtas-metragens relacionados a diversos temas.
07/01, 14/01, 21/01 e 28/01, Contação de histórias com teatro de sombras. A contação de
histórias com teatro de sombras é uma arte milenar de contar histórias através de sombras,
criando imagens mantidas entre uma fonte de luz e uma tela translúcida.
15/01 e 29/01, às 14h, a atividade, ministrada por Marina Lima e Gabriel Paz, consiste em
experimentos fotográficos usando a temática das cores. Cada participante com seu dispositivo
móvel (câmera digital, tabletes, celulares, entre outros) exercitará seu olhar monocromático
nas ruas do pelourinho.
O LabDIMUS (Laboratório de Educação Digital: Museu, Arte e Cultura) desenvolve atividades
direcionadas às novas mídias digitais, propondo, executando e avaliando as oficinas que
desenvolve. Buscando atividades com grupos escolares e público em geral, o LabDIMUS faz a
interlocução entre as novas tecnologias e as coleções em exposição nos Museus da DIMUS.
Com isso, pretende manter o intercâmbio com as instituições de ensino de forma
interdisciplinar, contribuindo para a melhoria da educação formal a partir da promoção de
oficinas de interesse de professores e estudantes. As atividades integram as diversas
linguagens da comunicação: sonora, visual, impressa e audiovisual.
End.: Rua Gregório de Mattos, 39 – subsolo, Praça das Artes – Pelourinho, Salvador (BA).
Tel.: (71) 3116-6714
Jardim do Palácio da Aclamação:
21 e 22/01, das 16h às 19h, "Árvore da Vida". A exposição será da grande tela "Árvore da
Vida" que é a união de 17 pequenas telas e propõe uma reflexão sobre a felicidade, o
equilíbrio da vida e a emoção. A palestra será baseada sobre a relação da artista plástica (que
produziu a obra), Agnès Forts com Salvador, com a energia que as cores da cidade tem e sua
beleza “machucada”.
End.: Av. Sete de Setembro, 1.330, Campo Grande, Salvador (BA).
Tel.: (71) 3117-6447
Parque Histórico Castro Alves:
02 a 31/01, das 9h às 12h e das 13h às 17h, Visita Monitorada e “Biblioteca” (empréstimos e
leitura, tarde de entretenimento com xadrez e jogos de tabuleiro).
4 a 29/01, das 9h às 12h e das 13h às 17h, “Sopa de Letras”, hora de histórias.
19/01, às 19h, “Sarau no Parque”, Música, Poesia e Arte.
25 a 29/01, das 14h às 16h, “Baú de Memórias”, oficina de confecção de máscaras de carnaval.
Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado,
no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área
de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do
porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações
e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala
multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na
área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o
Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.
O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau
no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de
Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque
também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves.
O Parque Histórico Castro Alves (PHCA), integra os espaços administrados pelo Instituto do
Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h
Entrada: grátis
Praça Castro Alves, 106, Centro - Cabaceiras do Paraguaçu (BA)
(75) 3681-1102
Dimus – Diretoria de Museus – BA
Jornalista responsável – Yara Vasku (DRT-PR 2509)
Contatos: (71) 3117-6445/ 9119-7746/ yaravasku.dimus@gmail.com
dimusbahia.wordpress.com
facebook.com/museusdabahia