18/01/2016
O cenário de artes plásticas da capital baiana vai contemplar, nos próximos meses de 2016, diversas linguagens do campo imagético. Esculturas, fotografias, pinturas e gravuras são as apostas de galerias e museus de Salvador para a programação deste ano.
O Palacete das Artes já inaugura o seu novo calendário de mostras nesta terça, às 19 horas, com a exposição Lendas e Aparições. O artista francês Daniel Hourdé apresenta, na Sala Contemporânea, uma série de esculturas em aço e bronze.
As obras, que já foram exibidas em países como Rússia e Alemanha, trazem a força técnica da modelagem de Hourdé materializada em corpos nus com musculaturas rígidas. Murilo Ribeiro, responsável pela direção do espaço, conta que o Palacete das Artes busca resolver os já conhecidos problemas orçamentários para a cultura com criatividade.
"Nós temos projetos que estão desde o ano passado com possíveis patrocinadores. Queremos realizar, por exemplo, uma mostra sobre Arthur Bispo do Rosário. Além disso, ainda alimento o sonho de trazer trabalhos do fotógrafo Sebastião Salgado", completa.
Já o Museu de Arte da Bahia (MAB) receberá, a partir do dia 26 de fevereiro, às 19 horas, o minucioso trabalho do artista baiano Fábio Magalhães. Na exposição Além Do Que Se Vê, Aquém Do Intangível, ele apresentará 18 trabalhos executados em óleo sobre tela.
Fábio antecipa que as pinturas serão divididas em quatro núcleos: Grande Corpo, Superfícies do Intangível, Latências Atrozes e Retratos Íntimos. Ele acrescenta que o nome da mostra está relacionado com o seu desejo de que os visitantes não fiquem somente na superfície da pintura.
"Quero que as telas sejam vistas como um tipo de portal para alcançar outras imagens presentes no imaginário. Defendo a leitura de obra de arte como uma pluralidade de significados e não apenas significantes", completa.
Diversidade visual
As galerias artísticas da cidade também promovem diversidade no campo plástico. Esse é o caso, por exemplo, da Roberto Alban Galeria. O casal Cristina e Roberto Alban, responsável pela galeria, antecipa as mostras do fotógrafo Pedro David e da artista Iole de Freitas.
No mês de março, o mineiro Pedro David trará, pela segunda vez, algumas das suas obras para Salvador. Ele já foi vencedor do prêmio Marc Ferrez de Fotografia e do Nacional de Fotografia Pierre Verger.
"Em maio, vamos trazer um dos grandes expoentes da escultura contemporânea brasileira: Iole de Freitas. A sua exposição O Peso De Cada Um, realizada em 2015 no Museu de Arte Moderna do Rio, foi considerada uma das melhores do ano", afirma Cristina.
O galerista Paulo Darzé busca contemplar nomes fortes na cena do País com duas mostras de destaque. Ele conta que em abril receberá os registros fotográficos do paulista João Farkas realizados no litoral baiano (Trancoso e Porto Seguro).
"No final de maio, poderão ser visitadas cerca de 25 obras do artista Amilcar de Castro. Serão esculturas e pinturas". A RV Cultura Arte, localizada no Rio Vermelho, vai trazer, no começo de março, os trabalhos artísticos em gravura e metal do baiano João Oliveira.
O Palacete das Artes já inaugura o seu novo calendário de mostras nesta terça, às 19 horas, com a exposição Lendas e Aparições. O artista francês Daniel Hourdé apresenta, na Sala Contemporânea, uma série de esculturas em aço e bronze.
As obras, que já foram exibidas em países como Rússia e Alemanha, trazem a força técnica da modelagem de Hourdé materializada em corpos nus com musculaturas rígidas. Murilo Ribeiro, responsável pela direção do espaço, conta que o Palacete das Artes busca resolver os já conhecidos problemas orçamentários para a cultura com criatividade.
"Nós temos projetos que estão desde o ano passado com possíveis patrocinadores. Queremos realizar, por exemplo, uma mostra sobre Arthur Bispo do Rosário. Além disso, ainda alimento o sonho de trazer trabalhos do fotógrafo Sebastião Salgado", completa.
Já o Museu de Arte da Bahia (MAB) receberá, a partir do dia 26 de fevereiro, às 19 horas, o minucioso trabalho do artista baiano Fábio Magalhães. Na exposição Além Do Que Se Vê, Aquém Do Intangível, ele apresentará 18 trabalhos executados em óleo sobre tela.
Fábio antecipa que as pinturas serão divididas em quatro núcleos: Grande Corpo, Superfícies do Intangível, Latências Atrozes e Retratos Íntimos. Ele acrescenta que o nome da mostra está relacionado com o seu desejo de que os visitantes não fiquem somente na superfície da pintura.
"Quero que as telas sejam vistas como um tipo de portal para alcançar outras imagens presentes no imaginário. Defendo a leitura de obra de arte como uma pluralidade de significados e não apenas significantes", completa.
Diversidade visual
As galerias artísticas da cidade também promovem diversidade no campo plástico. Esse é o caso, por exemplo, da Roberto Alban Galeria. O casal Cristina e Roberto Alban, responsável pela galeria, antecipa as mostras do fotógrafo Pedro David e da artista Iole de Freitas.
No mês de março, o mineiro Pedro David trará, pela segunda vez, algumas das suas obras para Salvador. Ele já foi vencedor do prêmio Marc Ferrez de Fotografia e do Nacional de Fotografia Pierre Verger.
"Em maio, vamos trazer um dos grandes expoentes da escultura contemporânea brasileira: Iole de Freitas. A sua exposição O Peso De Cada Um, realizada em 2015 no Museu de Arte Moderna do Rio, foi considerada uma das melhores do ano", afirma Cristina.
O galerista Paulo Darzé busca contemplar nomes fortes na cena do País com duas mostras de destaque. Ele conta que em abril receberá os registros fotográficos do paulista João Farkas realizados no litoral baiano (Trancoso e Porto Seguro).
"No final de maio, poderão ser visitadas cerca de 25 obras do artista Amilcar de Castro. Serão esculturas e pinturas". A RV Cultura Arte, localizada no Rio Vermelho, vai trazer, no começo de março, os trabalhos artísticos em gravura e metal do baiano João Oliveira.
Núcleo de Comunicação - Ascom Dimus
Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia
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Palácio da Aclamação