27/04/2016
Fundado em 1849, no atual bairro da Federação, em Salvador, Bahia, o Ilê Iyá Omin Axé Iyá Massê, mundialmente conhecido como Terreiro do Gantois, recebeu ontem (27) folders coloridos e sinalização trilíngue, em yorubá, inglês e português. A entrega foi feita à Yalaxé do Gantois, mãe Carmen Oliveira Silva, com a presença da Iyakekerê do Terreiro, Ângela Ferreira, pelo diretor geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), João Carlos de Oliveira.
Foram 10 mil folders coloridos com fotos e textos que contam a história do Gantois e relatam o acervo e atividades do Memorial Menininha do Gantois, Maria Escolástica da Conceição Nazareth, yalorixá do terreiro de 1922 a 1986. Já a sinalização é feita em metal, em yorubá, português e inglês e colocada em vários pontos do complexo arquitetônico-paisagístico do terreiro. O IPAC é vinculado à Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
TOMBAMENTO – “Trata-se de mais um projeto vencedor dos Editais de Museus do IPAC que equipou o memorial do terreiro com suportes trilíngues (folder e sinalização) para aprimorar a comunicação com público e melhorar a recepção aos turistas”, relata João Carlos de Oliveira. Na oportunidade, Mãe Carmen também recebeu livros da Coleção Cadernos do IPAC para a futura biblioteca do memorial com títulos como Festa da Boa Morte, Desfile de Afoxés e Terreiros de Candomblé, dentre outros. (faça download:www.ipac.ba.gov.br/downloads).
"No memorial temos itens pessoais de Mãe Menininha, como talheres, quadros, fotografias. Tudo foi feito para servir acima de tudo à Casa, sem pensar em dinheiro", afirma Mãe Carmen. Para a Iyakekerê Ângela a sinalização vai ajudar os visitantes. “Recebemos turistas estrangeiros e a informação precisa ser dada com exatidão, mas fizemos questão de manter fielmente os nomes dos orixás”, diz mãe Ângela. O diretor do IPAC informa que foram conversadas outras ações que deverão ocorrer em parceria. “Estamos averiguando ainda a possibilidade de tombar o Terreiro do Gantois como Patrimônio Cultural da Bahia”, comenta João Carlos.
AUTOESTIMA – O projeto teve como proponente Maurício Martins, textos do antropólogo Raul Lody, design de André Duque e fotografias de Claudiomar Gonçalves. O Terreiro do Gantois já é tombado desde 2002 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) do Ministério da Cultura (MinC). A iniciativa atende as legislações de democratização e acessibilidade, que buscam capacitar a recepção ao público cada vez maior e mais diversificado capacitando essa unidade museológica.
“O projeto possibilita ainda a elevação da autoestima da comunidade interna e do entorno em conviver com um acervo museológico bem cuidado e com condições adequadas para visitação”, lembra o proponente Maurício Martins. Faça contato com o Terreiro do Gantois via telefone (71) 3331-9231 e endereço eletrônicomemorialmaemenininha@gmail.com. O proponente Maurício via (71) 99184-9776. Confira os museus do IPAC no site www.ipac.ba.gov.br/museus e na ‘Visita Virtual’www.youtube.com/watch?v=QU8-5kvcwog&app=desktop . Acesse www.ipac.ba.gov.br, facebook 'Ipacba Patrimônio', twitter '@ipac_ba' e instagram ‘@ipac.patrimonio’.
Crédito Fotográfico obrigatório – Lei nº 9610/98: Bruno Ganem e Ana Cristina Coelho
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 27.04.2016
Jornalista responsável Geraldo Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 99110-5099, 99922-1743, 3117-6490, 3116-6673
Entrevistas e texto-base: Newton Soares e Bruno Ganem (estagiário de Jornalismo)
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br - www.ipac.ba.gov.br
Foram 10 mil folders coloridos com fotos e textos que contam a história do Gantois e relatam o acervo e atividades do Memorial Menininha do Gantois, Maria Escolástica da Conceição Nazareth, yalorixá do terreiro de 1922 a 1986. Já a sinalização é feita em metal, em yorubá, português e inglês e colocada em vários pontos do complexo arquitetônico-paisagístico do terreiro. O IPAC é vinculado à Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
TOMBAMENTO – “Trata-se de mais um projeto vencedor dos Editais de Museus do IPAC que equipou o memorial do terreiro com suportes trilíngues (folder e sinalização) para aprimorar a comunicação com público e melhorar a recepção aos turistas”, relata João Carlos de Oliveira. Na oportunidade, Mãe Carmen também recebeu livros da Coleção Cadernos do IPAC para a futura biblioteca do memorial com títulos como Festa da Boa Morte, Desfile de Afoxés e Terreiros de Candomblé, dentre outros. (faça download:www.ipac.ba.gov.br/downloads).
"No memorial temos itens pessoais de Mãe Menininha, como talheres, quadros, fotografias. Tudo foi feito para servir acima de tudo à Casa, sem pensar em dinheiro", afirma Mãe Carmen. Para a Iyakekerê Ângela a sinalização vai ajudar os visitantes. “Recebemos turistas estrangeiros e a informação precisa ser dada com exatidão, mas fizemos questão de manter fielmente os nomes dos orixás”, diz mãe Ângela. O diretor do IPAC informa que foram conversadas outras ações que deverão ocorrer em parceria. “Estamos averiguando ainda a possibilidade de tombar o Terreiro do Gantois como Patrimônio Cultural da Bahia”, comenta João Carlos.
AUTOESTIMA – O projeto teve como proponente Maurício Martins, textos do antropólogo Raul Lody, design de André Duque e fotografias de Claudiomar Gonçalves. O Terreiro do Gantois já é tombado desde 2002 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) do Ministério da Cultura (MinC). A iniciativa atende as legislações de democratização e acessibilidade, que buscam capacitar a recepção ao público cada vez maior e mais diversificado capacitando essa unidade museológica.
“O projeto possibilita ainda a elevação da autoestima da comunidade interna e do entorno em conviver com um acervo museológico bem cuidado e com condições adequadas para visitação”, lembra o proponente Maurício Martins. Faça contato com o Terreiro do Gantois via telefone (71) 3331-9231 e endereço eletrônicomemorialmaemenininha@gmail.com
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