10/06/2016
“Faço balanço positivo da gestão do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), pois verifico investimentos, reduções de gastos e implementações de receitas próprias, fundamentais para momentos de contingenciamentos como este”. Com essas palavras, o gerente da Dívida Pública da secretaria estadual da Fazenda (Sefaz), Luigi Camardelli, comemora os relatos do instituto de 2015 a 2016. Camardelli integra o Conselho Gestor Administrativo do IPAC, instância dessa autarquia que analisa, pode aprovar ou vetar, através de recomendações, as principais iniciativas do órgão.
São oito conselheiros titulares e oito suplentes. Dentre eles, representantes da Sefaz, da secretaria estadual do Planejamento (Seplan), Procuradoria Geral do Estado (PGE) e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) do Ministério da Cultura. A presidência é ocupada pelo secretário estadual de Cultura (SecultBA), Jorge Portugal. A análise positiva do Conselho sobre o IPAC acontece em momento de contingenciamentos de gastos públicos nos âmbitos estadual e federal, reflexo de crise financeira nacional e internacional.
MEDIDAS – “É necessário buscar recursos não convencionais para driblar o momento de crise”, afirma o conselheiro da Seplan, Romeu Temporal. Segundo ele, medidas orçamentárias são importantes, bem como a segurança dos sítios e imóveis públicos protegidos pelo IPAC e dos museus estaduais, além das parcerias público-privadas e com outras instituições. As reuniões do conselho do IPAC acontecem a cada três meses. A última foi em 30 de maio. Nelas, a diretoria geral do órgão apresenta soluções, alternativas e planos para o futuro de áreas e edificações administradas pelo IPAC.
Na reunião do dia 30 de maio, destacaram-se o aumento da visitação dos museus do IPAC na campanha#MusEuCurto, período 2015/2016, via parceria SecultBA e secretaria de Comunicação (Secom).“O momento exige criatividade; conseguimos aumento de 60% na frequência nos museus, mas ainda temos edificações para estruturar, projetos contemporâneos, parcerias público-privadas, e cafés em todos os museus e sinal wi-fi, dentre outros serviços”, diz o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira. O Conselho destacou a reabertura do Passeio Público, feita com a presença do governador em setembro passado.
PARCERIAS – Outro destaque no Conselho foi o Sistema de Parcerias do IPAC criado ano passado. São cooperações com entidades e secretarias estaduais e federais, organizações não-governamentais, comunidades locais, prefeituras, paróquias de igrejas e até governos estrangeiros. Dentre elas, o Projeto Axé, os governos da Áustria e de Angola, Fundação Casa de Jorge Amado, comunidade e Igreja de Brotas, Irmandade do Rosário dos Pretos e Mercado de Santa Bárbara, em Salvador.
No interior do estado, o IPAC fez parcerias com as prefeituras municipais de Cachoeira, Xique-Xique, Santo Amaro, Palmas de Montes Altos, com a comunidade de Itacaré e os terreiros de candomblé de Cachoeira e São Félix. Parcerias para obras de restauro nas igrejas de Brotas (Salvador), de São Miguel (Itacaré) e do Miradouro (Xique-Xique), Convento dos Humildes (Santo Amaro), imagens sacras na cidade de Palmas de Montes Altos, dentre outras. Em Santo Amaro o IPAC repassou o Solar Barão de Sergy, edificação originária do início do século XIX, para ser reformado pela prefeitura local. As parcerias otimizaram a educação patrimonial, obras de restauro e a implantação de políticas públicas para a proteção de bens culturais.
“Dispomos de expertise para fiscalizar e oferecer orientação técnica as prefeituras baianas e manutenção aos imóveis do Instituto”, diz João Carlos. Em Salvador, o IPAC realiza e acompanha intervenções na Praça das Artes, no Pelourinho, além de ações preventivas em casarões sob a sua responsabilidade no Centro Histórico da capital. Acesse o site www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio’.
Assessoria de Comunicação - IPAC, em 10.06.2016
Jornalista responsável Geraldo Moniz de Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 3117-6490, 3116-6673, 99110-5099
Coordenação de Jornalismo e Edição: Marco Cerqueira (DRT-BA nº1851)
Texto-base: Bruno Ganem (estagiário de jornalismo)
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São oito conselheiros titulares e oito suplentes. Dentre eles, representantes da Sefaz, da secretaria estadual do Planejamento (Seplan), Procuradoria Geral do Estado (PGE) e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) do Ministério da Cultura. A presidência é ocupada pelo secretário estadual de Cultura (SecultBA), Jorge Portugal. A análise positiva do Conselho sobre o IPAC acontece em momento de contingenciamentos de gastos públicos nos âmbitos estadual e federal, reflexo de crise financeira nacional e internacional.
MEDIDAS – “É necessário buscar recursos não convencionais para driblar o momento de crise”, afirma o conselheiro da Seplan, Romeu Temporal. Segundo ele, medidas orçamentárias são importantes, bem como a segurança dos sítios e imóveis públicos protegidos pelo IPAC e dos museus estaduais, além das parcerias público-privadas e com outras instituições. As reuniões do conselho do IPAC acontecem a cada três meses. A última foi em 30 de maio. Nelas, a diretoria geral do órgão apresenta soluções, alternativas e planos para o futuro de áreas e edificações administradas pelo IPAC.
Na reunião do dia 30 de maio, destacaram-se o aumento da visitação dos museus do IPAC na campanha#MusEuCurto, período 2015/2016, via parceria SecultBA e secretaria de Comunicação (Secom).“O momento exige criatividade; conseguimos aumento de 60% na frequência nos museus, mas ainda temos edificações para estruturar, projetos contemporâneos, parcerias público-privadas, e cafés em todos os museus e sinal wi-fi, dentre outros serviços”, diz o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira. O Conselho destacou a reabertura do Passeio Público, feita com a presença do governador em setembro passado.
PARCERIAS – Outro destaque no Conselho foi o Sistema de Parcerias do IPAC criado ano passado. São cooperações com entidades e secretarias estaduais e federais, organizações não-governamentais, comunidades locais, prefeituras, paróquias de igrejas e até governos estrangeiros. Dentre elas, o Projeto Axé, os governos da Áustria e de Angola, Fundação Casa de Jorge Amado, comunidade e Igreja de Brotas, Irmandade do Rosário dos Pretos e Mercado de Santa Bárbara, em Salvador.
No interior do estado, o IPAC fez parcerias com as prefeituras municipais de Cachoeira, Xique-Xique, Santo Amaro, Palmas de Montes Altos, com a comunidade de Itacaré e os terreiros de candomblé de Cachoeira e São Félix. Parcerias para obras de restauro nas igrejas de Brotas (Salvador), de São Miguel (Itacaré) e do Miradouro (Xique-Xique), Convento dos Humildes (Santo Amaro), imagens sacras na cidade de Palmas de Montes Altos, dentre outras. Em Santo Amaro o IPAC repassou o Solar Barão de Sergy, edificação originária do início do século XIX, para ser reformado pela prefeitura local. As parcerias otimizaram a educação patrimonial, obras de restauro e a implantação de políticas públicas para a proteção de bens culturais.
“Dispomos de expertise para fiscalizar e oferecer orientação técnica as prefeituras baianas e manutenção aos imóveis do Instituto”, diz João Carlos. Em Salvador, o IPAC realiza e acompanha intervenções na Praça das Artes, no Pelourinho, além de ações preventivas em casarões sob a sua responsabilidade no Centro Histórico da capital. Acesse o site www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio’.
Assessoria de Comunicação - IPAC, em 10.06.2016
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