Associação de Fanfarras e Bandas pode ter sede no Pelourinho

13/07/2016
A Associação de Fanfarras e Bandas da Bahia (Afab-Ba) pode ganhar uma sede no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador (CHS). O chefe de gabinete do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), Ivan Teixeira, recebeu na última segunda-feira (11), na sede do órgão, comissão para tratar do tema. Dentre os presentes, o deputado estadual Zé Neto, a presidente da Afab-Ba, Raimunda Santana, Beto Argolo, também da associação, e Kuka Matos, assessor de relações institucionais daFundação Cultural do Estado (Funceb). Na pauta, ainda, a política pública de ocupação de imóveis no CHS.

 

“A ocupação e utilização desses imóveis é muito importante pois reflete na conservação dos mesmos, já que as edificações vazias têm maior chance de arruinamento”, afirmou Ivan de Souza Teixeira. O parque imobiliário de responsabilidade do IPAC somam 226 imóveis na zona tombada do CHS e corresponde a apenas cerca de 2% do total da região. O restante de 98% dos imóveis é de propriedade da Prefeitura de Salvador, do governo estadual, de privados e, principalmente, de irmandades e ordens religiosas da Igreja Católica. A ocupação dos prédios do IPAC atendem estratégias urbanístico-arquitetônicas, de fomento à economia local, a atividades consulares, comerciais, culturais e artísticas, visando sempre gerar dinamismo no local.

 

“A reunião foi muito produtiva, o IPAC tem conhecimento das demandas, principalmente quando se trata da preservação dos espaços públicos que são concedidos”, ressaltou o deputado Zé Neto. Foi destacada ainda a necessidade de atendimento dos anseios do movimento de bandas e fanfarras na Bahia. “Essa atividade cultural está em constante crescimento atendendo a um público imenso, de crianças, adolescentes e adultos, e essa ação do IPAC vai permitir um espaço para que eles se organizem, preservando a cultura e valores importantes para a sociedade baiana”, disse Zé Neto.

 

Ivan Teixeira do IPAC falou ainda sobre a necessidade não apenas de ocupação, mas também de utilização dos espaços públicos e estímulos a serem dados no movimento de pessoas no CHS. O IPAC detém também imóveis em Lençóis e Cachoeira. Os 2% de imóveis do IPAC no CHS surgiram a partir das reformas nas décadas de 1980 e 1990 no CHS, quando casas foram desapropriados pelo governo estadual. Hoje, estão ocupados para uso residencial e institucional. Todos os imóveis do IPAC estão em boas condições, pois estão ocupados e o instituto dispõe de contrato anual de manutenção. Mais informações, acompanhe o site www.ipac.ba.gov.br, facebook 'Ipacba Patrimônio', twitter '@ipac_ba' e instagram ‘@ipac.patrimonio’.

 

Assessoria de Comunicação – IPAC, em 13.07.2016

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