13/07/2016
“A festa é história ou a história virou festa?” Foi com esta indagação que o arquiteto e urbanista, Francisco Senna, iniciou a palestra ministrada na tarde da última sexta-feira (8) sobre o Cortejo do 2 de julho e a Independência da Bahia. O evento lotou o Centro de Documentação e Memória (Cedom), localizado na Rua Gregório de Mattos, nº29, no Pelourinho. Integrando o ‘Mês da Independência da Bahia’, entre os temas abordados, o arquiteto discorreu sobre a força que os movimentos rebeldes e de guerrilha na Bahia do século XIX tiveram para a independência do Brasil.
De acordo com Francisco Senna, a história brasileira e o próprio 2 de julho estão inseridos em um contexto muito mais amplo nacional e internacionalmente. “Não existe história se ela não tiver inserida em um contexto político e geográfico. Iniciativas como esta são possibilidades que se tem para que possamos trazer ao público informações relevantes que às vezes são pesquisadas e ficam guardadas. Elas são importantes para que possamos reorganizar nosso pensamento a respeito, reavaliando-o”, comenta.
No decorrer do diálogo, Senna mencionou as várias batalhas ocorridas no período, demonstrando através de livros, fotografias e mapas, entre outros documentos. A história do caboclo e da cabocla despertou a curiosidade da plateia, que ficou satisfeita com os esclarecimentos dados. “Foi a palestra mais rica sobre o 2 de julho que já assisti. Ele contextualizou não só a questão da cidade de Salvador, mas também a relação com a coroa, com o império e todas as mudanças que ocorreram, dando abrangência ao tema. Tudo que Senna se propõe a fazer ele se aprofunda, trazendo uma contribuição muito grande”, relata Belinda Neves, artista visual e pesquisadora de história da arte.
Para a coordenadora de restauro do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), Káthia Berbert, “essa palestra foi altamente importante. Francisco Senna é um papa no assunto”. Especialista em Conservação e Restauração de Monumentos e Conjuntos Históricos e em história da arquitetura, foi apresentador de diversos programas de TV sobre a história da Bahia. Ele também integrou a equipe do Inventário do Acervo Cultural da Bahia produzido pelo governo estadual entre 1973 e 1984, cujo tema foi apresentado no ‘Calendário da Cedom/IPAC’. “Fiquei muito feliz com essa oportunidade, pois a palestra foi fluindo como o Cortejo do 2 de julho”, declarou o arquiteto.
PALESTRAS e OFICINAS – O Cedom pertence à coordenação de Articulação e Difusão (Coad) do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) da secretaria de Cultura. A atividade integra o ‘Calendário da Cedom/IPAC’ que homenageia o Mês da Independência da Bahia. As palestras, cursos e oficinas são abertas a qualquer interessado e seguem até 26 de julho sempre das 14h às 17h na sede do Cedom.
A partir de hoje (11) até a próxima sexta (15), acontecerá uma Oficina de Fotografia com o fotógrafo Lázaro Menezes. Nos dias 19 e 20, é a vez da Oficina de Conservação com a restauradora e historiadora Tânia Cafezeiro. No dia 22, acontece a camerata da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), e no dia 26 palestra ‘Joalheria escrava baiana: a construção histórica do design de joias brasileiro’ com a professora-doutora Ana Beatriz Simon Factum. A programação é gratuita e têm vagas limitadas.
LIVROS e BIBLIOTECA – O Cedom/IPAC fica em frente à sede do bloco Olodum, no Pelourinho. O Cedom/Coad é responsável ainda por edição de livros do IPAC. Dentre os títulos: Pano da Costa, Carnaval de Maragojipe, Ofício de Vaqueiro, Festas de Santa Bárbara, Boa Morte e do Bembé. Para download acesse: http://www.ipac.ba.gov.br/downloads#aba-4 .
Conheça ainda o acervo da Biblioteca Manuel Querino do IPAC:http://biblio.ipac.ba.gov.br que fica no mesmo prédio. Mais informações via telefones (71) 3116-6737 e 3116-6945, ou endereços eletrônicos cepa.apoio@ipac.ba.gov.br ecoad.ipac@ipac.ba.gov.br. Acesse o site www.ipac.ba.gov.br, o facebook ‘Ipacba Patrimônio’, o twitter ‘@ipac_ba’ e o instagram ‘@ipac.patrimonio’.
Crédito Fotográficoobrigatório Lei nº 9610/98 : Fotógrafo Lázaro Menezes
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 11.07.2016
Jornalista responsável Geraldo Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 99110-5099, 3117-6490, 3116-6673
Coordenação de Jornalismo e Edição: Marco Cerqueira (DRT-BA nº 1851)
(71) 98234-9940
Texto-base e entrevistas: Ana Paula Nobre (DRT-BA nº 3638)
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Facebook: Ipacba Patrimônio
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De acordo com Francisco Senna, a história brasileira e o próprio 2 de julho estão inseridos em um contexto muito mais amplo nacional e internacionalmente. “Não existe história se ela não tiver inserida em um contexto político e geográfico. Iniciativas como esta são possibilidades que se tem para que possamos trazer ao público informações relevantes que às vezes são pesquisadas e ficam guardadas. Elas são importantes para que possamos reorganizar nosso pensamento a respeito, reavaliando-o”, comenta.
No decorrer do diálogo, Senna mencionou as várias batalhas ocorridas no período, demonstrando através de livros, fotografias e mapas, entre outros documentos. A história do caboclo e da cabocla despertou a curiosidade da plateia, que ficou satisfeita com os esclarecimentos dados. “Foi a palestra mais rica sobre o 2 de julho que já assisti. Ele contextualizou não só a questão da cidade de Salvador, mas também a relação com a coroa, com o império e todas as mudanças que ocorreram, dando abrangência ao tema. Tudo que Senna se propõe a fazer ele se aprofunda, trazendo uma contribuição muito grande”, relata Belinda Neves, artista visual e pesquisadora de história da arte.
Para a coordenadora de restauro do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), Káthia Berbert, “essa palestra foi altamente importante. Francisco Senna é um papa no assunto”. Especialista em Conservação e Restauração de Monumentos e Conjuntos Históricos e em história da arquitetura, foi apresentador de diversos programas de TV sobre a história da Bahia. Ele também integrou a equipe do Inventário do Acervo Cultural da Bahia produzido pelo governo estadual entre 1973 e 1984, cujo tema foi apresentado no ‘Calendário da Cedom/IPAC’. “Fiquei muito feliz com essa oportunidade, pois a palestra foi fluindo como o Cortejo do 2 de julho”, declarou o arquiteto.
PALESTRAS e OFICINAS – O Cedom pertence à coordenação de Articulação e Difusão (Coad) do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) da secretaria de Cultura. A atividade integra o ‘Calendário da Cedom/IPAC’ que homenageia o Mês da Independência da Bahia. As palestras, cursos e oficinas são abertas a qualquer interessado e seguem até 26 de julho sempre das 14h às 17h na sede do Cedom.
A partir de hoje (11) até a próxima sexta (15), acontecerá uma Oficina de Fotografia com o fotógrafo Lázaro Menezes. Nos dias 19 e 20, é a vez da Oficina de Conservação com a restauradora e historiadora Tânia Cafezeiro. No dia 22, acontece a camerata da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), e no dia 26 palestra ‘Joalheria escrava baiana: a construção histórica do design de joias brasileiro’ com a professora-doutora Ana Beatriz Simon Factum. A programação é gratuita e têm vagas limitadas.
LIVROS e BIBLIOTECA – O Cedom/IPAC fica em frente à sede do bloco Olodum, no Pelourinho. O Cedom/Coad é responsável ainda por edição de livros do IPAC. Dentre os títulos: Pano da Costa, Carnaval de Maragojipe, Ofício de Vaqueiro, Festas de Santa Bárbara, Boa Morte e do Bembé. Para download acesse: http://www.ipac.ba.gov.br/
Conheça ainda o acervo da Biblioteca Manuel Querino do IPAC:http://biblio.ipac.ba.gov.br que fica no mesmo prédio. Mais informações via telefones (71) 3116-6737 e 3116-6945, ou endereços eletrônicos cepa.apoio@ipac.ba.gov.br ecoad.ipac@ipac.ba.gov.br. Acesse o site www.ipac.ba.gov.br, o facebook ‘Ipacba Patrimônio’, o twitter ‘@ipac_ba’ e o instagram ‘@ipac.patrimonio’.
Crédito Fotográfico
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