23/08/2016
Especificações legais, apresentação de documentos, consistência, flexibilidade, formatação e processo de montagem de projetos. Essas são consideradas máximas obrigatórias para quem deseja elaborar e executar projetos na área cultural, de patrimônio ou museus. O assunto está sendo discutido até às 18h de hoje (23), no Museu Udo do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), na rua Frei Vicente, n° 3, no Pelourinho. Participaram produtores culturais, agentes públicos, artistas, arquitetos, urbanistas, restauradores, museólogos, gestores, estudantes e outros profissionais interessados em elaborar projetos.
“Essa é mais uma etapa do programa estadual ‘Narrativas Patrimoniais’ que propõe diálogo, qualificação e fomento para a área de patrimônio cultural (material e imaterial) e museus na Bahia”, explica a coordenadora de Mobilização e Parcerias Institucionais do IPAC, Milena Rocha. Ela informa que o programa conta com parceria da Superintendência de Promoção Cultural (Suprocult) e o escritório Bahia Criativa, ambos da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA). “Convidados para hoje, a coordenadora do Bahia Criativa, Luciana Vasconcellos, para realizar uma Oficina de Elaboração de Projetos”, esclarece Milena.
MECANISMOS e PROJETOS – Para Angélica Parras, da coordenação de Internet, Sites e Portais da Secretaria de Comunicação do Estado (SECOM), a oficina serve para esclarecer e entender o processo de montagem. “Pretendemos catalogar e disponibilizar online o acervo de fotos e vídeos registrados pela SECOM a partir da década de 70 e compreender os mecanismos de projetos culturais já vai nos ajudar bastante”, diz. Angélica relata que esse acervo é muito útil para estudantes e pesquisadores.
Outro destaque é a formação de equipe e a proposta final de projeto. “É essencial que a apresentação, justificativa, cronograma finalidade, patrocínios e público alvo estejam bem definidos”, afirma Luciana aos produtores culturais, agentes públicos, artistas, arquitetos e museólogos presentes no museu. O evento marcou ainda a inserção do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) no ‘Narrativas Patrimoniais’ do IPAC. “Fazemos intermediação entre instituições e produtores culturais identificados com diversos locais e festividades baianas”, explica Mateus Torres, coordenador de Pesquisa e Fomento do CCPI. Ele também conversou fez breve palestra sobre a relação com produtores.
“Orientamos pessoas que trabalham com cultura popular como devem ser feito projetos. Mas, ainda existe carência na elaboração. Ações como o ‘Narrativas’ do IPAC atinge um número expressivo de pessoas”, relata Mateus. Ações do ‘Narrativas’: http://goo.gl/ctXRZn, http://goo.gl/tjAecW,http://goo.gl/sQBKiv, http://goo.gl/QZmgDf, http://goo.gl/LNPeL0, http://goo.gl/DjyRn2,http://goo.gl/duxUuQ, http://goo.gl/A8L4jJ e http://goo.gl/TzbHah. Mais informações: (71) 3117-7482 enarrativaspatrimoniais@ipac.
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