17/10/2016
Os municípios de Salvador, Jequié e Cabaceiras do Paraguaçu sediam, simultaneamente, de hoje (17) até sábado (22) o projeto ‘Cultura na agricultura: Mandioca entre a tradição e a ciência’ do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC). Na programação (ANEXO), as atividades são denominadas de Semana de Ciência e Tecnologia, incluindo exibição de vídeos, palestras e debates sobre a cultura baiana e o cultivo e processamento da mandioca. “É uma temática presente e importante para as populações de várias regiões da Bahia e do Brasil”, afirma a socióloga do IPAC, Jussara Nascimento, coordenadora da iniciativa.
Em Salvador, o projeto acontece no Solar Ferrão, localizado na Rua Gregório de Matos, nº45, Pelourinho (Tel. 71 3116- 6743 e 3116-6740). Em Cabaceiras, no Parque Histórico Castro Alves, antiga fazenda onde o poeta nasceu e que hoje funciona como museu do IPAC, localizado na Praça Castro Alves, nº106 (Tel. 75 3681-1102). Já em Jequié acontece no Museu Histórico da cidade, na Avenida Rio Branco, s/nº, Centro (75 3681-1102, 99988-1822).
O projeto foi vencedor do edital nº 01/2016 da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e proporciona ainda o diálogo entre museus, população, órgãos municipais, estaduais e federais na Bahia. A entrada é gratuita e aberta a qualquer interessado.
PATRIMÔNIO IMATERIAL – A mandioca, também conhecida em outras regiões brasileiras como aipim ou macaxeira, já era cultivada antes da colonização europeia. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Brasil é hoje o quarto produtor do mundo, atrás somente da Nigéria, Tailândia e Indonésia. A sua cultura envolve amplos espectros da vida comunitária, social e econômica de milhões de brasileiros.
“O saber cultural acumulado de tudo que envolve a mandioca desde épocas pré-colombianas até hoje configura-se como um patrimônio imaterial brasileiro”, lembra Jussara. O Nordeste está responsável por 35% da produção e o Norte por 24%. Os estados que mais produzem são Pará (18%), Bahia (17%) e Paraná (15%), seguidos por Rio Grande do Sul (6%) e Amazonas (5%). Porém a maior produtividade concentra-se no Sudeste e Sul, com médias entre 17 e 18 toneladas por hectare, com destinação industrial.
Criado em 1967, o IPAC atua junto com a sociedade, os poderes públicos municipal e federal, na salvaguarda de bens culturais materiais e imateriais. A Bahia detém cerca de 175 imóveis tombados e bens imateriais registrados via IPAC. Conheça os bens protegidos: http://patrimonio.ipac.ba.gov.br . O IPAC também edita livros sobre os bens culturais materiais e imateriais disponíveis para download: http://www.ipac.ba.gov.br/downloads . Saiba mais via sitewww.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio.
Fotos em Alta no Link: https://www.flickr.com/photos/secultba/albums/72157651805611445
Fotos em Baixa em anexo
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 17.10.2016
(71) 3117-6490, 3116-6673, 99110-5099
Jornalista responsável Geraldo Moniz de Aragão (DRT-BA nº 1498)
Coordenação de Jornalismo e Edição: Marco Cerqueira (DRT-BA nº1851)
(71) 98234-9940
Texto-base e entrevistas: Cecília Oliveira (estagiário Jornalismo)
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
www.ipac.ba.gov.br
Facebook: Ipacba Patrimônio - Twitter: @ipac_ba – Instagram: @ipac.patrimonio
Em Salvador, o projeto acontece no Solar Ferrão, localizado na Rua Gregório de Matos, nº45, Pelourinho (Tel. 71 3116- 6743 e 3116-6740). Em Cabaceiras, no Parque Histórico Castro Alves, antiga fazenda onde o poeta nasceu e que hoje funciona como museu do IPAC, localizado na Praça Castro Alves, nº106 (Tel. 75 3681-1102). Já em Jequié acontece no Museu Histórico da cidade, na Avenida Rio Branco, s/nº, Centro (75 3681-1102, 99988-1822).
O projeto foi vencedor do edital nº 01/2016 da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e proporciona ainda o diálogo entre museus, população, órgãos municipais, estaduais e federais na Bahia. A entrada é gratuita e aberta a qualquer interessado.
PATRIMÔNIO IMATERIAL – A mandioca, também conhecida em outras regiões brasileiras como aipim ou macaxeira, já era cultivada antes da colonização europeia. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Brasil é hoje o quarto produtor do mundo, atrás somente da Nigéria, Tailândia e Indonésia. A sua cultura envolve amplos espectros da vida comunitária, social e econômica de milhões de brasileiros.
“O saber cultural acumulado de tudo que envolve a mandioca desde épocas pré-colombianas até hoje configura-se como um patrimônio imaterial brasileiro”, lembra Jussara. O Nordeste está responsável por 35% da produção e o Norte por 24%. Os estados que mais produzem são Pará (18%), Bahia (17%) e Paraná (15%), seguidos por Rio Grande do Sul (6%) e Amazonas (5%). Porém a maior produtividade concentra-se no Sudeste e Sul, com médias entre 17 e 18 toneladas por hectare, com destinação industrial.
Criado em 1967, o IPAC atua junto com a sociedade, os poderes públicos municipal e federal, na salvaguarda de bens culturais materiais e imateriais. A Bahia detém cerca de 175 imóveis tombados e bens imateriais registrados via IPAC. Conheça os bens protegidos: http://patrimonio.ipac.ba.gov.
Fotos em Alta no Link: https://www.flickr.com/photos/
Fotos em Baixa em anexo
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 17.10.2016
(71) 3117-6490, 3116-6673, 99110-5099
Jornalista responsável Geraldo Moniz de Aragão (DRT-BA nº 1498)
Coordenação de Jornalismo e Edição: Marco Cerqueira (DRT-BA nº1851)
(71) 98234-9940
Texto-base e entrevistas: Cecília Oliveira (estagiário Jornalismo)
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
www.ipac.ba.gov.br
Facebook: Ipacba Patrimônio - Twitter: @ipac_ba – Instagram: @ipac.patrimonio