Exposições do MAM abrem diálogo com artistas locais

22/12/2016

Em 2017 o MAM-BA realiza até quatro exposições de longa duração estimulando ainda mais o diálogo entre o seu acervo modernista e contemporâneo com a produção de artistas baianos da atualidade


 

Ícone das artes e da cultura em Salvador, além de ser um dos principais pontos turísticos da capital baiana, o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) empreende esforços para estabelecer diálogos efetivos com os artistas locais. Nesta temporada de verão, estação que se iniciou ontem (21), o museu já busca essa vertente ao abrir à público quatro mostras simultâneas, contemplando artistas locais, nacionais e internacionais, além de alunos das Oficinas do MAM-BA. “Depois da mostra ‘Só cabeças’, que fica aberta até 20 de fevereiro, estamos construindo recortes do rico acervo do museu para convidar artistas baianos a dialogar com suas produções e essas obras de arte”, explica a diretora do MAM-BA, Ana Liberato.

 

Considerada uma das coleções mais importantes da Bahia, o acervo do museu tem mais de 1,2 mil peças de diversas linguagens, suportes, tradições e lugares do mundo, principalmente obras modernistas e contemporâneas. Alfredo Volpi, Aloísio Magalhães, Burle Marx, Candido Portinari, Di Cavalcanti, José Pancetti, Oswaldo Goeldi, Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, Carlos Bastos e Carybé são alguns dos nomes que abrilhantam o acervo do MAM-BA.

 

200 ARTISTAS – A coleção do MAM-BA foi formada por transferências do Museu de Arte da Bahia (MAB) e via doações. Nomes como Caio Reisewitz, Calasans Neto, Carlos Thiré, Christian Cravo, Clóvis Graciano, Cristiano Mascaro, Daniel Katz, Efrain Almeida, Fayga Ostrower, Flávio de Carvalho, Gil Vicente, Hansen Bahia, Genaro de Carvalho, Janaina Tschäpe, Jenner Augusto, Tunga, José Bechara, Marcelo Grassmann e Pierre Verger também estão no acervo do museu.

 

“A exposição ‘Só Cabeças’ tem mais de 200 obras e 104 artistas, entre eles, baianos consagrados como Caetano Dias e Ayrson Heráclito, além de jovens artistas baianos e outros que residem em Nova York, Londres, Amsterdam, Santiago do Chile e Berlim”, destaca o curador da mostra, Joãozito, quando perguntado sobre esse diálogo proposto pelo MAM-BA. Estão abertas ainda a exposição ‘Hiperfotos-Salvador’ até 29 de janeiro na Capela e ‘Tertúlias Visuais’ na Galeria 3 até 15 de janeiro com 40 peças de 165 alunos das Oficinas do museu. Por fim, o ‘Acervo do MAM-BA em Memórias Bordadas’ na Galeria Subsolo até 8 de janeiro.

 

DIÁLOGO PERMANENTE – “O mais importante é que os artistas baianos saibam que o MAM-BA é um espaço disponível e aberto ao diálogo permanente”, afirma a diretora Ana Liberato. O museu fica na Avenida Contorno, s/nº. A visitação acontece de terça a domingo, das 13h às 18h, com entrada gratuita. Visitas dirigidas são pré-agendadas. Informações via telefones (71) 3116-877 e 3116-8007.

 

Especialmente neste final de ano, em função das festas, o MAM fechará nos dois finais de semana (23 e 24, 30 e 31). Nos dias 28, 29 e 30, o horário muda para das 10h às 15h, em função dos shows de Réveillon que acontecem no Comércio. Confira o facebook: ‘Museu de Arte Moderna da Bahia’. Conheça os museus: www.ipac.ba.gov.br/museus. Assista o vídeo: http://goo.gl/Hjxtkc. Acesse: www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio’.

 

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