03/04/2018
Com o objetivo de desenvolver e estimular o conhecimento do público sobre a cultura do samba de roda, a Casa do Samba, localizada no município de Santo Amaro, irá promover a partir do dia 10 de abril o projeto “Museu do Samba de Roda: Essa Casa é Nossa”.
Aprovado pelo Edital Setorial de Museus, o projeto tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), autarquia vinculada a Secretaria de Cultura da Bahia (Secult).
A ação, além de acontecer no próprio centro cultural, também será realizada em algumas escolas do município e de cidades vizinhas, onde ocorrerão oficinas de samba de roda e maculelê, ministradas por: Mestra Nicinha do Samba, Mestre Primeiro e Mestre Góes. As aulas serão destinadas, especialmente, a crianças e jovens que ainda não tiveram acesso aos museus, na faixa etária de 6 a 17 anos, além do público adulto, a partir dos 18 anos.
"O nosso objetivo é que as pessoas e os estudantes sintam-se parte deste bem público, que o valorizem e conscientizem que ele nos pertence e que cabe a nós mantê-lo vivo. E nada melhor que o samba de roda, a capoeira e o maculelê pra criar este elo", declarou a coordenadora responsável pelo projeto, Luciana Lima.
Mestre Góes, responsável pelas oficinas de Berimbau, também ressaltou a relevância do programa na vida dos alunos. "A importância dos alunos em participarem do programa é a certeza de que eles estarão realizando o primeiro contato com informações que são escassas no seu dia-a-dia, já que, historicamente e muitas das vezes culturalmente falando, os familiares perderam o costume de incentivar, contar suas historias sobre seus costumes e de suas vidas sobre as diversões de seus tempos. Mas, para os mestres e as mestras da cultura popular esse costume continua 'vivo'".
Na Casa do Samba, as principais atividades a serem desenvolvidas serão: visitas guiadas pela exposição permanente de samba de roda, com recepção de escolas, universidades, pesquisadores e comunidade em geral; oficinas de dança, canto, maculelê e de construção e toque de berimbau; encontro dos Mestres do Samba de Roda; apresentações de Samba de Roda; intercâmbios culturais; e, por fim, o caruru de Cosme e Damião. Todas as atividades serão gratuitas e abertas à comunidade, até setembro de 2018.
“A nossa ideia é aproximar mais o público da Casa do Samba, tendo como instrumento principal o samba de roda, que é um patrimônio imaterial da humanidade”, afirmou a Articuladora Cultural do programa, Daniela Sena.
Casa do Samba – Inaugurado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em setembro de 2007, o espaço, localizado na Rua do Imperador, na cidade de Santo Amaro, tem a missão de preservar o samba de roda presente principalmente na região do Recôncavo Baiano.
O samba de roda é uma das principais matrizes do samba brasileiro e foi registrado como patrimônio cultural imaterial pelo Iphan em 2004. Essa manifestação está enraizada em todo o estado da Bahia, principalmente na região do Recôncavo Baiano. Ao som de viola, pandeiros e prato-e-faca, os sambadeiros e sambadeiras formam a roda e dançam o miudinho - movimentos de sapateados para frente e para trás, com os pés, acompanhados dos quadris.
A casa abriga a exposição permanente Samba de Roda: Memória e Vida, com imagens, textos e objetos representativos da cultura do Recôncavo Baiano, além de um extenso acervo. O local também abriga a Associação dos Sambadores e Sambadeiras do Recôncavo Baiano.
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 03.04.2018
Assessora Responsável: Alexsandra de Alcântara Santos
Texto-base: Mari Sonciarê (estagiária de Jornalismo)
Revisão de texto: Carla Costa (DRT 03850)
(71) 3117-6490, 3116-6673
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
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Aprovado pelo Edital Setorial de Museus, o projeto tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), autarquia vinculada a Secretaria de Cultura da Bahia (Secult).
A ação, além de acontecer no próprio centro cultural, também será realizada em algumas escolas do município e de cidades vizinhas, onde ocorrerão oficinas de samba de roda e maculelê, ministradas por: Mestra Nicinha do Samba, Mestre Primeiro e Mestre Góes. As aulas serão destinadas, especialmente, a crianças e jovens que ainda não tiveram acesso aos museus, na faixa etária de 6 a 17 anos, além do público adulto, a partir dos 18 anos.
"O nosso objetivo é que as pessoas e os estudantes sintam-se parte deste bem público, que o valorizem e conscientizem que ele nos pertence e que cabe a nós mantê-lo vivo. E nada melhor que o samba de roda, a capoeira e o maculelê pra criar este elo", declarou a coordenadora responsável pelo projeto, Luciana Lima.
Mestre Góes, responsável pelas oficinas de Berimbau, também ressaltou a relevância do programa na vida dos alunos. "A importância dos alunos em participarem do programa é a certeza de que eles estarão realizando o primeiro contato com informações que são escassas no seu dia-a-dia, já que, historicamente e muitas das vezes culturalmente falando, os familiares perderam o costume de incentivar, contar suas historias sobre seus costumes e de suas vidas sobre as diversões de seus tempos. Mas, para os mestres e as mestras da cultura popular esse costume continua 'vivo'".
Na Casa do Samba, as principais atividades a serem desenvolvidas serão: visitas guiadas pela exposição permanente de samba de roda, com recepção de escolas, universidades, pesquisadores e comunidade em geral; oficinas de dança, canto, maculelê e de construção e toque de berimbau; encontro dos Mestres do Samba de Roda; apresentações de Samba de Roda; intercâmbios culturais; e, por fim, o caruru de Cosme e Damião. Todas as atividades serão gratuitas e abertas à comunidade, até setembro de 2018.
“A nossa ideia é aproximar mais o público da Casa do Samba, tendo como instrumento principal o samba de roda, que é um patrimônio imaterial da humanidade”, afirmou a Articuladora Cultural do programa, Daniela Sena.
Casa do Samba – Inaugurado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em setembro de 2007, o espaço, localizado na Rua do Imperador, na cidade de Santo Amaro, tem a missão de preservar o samba de roda presente principalmente na região do Recôncavo Baiano.
O samba de roda é uma das principais matrizes do samba brasileiro e foi registrado como patrimônio cultural imaterial pelo Iphan em 2004. Essa manifestação está enraizada em todo o estado da Bahia, principalmente na região do Recôncavo Baiano. Ao som de viola, pandeiros e prato-e-faca, os sambadeiros e sambadeiras formam a roda e dançam o miudinho - movimentos de sapateados para frente e para trás, com os pés, acompanhados dos quadris.
A casa abriga a exposição permanente Samba de Roda: Memória e Vida, com imagens, textos e objetos representativos da cultura do Recôncavo Baiano, além de um extenso acervo. O local também abriga a Associação dos Sambadores e Sambadeiras do Recôncavo Baiano.
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 03.04.2018
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