22/12/2011
Cerca de 60 estudantes de museologia, restauração e história de Cachoeira, no recôncavo baiano, participaram da segunda edição da oficina de conservação de papel promovida pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) e a Fundação Hansen Bahia, com o apoio financeiro do Fundo de Cultura da Bahia, mantenedor do espaço através de ação continuada.
As oficinas foram gratuitas e aconteceram no Espaço Cultural Hansen Bahia, na Rua Manoel Vitorino, 12, em Cachoeira, a 133 km de Salvador entre os dias 23 e 25 de novembro. Duas turmas, uma pela manhã e outra à tarde, com 30 alunos cada, tiveram aulas com os profissionais de restauração do IPAC Cláudio Brito e Kátia Berbert, e com a restauradora e especialista em papel, Verônica Rohrs.
O acervo de Hansen Bahia é composto por objetos de uso pessoal do artista e de sua esposa Ilse, em sua maioria em papel, por isso a importância e interesse na realização de uma oficina deste tipo. A parte artística é formada por matrizes e xilogravuras com temáticas influenciadas pelo cotidiano das lutas políticas e a guerra, além da cultura e religiosidade.
“Durante as oficinas foram apresentados passos para a preservação e conservação do papel. Por estar perto de um rio, Cachoeira é muito úmida, então, é importante fazer um trabalho preventivo e de limpeza. A ideia é conscientizar os alunos de como tratar o papel para evitar que ele se degrade”, explica Kátia Berbert.
Essa não é a única ação desenvolvida a partir da parceria entre a Fundação e o IPAC. Desde 1987, o Instituto promove palestras sobre museologia a oficinas de xilogravura, conservação e documentação ministradas por técnicos e monitores do IPAC. De acordo com a gerente administrativa da Fundação, Paula Regina, também já foram feitos alguns convênios com o IPAC para a manutenção do espaço, através de subsídios para as contas de água, luz e contratação de funcionários.
Preservação da obra
A Fundação foi instituída em 19 de abril de 1976, sendo Cachoeira a cidade selecionada pelo artista para ser sua sede. A escolha se deu a partir de testamento escrito que doava ao Estado da Bahia mais de três mil gravuras e originais de 25 livros publicados na Europa.
A partir de então, a Fundação vem realizando ações para a preservação da obra de Hansen e para inúmeras atividades que favoreçam as comunidades de Cachoeira e São Félix, como oficinas de xilogravura, cursos de pintura, desenho e escultura. Convênios são firmados com outras instituições sociais, gerando parcerias que possibilitam através dessas atividades a preservação da memória e da arte de Hansen Bahia tornando-a viva na região.
Mais informações através do e-mail hansenbahia@uol.com.br ou pelo telefone (75) 3438-3442. Confira ainda o site www.ipac.ba.gov.br.
Assessoria de Comunicação – IPAC – em 28.11.2011 - Jornalista responsável Geraldo Moniz (drt-ba 1498) – (71) 8731-2641 – Texto-base: assistente Ana Paula Nobre - Contatos: (71) 3117-6490, 3116-6673, ascom.ipac@ipac.ba.gov.br - www.ipac.ba.gov.br - Facebook: IPAC BAHIA - Twitter: @ipac_ba
As oficinas foram gratuitas e aconteceram no Espaço Cultural Hansen Bahia, na Rua Manoel Vitorino, 12, em Cachoeira, a 133 km de Salvador entre os dias 23 e 25 de novembro. Duas turmas, uma pela manhã e outra à tarde, com 30 alunos cada, tiveram aulas com os profissionais de restauração do IPAC Cláudio Brito e Kátia Berbert, e com a restauradora e especialista em papel, Verônica Rohrs.
O acervo de Hansen Bahia é composto por objetos de uso pessoal do artista e de sua esposa Ilse, em sua maioria em papel, por isso a importância e interesse na realização de uma oficina deste tipo. A parte artística é formada por matrizes e xilogravuras com temáticas influenciadas pelo cotidiano das lutas políticas e a guerra, além da cultura e religiosidade.
“Durante as oficinas foram apresentados passos para a preservação e conservação do papel. Por estar perto de um rio, Cachoeira é muito úmida, então, é importante fazer um trabalho preventivo e de limpeza. A ideia é conscientizar os alunos de como tratar o papel para evitar que ele se degrade”, explica Kátia Berbert.
Essa não é a única ação desenvolvida a partir da parceria entre a Fundação e o IPAC. Desde 1987, o Instituto promove palestras sobre museologia a oficinas de xilogravura, conservação e documentação ministradas por técnicos e monitores do IPAC. De acordo com a gerente administrativa da Fundação, Paula Regina, também já foram feitos alguns convênios com o IPAC para a manutenção do espaço, através de subsídios para as contas de água, luz e contratação de funcionários.
Preservação da obra
A Fundação foi instituída em 19 de abril de 1976, sendo Cachoeira a cidade selecionada pelo artista para ser sua sede. A escolha se deu a partir de testamento escrito que doava ao Estado da Bahia mais de três mil gravuras e originais de 25 livros publicados na Europa.
A partir de então, a Fundação vem realizando ações para a preservação da obra de Hansen e para inúmeras atividades que favoreçam as comunidades de Cachoeira e São Félix, como oficinas de xilogravura, cursos de pintura, desenho e escultura. Convênios são firmados com outras instituições sociais, gerando parcerias que possibilitam através dessas atividades a preservação da memória e da arte de Hansen Bahia tornando-a viva na região.
Mais informações através do e-mail hansenbahia@uol.com.br ou pelo telefone (75) 3438-3442. Confira ainda o site www.ipac.ba.gov.br.
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