27/06/2014
Quem tiver um imóvel (residencial ou comercial) no trajeto do ´Cortejo 2 de Julho` e decorar sua fachada especialmente para o desfile poderá ganhar um prêmio de até R$ 3 mil este ano. A tradicional premiação, retomada pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural no ano passado, integra a programação da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA) para as comemorações dos 191 anos das lutas de Independência da Bahia. A iniciativa é apoiada pela Fundação Gregório de Mattos, da Prefeitura Municipal de Salvador.
Não há necessidade de inscrição. Basta que as casas com fachadas decoradas estejam situadas obrigatoriamente nas ruas por onde passa o cortejo (da Lapinha ao Terreiro de Jesus). Haverá prêmio em dinheiro para o 1º, 2º e 3º lugares (R$ 3 mil, R$ 2 mil e R$ 1 mil respectivamente) e menção honrosa para outras duas fachadas que se destacarem. Os critérios para escolha serão atendimento à temática cívica, preservação do patrimônio edificado, criatividade, originalidade e preocupação com o meio ambiente.
A comissão julgadora será formada por cinco personalidades de reconhecida referência cultural, entre eles artistas plásticos, arquitetos, jornalistas e técnicos do IPAC. O resultado da premiação será divulgado a partir do dia 21 de julho no site do instituto (www.ipac.ba.gov.br), onde também já pode ser acessado o regulamento (link direto: http://migre.me/k8nyw).
Patrimônios Culturais do Estado - Segundo a diretora Geral do IPAC, Elisabete Gándara, o Cortejo 2 de Julho realiza até hoje o mesmo trajeto que as tropas libertadoras brasileiras fizeram ao tomar a capital baiana dos portugueses em 1823. “Por motivos sócio-antropológicos, históricos e simbólicos, desde 2006, o cortejo se tornou oficialmente Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia através do Decreto 10.179/06 retificado no Decreto 11.632/09. Como o cortejo é um bem intangível sob proteção do Estado, promovemos várias ações, sendo uma delas a premiação”, explica.
O trajeto do cortejo inclui a área onde se situa o Conjunto Arquitetônico da Soledade, Patrimônio Material da Bahia desde 1981 através do Decreto 28.398/81. “Esse conjunto foi tombado a partir do reconhecimento de sua importância no contexto do tecido urbano da cidade, por ter sido o mais importante acesso norte no século XVIII, ligando a zona dos Currais Velhos (Barbalho) à Estrada das Boiadas (Estrada da Liberdade), por onde entraram as tropas brasileiras que iriam consolidar o movimento libertador”, enfatiza a diretora.
Mais informações sobre a participação do IPAC no 2 de Julho com sua Gerência de Patrimônio Imaterial (GEIMA) via telefones (71) 3116-6741 e 3116-6828 ou do endereço eletrônico geima.ipac@ipac.ba.gov.br. Fique informado via site www.ipac.ba.gov.br, Facebook Ipacba Patrimônio e Twitter @ipac_ba.
Assessoria de Comunicação – IPAC – em 27.06.2014
Jornalista responsável Geraldo Moniz (DRT-BA 1498)
(71) 8731-2641, 9922-1743
Texto-base: Anderson Sampaio
Edição: Silvana Malta (DRT-BA 1907)
(71) 3117-6490, 3116-6673, 9663-8438
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
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Não há necessidade de inscrição. Basta que as casas com fachadas decoradas estejam situadas obrigatoriamente nas ruas por onde passa o cortejo (da Lapinha ao Terreiro de Jesus). Haverá prêmio em dinheiro para o 1º, 2º e 3º lugares (R$ 3 mil, R$ 2 mil e R$ 1 mil respectivamente) e menção honrosa para outras duas fachadas que se destacarem. Os critérios para escolha serão atendimento à temática cívica, preservação do patrimônio edificado, criatividade, originalidade e preocupação com o meio ambiente.
A comissão julgadora será formada por cinco personalidades de reconhecida referência cultural, entre eles artistas plásticos, arquitetos, jornalistas e técnicos do IPAC. O resultado da premiação será divulgado a partir do dia 21 de julho no site do instituto (www.ipac.ba.gov.br), onde também já pode ser acessado o regulamento (link direto: http://migre.me/k8nyw).
Patrimônios Culturais do Estado - Segundo a diretora Geral do IPAC, Elisabete Gándara, o Cortejo 2 de Julho realiza até hoje o mesmo trajeto que as tropas libertadoras brasileiras fizeram ao tomar a capital baiana dos portugueses em 1823. “Por motivos sócio-antropológicos, históricos e simbólicos, desde 2006, o cortejo se tornou oficialmente Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia através do Decreto 10.179/06 retificado no Decreto 11.632/09. Como o cortejo é um bem intangível sob proteção do Estado, promovemos várias ações, sendo uma delas a premiação”, explica.
O trajeto do cortejo inclui a área onde se situa o Conjunto Arquitetônico da Soledade, Patrimônio Material da Bahia desde 1981 através do Decreto 28.398/81. “Esse conjunto foi tombado a partir do reconhecimento de sua importância no contexto do tecido urbano da cidade, por ter sido o mais importante acesso norte no século XVIII, ligando a zona dos Currais Velhos (Barbalho) à Estrada das Boiadas (Estrada da Liberdade), por onde entraram as tropas brasileiras que iriam consolidar o movimento libertador”, enfatiza a diretora.
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