PHCA ganha nova mostra sobre Castro Alves
O público interessado na vida e na obra do poeta Antônio Frederico de Castro Alves já pode conferir uma nova mostra no Parque Histórico Castro Alves (PHCA), localizado em Cabaceiras do Paraguaçu, no Recôncavo baiano. A exposição, “O berço do poeta”, reúne textos e imagens que contam a história de Castro Alves – através de dados sobre o seu local de nascimento, sua família e inclusive sobre o período histórico em que nasceu.
Esta nova mostra finaliza a série de intervenções que o PHCA passou, além de completar o acervo já existente na casa grande do museu, onde os visitantes mergulham no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, árvore genealógica e objetos que pertenceram a ele e seus familiares.
A exposição “O berço do poeta” está instalada na nova galeria do PHCA, localizada no prédio anexo, onde o público encontra a sala de exibição de filmes, a biblioteca, o infocentro, a cantina e o auditório - uma área aberta para a realização de eventos e atividades socioeducativas. Os visitantes ainda encontram no parque (inaugurado em março de 1971 numa área de 52 mil metros quadrados) o Pouso de Adelaide (em homenagem à irmã do poeta), uma fonte e uma mata virgem com três nascentes.
Sobre o museu: por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil. São objetos que pertenceram a Castro Alves e seus familiares. O público pode ainda usufruir da biblioteca com cerca de 700 títulos e dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o Parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves.
Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h
Entrada: grátis
Praça Castro Alves, 106, Centro, Cabaceiras do Paraguaçu/BA
(75) 3681-1102
Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia
(71) 3117-6445
dimusbahia.wordpress.com
twitter.com/museusdabahia
Mostra ‘Síntese’ até dia 30/11 no Solar Ferrão
Fica em cartaz até 30/11 no Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho) a mostra ‘Síntese’, do artista plástico juazeirense Antônio Coelho de Assis (Coelhão). No local está exposto um conjunto de 13 obras do artista, seis pinturas sobre madeira e oito esculturas. Nelas, Coelhão trabalha com o universo imagético das carrancas – símbolo da cultura ribeirinha do Vale do São Francisco, na divisa da Bahia com Pernambuco.
As obras apresentadas são fruto de uma pesquisa plástica focada na geometrização e desconstrução de elementos culturais do Vale do São Francisco recombinados em novos formatos. Sem se distanciar da carranca e dos barcos, figuras de origem, o artista apresenta pinturas que instigam os visitantes com ilusões de ótica, e tridimensionais que se constroem a partir das relações de cheios e vazios. “Imagens para serenar o olhar ou causar vertigem para quem quiser mergulhar num jogo de descobertas”, provoca o artista.
“Nesta série de tridimensionais e pinturas, a síntese se dá na forma, na cor e no tema, já que o referencial é o fragmento do todo: a cultura local. As carrancas se desdobram em triângulos, os triângulos em barcos e velas que novamente se desdobram em carrancas e quando se dá conta, é a parte e o todo que se está vendo, num jogo de recombinações dos elementos primordiais. É olhar a mesma composição e ter vertigem, não conseguindo definir o que de fato se vê”, acrescenta.
Coelhão - Como artista contemporâneo, A.C. Coelho de Assis carrega na sua trajetória referências de vários movimentos artísticos de vanguarda que misturados ao seu interesse pelo sertão e sua relação com o rio São Francisco proporcionam experiências sensíveis enriquecedoras.
Outros destaques:
SOLAR FERRÃO
1- A Exposição de Arte Africana – Coleção Claudio Masella apresenta a riqueza estética e a diversidade da produção cultural africana do século XX, expressada em objetos, sobretudo máscaras, estatuetas e utensílios de uso cotidiano ou ritualístico. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004, pelo industrial italiano Claudio Masella, as obras representam vários estilos étnicos das sociedades africanas.Permanente.
2- A Coleção de Arte Popular reúne peças representativas da Cultura Popular do Nordeste. O acervo reunido por Martim Gonçalves e, posteriormente, ampliado pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi é composto por peças utilitárias e figurativas, dentre elas carrancas, ex-votos, imaginária, esculturas em cerâmica, fifós, panelas, potes de barro, brinquedos, utensílios domésticos e objetos criados a partir de materiais recicláveis, que mostram uma sintonia entre a arte e a vida cotidiana. Permanente.
3- As Plásticas Sonoras, de Walter Smetak, são consideradas obras de arte por críticos e pesquisadores, e podem ser conferidas na mostra de longa duração Smetak – O Alquimista do Som. Estas peças do acervo da família do músico suíço foram restauradas e expostas somente nos Museus de Arte Moderna da Bahia e de São Paulo, em 2007 e 2008. O acervo está tombado provisoriamente, em estudo para composição do dossiê. Permanente.
Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e três coleções: a coleção da arquiteta Lina Bo Bardi, a Coleção Claudio Masella e a Coleção de Instrumentos Musicais Walter Smetak.
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 45, Pelourinho, Salvador
(71) 3116- 6743
MUSEU TEMPOSTAL
1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.
2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX. Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.
3 - A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.
Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas.
Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho, Salvador
MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA
1- A exposição Udo, o Artista é uma nova proposta de exposição para a galeria do piso térreo do Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica, onde pretende trazer ao espaço o lado criacionista do artista que dá nome à instituição, apresentando as várias possibilidades do ceramista ao trabalhar na criação de motivos em azulejos e na criação ou utilização de suportes de cerâmica para função de decorar. Udo, o Artista, também vai exibir uma coleção de suportes utilizados pelo artista, como equipamentos, ferramentas e matérias-primas. Mostra de longa duração.
2- Ampliada com 14 obras, sendo 12 delas do ceramista alemão Udo Knoff, a mostra Azulejos de Udo constrói uma leitura histórica sobre as especificidades do cenário urbano ao apresentar mais de 300 azulejos que trazem parte significativa da arquitetura de Salvador. A mistura de história e arte, somada ao trabalho rebuscado da coleção, contextualiza o papel social e artístico da cerâmica – legado do trabalho do ceramista alemão Udo Knoff. Permanente.
Sobre o museu: A exposição de longa duração apresenta uma mostra de azulejos da coleção do artista e patrono do museu, Udo Knoff, trazendo parte significativa da arquitetura de Salvador, permitindo uma leitura histórica sobre as especificidades deste cenário urbano. O Museu Udo Knoff oferece ao público a possibilidade de fazer releituras dos azulejos da coleção de Udo Knoff, a partir da visita mediada com a atividade educativa “Composição Decorativa” que pode ser realizada com os mais diversos públicos (com agendamento prévio).
Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho, Salvador
MUSEU ABELARDO RODRIGUES
Sobre o museu: o Museu Abelardo Rodrigues preserva uma das mais importantes coleções de arte sacra do país, reunida pelo pernambucano que dá nome ao museu. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia.
Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho, Salvador
PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)
Sobre o museu: por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil. São objetos que pertenceram a Castro Alves e seus familiares. O público pode ainda usufruir da biblioteca com cerca de 700 títulos e dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o Parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves.
Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h
Entrada: grátis
Praça Castro Alves, 106, Centro, Cabaceiras do Paraguaçu/BA
Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia
(71) 3117-6445
dimusbahia.wordpress.com
twitter.com/museusdabahia