18/05/2015
A Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres representará a Bahia, entre os dias 14 e 15 de maio, no Workshop Internacional sobre Mulheres Sobreviventes da Violência, promovido pelo Banco Mundial, na Guatemala, quando apresentará a experiência dos Centros de Referência de Atendimento à Mulher (CRAMS) implementados na Bahia.
O Workshop contará com a participação de representantes do Banco Mundial, da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) e representantes de Estado da Guatemala.
Atualmente, a Bahia dispõe de 20 CRAMs e de cinco Núcleos de Atendimento às Mulheres (NAMs). Além da experiência baiana, o público presente poderá conhecer também a experiência de Pernambuco.
CRAM
O Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) é um serviço público municipal e gratuito de prevenção e atendimento psicológico, social e jurídico para mulheres (a partir de 18 anos de idade) que vivem em situação de violência doméstica e/ou familiar.
Os principais objetivos do equipamento são: prevenir e enfrentar todas as formas de violência doméstica contra as mulheres; possibilitar o rompimento do ciclo de violência em que as mulheres se encontram; e transformar a vítima em multiplicadora do enfrentamento a essa forma de violência sexista.
O Workshop contará com a participação de representantes do Banco Mundial, da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) e representantes de Estado da Guatemala.
Atualmente, a Bahia dispõe de 20 CRAMs e de cinco Núcleos de Atendimento às Mulheres (NAMs). Além da experiência baiana, o público presente poderá conhecer também a experiência de Pernambuco.
CRAM
O Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) é um serviço público municipal e gratuito de prevenção e atendimento psicológico, social e jurídico para mulheres (a partir de 18 anos de idade) que vivem em situação de violência doméstica e/ou familiar.
Os principais objetivos do equipamento são: prevenir e enfrentar todas as formas de violência doméstica contra as mulheres; possibilitar o rompimento do ciclo de violência em que as mulheres se encontram; e transformar a vítima em multiplicadora do enfrentamento a essa forma de violência sexista.