20/05/2015
FONTE: SPM/PR
A secretária de Políticas do Trabalho e Autonomia Econômica das Mulheres, Tatau Godinho, e a coordenadora-geral de Autonomia Econômica das Mulheres da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), Simone Schäffer, reuniram os participantes do Comitê Técnico Institucional do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, na tarde desta quinta-feira (23/04), no auditório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em Brasília.
O Pró-Equidade consiste em disseminar novas concepções na gestão de pessoas e na cultura organizacional para alcançar a igualdade entre mulheres e homens no mundo do trabalho. O comitê atua no acompanhamento da implantação do Programa, assessorando a coordenação e auxiliando na divulgação.
Atualmente está em sua 5ª edição e participam 83 empresas entre os setores da indústria, comércio, bancos, petróleo, entre outros. As organizações participantes englobam quase 1 milhão de trabalhadoras e trabalhadores brasileiros.
As organizações participantes chegam a apresentar quase três vezes mais mulheres em cargos executivos, em comparação com as outras empresas que não aderiram ao Pró-Equidade.
A secretária de Políticas do Trabalho e Autonomia Econômica das Mulheres, Tatau Godinho, e a coordenadora-geral de Autonomia Econômica das Mulheres da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), Simone Schäffer, reuniram os participantes do Comitê Técnico Institucional do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, na tarde desta quinta-feira (23/04), no auditório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em Brasília.
O Pró-Equidade consiste em disseminar novas concepções na gestão de pessoas e na cultura organizacional para alcançar a igualdade entre mulheres e homens no mundo do trabalho. O comitê atua no acompanhamento da implantação do Programa, assessorando a coordenação e auxiliando na divulgação.
Atualmente está em sua 5ª edição e participam 83 empresas entre os setores da indústria, comércio, bancos, petróleo, entre outros. As organizações participantes englobam quase 1 milhão de trabalhadoras e trabalhadores brasileiros.
As organizações participantes chegam a apresentar quase três vezes mais mulheres em cargos executivos, em comparação com as outras empresas que não aderiram ao Pró-Equidade.