20/05/2015
DISCURSO DA SECRETÁRIA DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES, VERA LÚCIA BARBOSA, DURANTE LANÇAMENTO DO LIVRO “MEU CAMINHAR , MEU VIVER”, DE MAKOTA VALDINA PINTO (26 de novembro de 2013, Salvador-Bahia)

Boa noite a todos e todas, gostaria de saudar aos presentes:
Estamos aqui reunidos para celebrar o conhecimento. Este que sempre foi o instrumento utilizado, lapidado e difundido por Makota Valdina em sua trajetória de vida e dedicação religiosa. Vamos celebrar a possibilidade que teremos, a partir de hoje, de compartilhar a leitura do livro Meu Caminhar , meu Viver.
Um registro que, com certeza, nos envolverá com histórias para serem, antes de tudo sentidas; e com os inúmeros legados a serem absorvidos com esta leitura obrigatória a todos que reverenciam a nossa cultura e a nossa história.
Não poderia ser diferente, sendo a transcrição de uma vida dedicada ao desenvolvimento da sociedade, seja por meio do engajamento pela educação básica para a população; pela luta em prol da valorização das especificidades da nação de candomblé angola-congo de matriz bantu; pela trajetória no Terreiro Tanuri Junsara, ou ainda pela dedicação à educação ambiental relacionada ao combate do racismo, a partir preservação das espécies e dos espaços que compõem a tradição e a ritualística das religiões de Matrizes Africanas. Temos mesmo que comemorar!
Como titular da pasta de Políticas para as Mulheres não posso deixar de ressaltar o protagonismo dessa referência feminina que é Makota Valdina. Postura materializada desde sempre, na jovem presidente da Associação de Moradores do seu Engenho Velho de Brotas, e hoje, na figura que é referência nacional para o debate das questões étnico-raciais.
A senhora nos representa também na luta pela autonomia feminina através do seu posicionamento firme e militante no combate à violência contra as mulheres e à intolerância religiosa.
Aproveito para parabenizar Governo do Estado, e a SEPROMI pela parceria na produção deste valioso produto cultural que é o Livro Meu Caminhar , Meu Viver e pela campanha Novembro Negro deste ano, que pede respeito para todas as religiões, reforçando a luta de Makota Valdina e de tantas outras lideranças religiosas e cidadãos do nosso Estado.
Lembro também que estamos no período intitulado 16 dias de ativismo pelo fim da Violência contra a Mulher. Desde de o dia 25 de novembro Estado e sociedade civil reforçam o debate em todo país acerca dos desafios para o combate à violência doméstica, promovendo o despertar para uma consciência global acerca do tema.
Uma série de atividades está sendo desenvolvida em todo Estado, e a Secretaria de Políticas para as Mulheres desenvolve e participa de diversas ações até o dia 10 de dezembro. Convoco todas e todos para conferir a programação em nosso site e participar dos 16 dias de ativismo de combate a violência contra à mulher na Bahia.
Finalizo minha participação nesta noite memorável dizendo que todas a homenagens são ainda insuficientes para agradecer às contribuições sociais, culturais e religiosas que a figura de Makota Valdina trouxe para nós baianos e brasileiros.
Estar presente neste lançamento é um grande privilegio e nos faz ter mais certeza de que caminhamos em direção de um país mais consciente de suas raízes, que valoriza sua história e o conhecimento original de seu povo. Obrigada Makota pela obra que divide conosco a partir de hoje . Obrigada a todas e todos. Boa noite.

Boa noite a todos e todas, gostaria de saudar aos presentes:
Estamos aqui reunidos para celebrar o conhecimento. Este que sempre foi o instrumento utilizado, lapidado e difundido por Makota Valdina em sua trajetória de vida e dedicação religiosa. Vamos celebrar a possibilidade que teremos, a partir de hoje, de compartilhar a leitura do livro Meu Caminhar , meu Viver.
Um registro que, com certeza, nos envolverá com histórias para serem, antes de tudo sentidas; e com os inúmeros legados a serem absorvidos com esta leitura obrigatória a todos que reverenciam a nossa cultura e a nossa história.
Não poderia ser diferente, sendo a transcrição de uma vida dedicada ao desenvolvimento da sociedade, seja por meio do engajamento pela educação básica para a população; pela luta em prol da valorização das especificidades da nação de candomblé angola-congo de matriz bantu; pela trajetória no Terreiro Tanuri Junsara, ou ainda pela dedicação à educação ambiental relacionada ao combate do racismo, a partir preservação das espécies e dos espaços que compõem a tradição e a ritualística das religiões de Matrizes Africanas. Temos mesmo que comemorar!
Como titular da pasta de Políticas para as Mulheres não posso deixar de ressaltar o protagonismo dessa referência feminina que é Makota Valdina. Postura materializada desde sempre, na jovem presidente da Associação de Moradores do seu Engenho Velho de Brotas, e hoje, na figura que é referência nacional para o debate das questões étnico-raciais.
A senhora nos representa também na luta pela autonomia feminina através do seu posicionamento firme e militante no combate à violência contra as mulheres e à intolerância religiosa.
Aproveito para parabenizar Governo do Estado, e a SEPROMI pela parceria na produção deste valioso produto cultural que é o Livro Meu Caminhar , Meu Viver e pela campanha Novembro Negro deste ano, que pede respeito para todas as religiões, reforçando a luta de Makota Valdina e de tantas outras lideranças religiosas e cidadãos do nosso Estado.
Lembro também que estamos no período intitulado 16 dias de ativismo pelo fim da Violência contra a Mulher. Desde de o dia 25 de novembro Estado e sociedade civil reforçam o debate em todo país acerca dos desafios para o combate à violência doméstica, promovendo o despertar para uma consciência global acerca do tema.
Uma série de atividades está sendo desenvolvida em todo Estado, e a Secretaria de Políticas para as Mulheres desenvolve e participa de diversas ações até o dia 10 de dezembro. Convoco todas e todos para conferir a programação em nosso site e participar dos 16 dias de ativismo de combate a violência contra à mulher na Bahia.
Finalizo minha participação nesta noite memorável dizendo que todas a homenagens são ainda insuficientes para agradecer às contribuições sociais, culturais e religiosas que a figura de Makota Valdina trouxe para nós baianos e brasileiros.
Estar presente neste lançamento é um grande privilegio e nos faz ter mais certeza de que caminhamos em direção de um país mais consciente de suas raízes, que valoriza sua história e o conhecimento original de seu povo. Obrigada Makota pela obra que divide conosco a partir de hoje . Obrigada a todas e todos. Boa noite.