22/01/2016
Aconteceu na tarde de ontem (21), no Espaço Cultural da Barroquinha, em Salvador, o debate realizado pela Unegro, que teve como tema “Limites e Desafios Institucionais de Enfrentamento à Intolerância Religiosa no Brasil”. O evento fez parte das ativações do dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, lembrado no dia 21 de janeiro, data símbolo de enfrentamento a essa prática.
A mesa de debates foi mediada pela Presidente da Unegro, Sirlene Assis e composta pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM-BA); o Advogado e Coordenador executivo da Secretaria de Promoção a Igualdade Racial da Bahia (Sepromi), Sérgio São Bernardo; o Babalorixá, poeta e Antropólogo, Júlio Braga; o Jornalista e Antropólogo, Marlon Marcos e o Presidente da Fundação Gregório de Matos, Fernando Guerreiro.
Foi destacado na discussão que para além de ‘tolerar’, devemos buscar o respeito e o reconhecimento de toda a contribuição que os povos de terreiro trouxeram para a cultura baiana. Também foi mencionado que a intolerância é uma forma de racismo e que como tal, deve ser penalizada legalmente.
O Presidente da Fundação Gregório de Matos, Fernando Guerreiro, falou sobre recentes avanços no que diz respeito à cultura afrodescendente baiana. Dentre as novas conquistas estão à assinatura do decreto que dá imunidade tributária aos terreiros de Salvador. Destacou também a reinauguração de espaços voltados para a cultura de matrizes africanas, como o próprio Espaço Cultural Barroquinha.
Ascom SPM-BA
A mesa de debates foi mediada pela Presidente da Unegro, Sirlene Assis e composta pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM-BA); o Advogado e Coordenador executivo da Secretaria de Promoção a Igualdade Racial da Bahia (Sepromi), Sérgio São Bernardo; o Babalorixá, poeta e Antropólogo, Júlio Braga; o Jornalista e Antropólogo, Marlon Marcos e o Presidente da Fundação Gregório de Matos, Fernando Guerreiro.
Foi destacado na discussão que para além de ‘tolerar’, devemos buscar o respeito e o reconhecimento de toda a contribuição que os povos de terreiro trouxeram para a cultura baiana. Também foi mencionado que a intolerância é uma forma de racismo e que como tal, deve ser penalizada legalmente.
O Presidente da Fundação Gregório de Matos, Fernando Guerreiro, falou sobre recentes avanços no que diz respeito à cultura afrodescendente baiana. Dentre as novas conquistas estão à assinatura do decreto que dá imunidade tributária aos terreiros de Salvador. Destacou também a reinauguração de espaços voltados para a cultura de matrizes africanas, como o próprio Espaço Cultural Barroquinha.
Ascom SPM-BA