27/03/2017
Na manhã do último sábado (25/03), a Casa de Angola sediou o Encontro de Mulheres Negras e Quilombolas – Discutindo desenvolvimento e políticas públicas na contemporaneidade. O evento, realizado pela Associação Protetora dos Desvalidos e Rota dos Quilombolas, objetivou a construção de estratégias para fortalecer iniciativas de engajamento das mulheres negras urbanas e quilombolas, nas áreas da autonomia, dos empreendimentos solidários e políticas de gênero.
Presente no encontro, a secretária de Políticas para as Mulheres, Julieta Palmeira, falou sobre a importância em combater a violência contra as mulheres e promover a autonomia. “Violência contra as mulheres é problema de saúde pública. Não podemos permitir que essa situação perdure. Uma das formas de evitar a violência é combater o machismo”.
A secretária tratou, ainda, de temas urgentes para as mulheres, a exemplo da dupla jornada de trabalho, reforma da Previdência e a Terceirização, que afetarão as mesmas de forma bastante significativa.
Dentro do aspecto econômico, Julieta Palmeira apresentou dados de uma pesquisa do IBGE com informações sobre a situação da mulher negra no mercado de trabalho. “Em 10 anos, as mulheres negras aumentaram a renda em 80%. Mesmo assim, ainda são as últimas na escala salarial. Os maiores salários são dos homens brancos, seguidos de mulheres brancas. Depois homens negros e por último, mulheres negras. Esse quadro precisa mudar.”
O evento contou com a presença da secretária Estadual de Promoção da Igualdade Racial, Fábya Reis, comunidades quilombolas do Baixo Sul, Boninal, Recôncavo, entre outros.
Presente no encontro, a secretária de Políticas para as Mulheres, Julieta Palmeira, falou sobre a importância em combater a violência contra as mulheres e promover a autonomia. “Violência contra as mulheres é problema de saúde pública. Não podemos permitir que essa situação perdure. Uma das formas de evitar a violência é combater o machismo”.
A secretária tratou, ainda, de temas urgentes para as mulheres, a exemplo da dupla jornada de trabalho, reforma da Previdência e a Terceirização, que afetarão as mesmas de forma bastante significativa.
Dentro do aspecto econômico, Julieta Palmeira apresentou dados de uma pesquisa do IBGE com informações sobre a situação da mulher negra no mercado de trabalho. “Em 10 anos, as mulheres negras aumentaram a renda em 80%. Mesmo assim, ainda são as últimas na escala salarial. Os maiores salários são dos homens brancos, seguidos de mulheres brancas. Depois homens negros e por último, mulheres negras. Esse quadro precisa mudar.”
O evento contou com a presença da secretária Estadual de Promoção da Igualdade Racial, Fábya Reis, comunidades quilombolas do Baixo Sul, Boninal, Recôncavo, entre outros.