25/02/2017
Inaugurado recentemente, o Hospital da Mulher da Bahia recebeu a visita dos representantes da ONU Mulheres para o Brasil, Nadine Gasman, e da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), Joaquín Molina, na tarde da sexta-feira (24/02), quando conheceram a estrutura e funcionamento da unidade.
Com a presença das secretárias de Políticas para as Mulheres (SPM-BA), Julieta Palmeira, e do Trabalho, Olívia Santana, o grupo foi acompanhado pelo diretor da unidade, Marco Antônio Andrade. Integrantes do Conselho Estadual de Saúde também estiveram presentes na visita.
Para Joaquín Molina, a impressão do hospital foi a melhor possível. “A unidade tem condições especiais e o espaço foi bem aproveitado, além de uma ótima estrutura. A ideia é muito interessante, principalmente a área para mulheres que sofreram violência. Isso é importante porque existe o constrangimento da mulher violentada em procurar ajuda e o hospital é bastante acolhedor nesse sentido.”
Já Nadine Gasman parabenizou o Governo do Estado pelo investimento em um hospital que atende a necessidade das mulheres com humanização e qualidade na atenção. “Quando estão doentes ou são vítimas de violência sexual, as mulheres precisam de um bom atendimento e estrutura organizada. Dá para ver que isso acontece aqui. Além disso, a direção do hospital tem clareza do que precisa ser feito aqui, implantando uma forma diferenciada e humana de atenção às mulheres.”
Serviço
Desde que começou a funcionar, há cerca de um mês e meio, o Hospital da Mulher atendeu sete casos de mulheres violentadas sexualmente. Durante o Carnaval, o serviço de atendimento às mulheres que sofreram violência sexual conta com plantão reforçado. A mulher que precisar de atendimento de emergência se submeterá aos exames necessários e receberá o contraceptivo de emergência e da profilaxia para as doenças sexualmente transmissíveis, as DST/Aids.
Segundo a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), no Carnaval do ano passado foram notificados 38 casos de violência sexual. No Hospital da Mulher, a equipe de serviço social está orientada para dar todo o encaminhamento necessário, junto a DEAM e Política Técnica, para o registro do boletim de ocorrência, contribuindo assim para se reduzir a subnotificação. O hospital funciona 24h, por demanda espontânea, nos casos de violência sexual.
Ascom SPM-BA
Com a presença das secretárias de Políticas para as Mulheres (SPM-BA), Julieta Palmeira, e do Trabalho, Olívia Santana, o grupo foi acompanhado pelo diretor da unidade, Marco Antônio Andrade. Integrantes do Conselho Estadual de Saúde também estiveram presentes na visita.
Para Joaquín Molina, a impressão do hospital foi a melhor possível. “A unidade tem condições especiais e o espaço foi bem aproveitado, além de uma ótima estrutura. A ideia é muito interessante, principalmente a área para mulheres que sofreram violência. Isso é importante porque existe o constrangimento da mulher violentada em procurar ajuda e o hospital é bastante acolhedor nesse sentido.”
Já Nadine Gasman parabenizou o Governo do Estado pelo investimento em um hospital que atende a necessidade das mulheres com humanização e qualidade na atenção. “Quando estão doentes ou são vítimas de violência sexual, as mulheres precisam de um bom atendimento e estrutura organizada. Dá para ver que isso acontece aqui. Além disso, a direção do hospital tem clareza do que precisa ser feito aqui, implantando uma forma diferenciada e humana de atenção às mulheres.”
Serviço
Desde que começou a funcionar, há cerca de um mês e meio, o Hospital da Mulher atendeu sete casos de mulheres violentadas sexualmente. Durante o Carnaval, o serviço de atendimento às mulheres que sofreram violência sexual conta com plantão reforçado. A mulher que precisar de atendimento de emergência se submeterá aos exames necessários e receberá o contraceptivo de emergência e da profilaxia para as doenças sexualmente transmissíveis, as DST/Aids.
Segundo a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), no Carnaval do ano passado foram notificados 38 casos de violência sexual. No Hospital da Mulher, a equipe de serviço social está orientada para dar todo o encaminhamento necessário, junto a DEAM e Política Técnica, para o registro do boletim de ocorrência, contribuindo assim para se reduzir a subnotificação. O hospital funciona 24h, por demanda espontânea, nos casos de violência sexual.
Ascom SPM-BA