21/02/2019
Nos últimos dias, veio à tona o caso da jovem Eva Luana da Silva, 21 anos, moradora do município de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador, que divulgou nas redes sociais o abuso sexual, psicológico e tortura que teria sofrido do padrasto durante anos. Sua mãe também sofria violência. No momento, o acusado está detido na 18ª Delegacia de Camaçari, cidade onde ocorreu o crime, e Eva Luana, sua mãe e irmã estão sob medida protetiva.
A Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM-BA) se solidariza com a jovem Eva Luana e acompanha a apuração do caso junto às autoridades. “Diante dos fatos tão graves relatados por ela, estaremos vigilantes para que seu padrasto permaneça preso até o julgamento e que, finalmente, se faça justiça. É preciso oferecer uma proteção efetiva à Eva Luana e todo suporte de atendimento psicológico necessário. Precisamos enfrentar a cultura da violência, além de unir governo e sociedade para que as mulheres em situação de violência tenham proteção efetiva. Não podemos mais admitir, por exemplo, que mulheres ainda que sob medida protetiva, definida pelo Judiciário, possam ser novamente agredidas ou assassinadas, como vem acontecendo", declara a titular da SPM-BA, Julieta Palmeira.
De acordo com o relato, os abusos começaram quando a jovem tinha 12 anos. “[...] minha mãe era agredida, abusada, violada e torturada quase todos os dias. Meu padrasto era obsessivo e ciumento com ela. Resumindo de uma maneira geral, ela era agredida com chutes, joelhadas, objetos... Era abusada sexualmente de todas as formas possíveis. Era obrigada a tomar bebidas até vomitar, e quando vomitava tinha que tomar o próprio vômito como castigo. Ele começou a me abusar sexualmente. Eu tinha nojo, repulsa, ódio e não entendia porque aquilo acontecia comigo [...]’’, disse em uma das publicações em seu Instagram.
Ainda de acordo com as declarações da jovem, ela teria denunciado o suposto agressor quando tinha 13 anos. No entanto, Eva afirma que foi ‘’obrigada’’ a retirar a denúncia por causa das ameaças do padrasto. De acordo com relatos da jovem, após nove anos sendo vigiada nas aulas da faculdade, ter celular confiscado, dormir na casa do cachorro, entre outras situações contadas nas publicações no Instagram, no dia 30 de janeiro deste ano, Eva Luana contou ao namorado o que estava passando e ele ajudou a incentivá-la a denunciar o caso pela segunda vez.
A Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM-BA) se solidariza com a jovem Eva Luana e acompanha a apuração do caso junto às autoridades. “Diante dos fatos tão graves relatados por ela, estaremos vigilantes para que seu padrasto permaneça preso até o julgamento e que, finalmente, se faça justiça. É preciso oferecer uma proteção efetiva à Eva Luana e todo suporte de atendimento psicológico necessário. Precisamos enfrentar a cultura da violência, além de unir governo e sociedade para que as mulheres em situação de violência tenham proteção efetiva. Não podemos mais admitir, por exemplo, que mulheres ainda que sob medida protetiva, definida pelo Judiciário, possam ser novamente agredidas ou assassinadas, como vem acontecendo", declara a titular da SPM-BA, Julieta Palmeira.
De acordo com o relato, os abusos começaram quando a jovem tinha 12 anos. “[...] minha mãe era agredida, abusada, violada e torturada quase todos os dias. Meu padrasto era obsessivo e ciumento com ela. Resumindo de uma maneira geral, ela era agredida com chutes, joelhadas, objetos... Era abusada sexualmente de todas as formas possíveis. Era obrigada a tomar bebidas até vomitar, e quando vomitava tinha que tomar o próprio vômito como castigo. Ele começou a me abusar sexualmente. Eu tinha nojo, repulsa, ódio e não entendia porque aquilo acontecia comigo [...]’’, disse em uma das publicações em seu Instagram.
Ainda de acordo com as declarações da jovem, ela teria denunciado o suposto agressor quando tinha 13 anos. No entanto, Eva afirma que foi ‘’obrigada’’ a retirar a denúncia por causa das ameaças do padrasto. De acordo com relatos da jovem, após nove anos sendo vigiada nas aulas da faculdade, ter celular confiscado, dormir na casa do cachorro, entre outras situações contadas nas publicações no Instagram, no dia 30 de janeiro deste ano, Eva Luana contou ao namorado o que estava passando e ele ajudou a incentivá-la a denunciar o caso pela segunda vez.