As orientações encontradas na cartilha são para auxiliar a vitima em caso de violência LGBTIfóbico presencial ou na internet. O primeiro passo é registrar o boletim de ocorrência em uma delegacia próxima ou no disque 180. Após isso, indicar testemunha, de preferência que não seja do seu vínculo afetivo; levar provas que comprovem o relatado e buscar orientação jurídica.
Há casos que a vítima não consegue denunciar, a cartilha orienta como as pessoas podem ajudar. Um passo importante é escutar e acreditar no relato, não deixar a vítima sozinha e sugerir buscar ajuda em locais, como ONGs, Conselhos ou Coordenação de LGBTI+ além da delegacia.
O Supremo Tribunal Federal decidiu em 2019 as práticas feitas à comunidade LGBTI+ como ofender, ter um direito violado ou ser tratado de forma diferente devido a sua orientação sexual ou identidade de gênero é considerado crime de racismo social.
Segundo a cartilha, o Brasil é o país que mais assassina pessoa transexual desde 2008. A Antra realizou um estudo onde 99% das pessoas da LGBTI+ afirmaram não sentirem seguras no país.
Fonte: Poder 360