19/04/2017
A palestra do médico André Luiz Peixinho, que encerrou o ciclo de Estudos e Pesquisas para a instalação do Núcleo de Assistência Religiosa – Capelania, da Polícia Civil, encantou a plateia que quase lotou, na manhã desta quarta-feira (19), o auditório do Centro de Operações de Inteligência (COI) Dois de Julho, da Secretaria da Segurança Pública (SSP), no Centro Administrativo da Bahia (CAB).
Inteligente, crítico, informado, bem humorado, o médico, que tratou do tema Intolerância Religiosa, chamou a atenção do público para a necessidade de se buscar a paz entre as pessoas, e que o primeiro passo deve ser dado por nós. O médico fez isso por meio de comparativos com o cotidiano, exemplificando como as relações estão mudando e como se faz urgente um olhar mais fraterno para o outro.
E foi exatamente a questão da fraternidade que mobilizou, segundo o delegado-geral Bernardino Brito, que encerrou o evento, um grupo de servidores policiais para a necessidade de se implantar o Núcleo de Assistência Religiosa na Polícia Civil. “É algo para aqueles momentos em que nos sentimos sós, procurando saídas, buscando conforto, superando dificuldades”, salientou.
O delegado disse ao público que também está, assim como este grupo de estudos, ciente da necessidade da criação do Núcleo e que se sentia muito contente com os resultados obtidos durante o ciclo e o conhecimento já adquirido com os parceiros que integram a Capelania da Polícia Militar. Além da presença de representantes de outras religiões, o evento contou com as apresentações do cantor Josué Dias, acompanhando de tecladista.
Inteligente, crítico, informado, bem humorado, o médico, que tratou do tema Intolerância Religiosa, chamou a atenção do público para a necessidade de se buscar a paz entre as pessoas, e que o primeiro passo deve ser dado por nós. O médico fez isso por meio de comparativos com o cotidiano, exemplificando como as relações estão mudando e como se faz urgente um olhar mais fraterno para o outro.
E foi exatamente a questão da fraternidade que mobilizou, segundo o delegado-geral Bernardino Brito, que encerrou o evento, um grupo de servidores policiais para a necessidade de se implantar o Núcleo de Assistência Religiosa na Polícia Civil. “É algo para aqueles momentos em que nos sentimos sós, procurando saídas, buscando conforto, superando dificuldades”, salientou.
O delegado disse ao público que também está, assim como este grupo de estudos, ciente da necessidade da criação do Núcleo e que se sentia muito contente com os resultados obtidos durante o ciclo e o conhecimento já adquirido com os parceiros que integram a Capelania da Polícia Militar. Além da presença de representantes de outras religiões, o evento contou com as apresentações do cantor Josué Dias, acompanhando de tecladista.