17/06/2016
O delegado Moisés Damasceno, diretor do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), recebeu, na quinta-feira (16), uma comissão formada por representantes de associações de taxistas que vieram à Polícia Civil para encontrar mecanismos que facilitem o trabalho da investigação nos crimes cometidos contra taxistas.
Duas das soluções já foram acordadas, disse o diretor do DCCP: fazer o registro sempre que ocorrer o crime e centralizar a queixa na Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), na Baixa do Fiscal, unidade especializada em crimes contra o patrimônio. “O não registro mascara o que está ocorrendo com os taxistas e pulverização dos registros em qualquer delegacia territorial dificulta a elucidação”, pondera Moisés Damasceno.
Para o delegado, os taxistas agora devem procurar apenas a DRFR para fazer o registro. Assim, a partir dos depoimentos das vítimas, descrição dos criminosos e do modo deles agirem, será possível ao Setor de Investigação (SI), da delegacia, construir um rico banco de dados e criar estratégias para reprimir estas ações delituosas. “Só assim poderemos atuar de forma mais rápida e eficiente na elucidação do crime”, afirmou.
A delegada Carla Ramos, titular da DRFR, e o delegado José Bezerra, diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investigam em conjunto o latrocínio do taxista Nilton Antônio do Carmo, de 65 anos, ocorrido em 9 de junho, no bairro da Federação, também estiveram presentes à reunião.
Participaram ainda os representantes Maurício Vasconcelos e Leandro Dias, da Associação Geral dos Taxistas (AGT), Abrão Machado e Carlos Francisco Costa, da Associação dos Taxistas Auxiliares da Bahia (Ataxi), Gilberto Oliveira, da Cooperativa de Assistência aos Taxistas (Coastaxi), Vilson Coutinho, do Sindicato dos Taxistas (Sinditaxi).
Duas das soluções já foram acordadas, disse o diretor do DCCP: fazer o registro sempre que ocorrer o crime e centralizar a queixa na Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), na Baixa do Fiscal, unidade especializada em crimes contra o patrimônio. “O não registro mascara o que está ocorrendo com os taxistas e pulverização dos registros em qualquer delegacia territorial dificulta a elucidação”, pondera Moisés Damasceno.
Para o delegado, os taxistas agora devem procurar apenas a DRFR para fazer o registro. Assim, a partir dos depoimentos das vítimas, descrição dos criminosos e do modo deles agirem, será possível ao Setor de Investigação (SI), da delegacia, construir um rico banco de dados e criar estratégias para reprimir estas ações delituosas. “Só assim poderemos atuar de forma mais rápida e eficiente na elucidação do crime”, afirmou.
A delegada Carla Ramos, titular da DRFR, e o delegado José Bezerra, diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investigam em conjunto o latrocínio do taxista Nilton Antônio do Carmo, de 65 anos, ocorrido em 9 de junho, no bairro da Federação, também estiveram presentes à reunião.
Participaram ainda os representantes Maurício Vasconcelos e Leandro Dias, da Associação Geral dos Taxistas (AGT), Abrão Machado e Carlos Francisco Costa, da Associação dos Taxistas Auxiliares da Bahia (Ataxi), Gilberto Oliveira, da Cooperativa de Assistência aos Taxistas (Coastaxi), Vilson Coutinho, do Sindicato dos Taxistas (Sinditaxi).