Desenbahia aprova R$ 5 mi para financiar agronegócio

13/04/2010







Produtores continuarão a contar com linha de financiamento para aquisição de máquinas e equipamentos


A Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia) aprovou, no primeiro trimestre deste ano, R$ 5 milhões em financiamentos para o agronegócio. O resultado representa um crescimento de 52,4% em comparação ao mesmo período de 2009, quando foram aprovados R$ 3,3 milhões.




Em consequência, a Desenbahia prorrogou a linha de crédito do Plano de Sustentação do Investimento (BNDES PSI-BK) voltada para a aquisição de máquinas e modernização de tecnologia agrícola, com juros reduzidos de 4,5% ao ano.


Segundo o presidente da Desenbahia, Luiz Alberto Petitinga, neste primeiro trimestre, grande parte do apoio foi para os produtores do setor de grãos e algodão da região oeste da Bahia, para a pecuária, e também para a expansão do cultivo de legumes (olericultura), conforme estratégia do governo estadual.


Se, em 2009, o setor de grãos e algodão se beneficiou com 91% do total de financiamento aprovado, neste primeiro trimestre, a olericultura já participa com 42%, basicamente com financiamentos para o cultivo de batata na Chapada Diamantina.


Crédito – Os empresários baianos continuarão a contar com linha de financiamento para aquisição de máquinas e equipamentos, ônibus e caminhões com taxa de até 4,5% ao ano.




Por decisão do BNDES, a Desenbahia prorroga a disponibilização de crédito por meio do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) até o mês de dezembro de 2010.


O PSI foi criado pelo BNDES, em junho de 2009, para combater os efeitos da crise financeira internacional, estimulando a antecipação de investimentos por parte das empresas. A Desenbahia aprovou R$ 17,8 milhões por intermédio do programa, que se encerraria no final de 2009.


As linhas como Finame e Finame Agrícola tiveram seus encargos reduzidos de 10,25% para 4,5% ao ano. No caso de ônibus e caminhões, a taxa é de 7% ao ano.A linha BNDES PSI-BK tem contribuído para que nossos empresários apostem em seus negócios e invistam mais em máquinas e na modernização da tecnologia, explicou Petitinga.





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