10/09/2010
Armando Avena Escritor, economista e membro da Academia de Letras da Bahia armandoavena@uol.com.br
Uma pequena revolução está ocorrendo em algumas cidades médias do interior da Bahia. O crescimento da economia e a ascensão das classes C e D estão transformando essas cidades em verdadeiros polos de desenvolvimento. Recentemente, por exemplo, a revista Veja destacou Vitória da Conquista e Lauro de Freitas como polos comerciais que apresentam crescimento bem acima da média brasileira na área de serviços e comércio. Entre as 30 cidades médias que mais crescem no País, Lauro de Freitas aparece em segundo lugar com uma média anual de evolução do PIB de 11,9, entre 2002 e 2007, sendo superada apenas por Itapecerica da Serra em São Paulo.
Vitória da Conquista ocupa a sétima posição com uma média anual de crescimento do PIB de 8,6%. Conquista, a terceira maior cidade da Bahia, tem 2.500 lojas comerciais e atende dois milhões de pessoas de uma região que envolve 75 municípios, sendo que seus serviços de saúde são destaque regional. No âmbito do comércio e dos serviços, outrascidades médias merecem referência como Feira de Santana, cujo PIB do município é o 4º maior da Bahia, Santo Antônio de Jesus, Jequié, Teixeira de Freitas, Eunápolis, Itabuna e outras.
Outro destaque é Porto Seguro, a cidade turística que mais cresce no País com uma média anual de evolução do PIB de 6,4%, entre 2002 e 2007. Porto Seguro tem a terceira maior rede hoteleira do País, só inferior a Rio e São Paulo, com 46 mil vagas que abrigam mais de um milhão de turistas por ano, sendo que no verão seu aeroporto se coloca entre os seis maiores em número de embarques e desembarques.
Mas outras cidades merecem destaques, a exemplo das sedes dos cinco maiores municípios do agronegócio baiano, São Desidério, Barreiras, Juazeiro, Luís Eduardo Magalhães e Formosa do Rio Preto.
O crescimento econômico na Bahia, ainda está concentrado na Região Metropolitana de Salvador, mas já começa a se verificar uma tendência à desconcentração dos negócios e as empresas precisam estar atentas, pois, às vezes, as oportunidades de crescimento são muito maiores em cidades que estão desabrochando do que em mercados já saturados.
Uma pequena revolução está ocorrendo em algumas cidades médias do interior da Bahia. O crescimento da economia e a ascensão das classes C e D estão transformando essas cidades em verdadeiros polos de desenvolvimento. Recentemente, por exemplo, a revista Veja destacou Vitória da Conquista e Lauro de Freitas como polos comerciais que apresentam crescimento bem acima da média brasileira na área de serviços e comércio. Entre as 30 cidades médias que mais crescem no País, Lauro de Freitas aparece em segundo lugar com uma média anual de evolução do PIB de 11,9, entre 2002 e 2007, sendo superada apenas por Itapecerica da Serra em São Paulo.
Vitória da Conquista ocupa a sétima posição com uma média anual de crescimento do PIB de 8,6%. Conquista, a terceira maior cidade da Bahia, tem 2.500 lojas comerciais e atende dois milhões de pessoas de uma região que envolve 75 municípios, sendo que seus serviços de saúde são destaque regional. No âmbito do comércio e dos serviços, outrascidades médias merecem referência como Feira de Santana, cujo PIB do município é o 4º maior da Bahia, Santo Antônio de Jesus, Jequié, Teixeira de Freitas, Eunápolis, Itabuna e outras.
Outro destaque é Porto Seguro, a cidade turística que mais cresce no País com uma média anual de evolução do PIB de 6,4%, entre 2002 e 2007. Porto Seguro tem a terceira maior rede hoteleira do País, só inferior a Rio e São Paulo, com 46 mil vagas que abrigam mais de um milhão de turistas por ano, sendo que no verão seu aeroporto se coloca entre os seis maiores em número de embarques e desembarques.
Mas outras cidades merecem destaques, a exemplo das sedes dos cinco maiores municípios do agronegócio baiano, São Desidério, Barreiras, Juazeiro, Luís Eduardo Magalhães e Formosa do Rio Preto.
O crescimento econômico na Bahia, ainda está concentrado na Região Metropolitana de Salvador, mas já começa a se verificar uma tendência à desconcentração dos negócios e as empresas precisam estar atentas, pois, às vezes, as oportunidades de crescimento são muito maiores em cidades que estão desabrochando do que em mercados já saturados.