Quem passa pela Avenida Paralela já pode ver um prédio diferente, erguido em meio a uma grande área verde preservada. O TecnoCentro, primeiro edifício do Parque Tecnológico, está com as obras muito avançadas e tem previsão de ser entregue já no primeiro trimestre de 2011. O local servirá de âncora para a atração de empresas e centros de pesquisa que queiram trabalhar principalmente com biotecnologia, energias limpas e renováveis ou tecnologia da informação e comunicação.
Mesmo ainda sem estar fisicamente pronto, o Parque Tecnológico já atrai os olhares para a Bahia. Universidades estrangeiras, empresas que investem em inovação e centros de pesquisa se aproximam e buscam informações, estudando a possibilidade de trazer unidades para o estado. A atividade do parque também terá forte integração com aquilo que está fora dos seus muros, como importantes centros de formação profissional e de pesquisa que hoje têm trabalhos reconhecidos no estado e farão parte dessa realidade.
Investimentos perenes – "Um empreendimento como o Parque Tecnológico exigirá investimentos perenes para que se consolide e cresça cada vez mais. Um dos grandes desafios é justamente garantir o fluxo de recursos contínuos para alimentar o sistema de inovação, já que esta é uma atividade que implica em risco, por estarmos promovendo novos produtos, processos e serviços", afirmou o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Feliciano Monteiro.
De acordo com ele, "o poder público tem feito investimentos fortes neste momento de implantação, nas três esferas de poder. Somando os aportes do Ministério da Ciência e Tecnologia, Governo da Bahia, através da Secti, e da prefeitura de Salvador, que doou o terreno, são mais de R$ 90 milhões oriundos dos cofres públicos".