O 2º Congresso Internacional de Direito Minerário foi lançado oficialmente hoje (10.04), no Museu Geológico da Bahia, localizado no Corredor da Vitória.
A Bahia, que também sediou a primeira edição do evento em 2010, é considerada um polo promissor de mineração do país. Nesta nova edição que vai ocorrer entre os dias 2 e 4 de maio, no Pestana Bahia Hotel, o congresso pretende aumentar a interação e ampliar os debates entre governo, empresas e sociedade.
“A intenção é criar um ambiente jurídico favorável para atrair novos investimentos e estimular o desenvolvimento do setor em todo o estado”, disse o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia.
O evento é uma iniciativa do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) em parceria com o DNPM e a Escola da Advocacia-Geral da União (AGU), com apoio do Governo da Bahia.
Participaram da cerimônia de lançamento,James Correia, secretário da Indústria, Comércio e Mineração,Fernando José Coura, o presidente do Ibram, Sérgio Augusto Dâmaso, diretor-geral do DNPM e Juliana Sahione, diretora da Escola da AGU.
Potencial baiano - A produção mineral da Bahia dobrou em três anos, passando de R$ 850 milhões, em 2007, para RS 1,7 bilhão em 2010. Dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) revelam que somente em 2010 o setor minerário gerou mais de 9,3 mil empregos diretos. Considerando que a cada vaga criada pela mineração, outras 13 são geradas na cadeia produtiva, o setor empregou cerca de 122 mil pessoas no referido ano.
Estes números tendem a ser ainda maiores, uma vez que no período 2011 a 2015 serão investidos, segundo o Ibram, US$ 6,7 bilhões em projetos minerais na Bahia. Estima-se que esses recursos possam impulsionar a criação de 5 mil novos postos de trabalho.
As inscrições para o 2º Congresso Internacional de Direito Minerário podem ser feitas pelo site www.direitominerario.org.br.