Estado transfere sede do governo para a cidade de Cachoeira

25/06/2012


O hasteamento das bandeiras do Brasil, da Bahia e de Cachoeira às 8h30 desta segunda-feira (25) marcou o início da solenidade de transferência da sede do Governo da Bahia para o município de Cachoeira, cidade a 111 quilômetros de Salvador, no Recôncavo baiano. O chefe de gabinete do governador, Edmon Lucas, hasteou a bandeira do Brasil representando o governador Jaques Wagner. O prefeito de Cachoeira, Fernando Antônio, hasteou a bandeira da Bahia e o presidente da Câmara de Vereadores, Weldon Chave, a bandeira do município.


A mudança de sede do governo estadual está prevista na Lei 10.695/07, aprovada pela Assembleia Legislativa da Bahia e sancionada pelo governador Jaques Wagner, que estabelece que em 25 de junho a sede do governo seja transferida para Cachoeira, tendo em vista que neste dia, no ano de 1822, os moradores de Cachoeira iniciaram as lutas pela Independência da Bahia, culminando com a batalha final, em 2 de Julho de 1823, data magna do estado.


Após o hasteamento das bandeiras, será celebrado o Te Deum, no Centro de Convenções do Convento do Carmo, e, no mesmo local, às 10h30, o governador Jaques Wagner atende a imprensa, seguida por uma solenidade com apresentação de Camerata da Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba).


Está prevista, às 12h, a entrega da Casa 25, na Rua Ana Nery, totalmente reformada, pertencente à Santa Casa de Misericórdia, onde funcionará a reitoria da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB). Às 14h, haverá sessão solene na Câmara e, encerrando os festejos, às 15h, um desfile cívico pelas ruas da cidade.


Este é o quinto ano consecutivo que o governador Jaques Wagner despacha na cidade, onde vários serviços públicos estaduais estão disponíveis para a população, a exemplo do SAC Móvel, Biblioteca Móvel e apresentação da Osba.


Ainda durante o evento em Cachoeira, o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), anuncia a restauração de uma casa em estilo barroco-colonial tombada pelo Ministério da Cultura como patrimônio nacional desde 1943 e de um secular cine-teatro, além do início de pesquisas para proteção de 11 terreiros de Candomblé.


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