MPMEs participam de seminário sobre mercado chinês

19/04/2013

Com o objetivo de oferecer informações e orientações para as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) baianas sobre a internacionalização da economia mundial, com uma visão de comércio integrado, o Centro Internacional de Negócios (CIN) da FIEB realizou, nesta quarta-feira (17), um circuito de seminários “Negócios Internacionais: Desafios e Oportunidades para o Aumento da Competitividade Empresarial” em Salvador e Feira de Santana. Nesta quinta-feira, a apresentação aconteceu em Barreiras.


O evento, que teve como foco o mercado chinês, faz parte do Programa de Competitividade para Internacionalização de Micro, Pequenas e Médias Empresas da Bahia, que tem como parceiros o Sebrae e a Apex-Brasil, entre outras instituições. “Conhecer melhor as oportunidades de negócio com a China e a sua forma de fazer comércio foi uma das demandas apontadas pelo trabalho do programa com 110 empresas baianas em 2012”, explica a coordenadora do CIN, Daniella Cunha.


Para falar sobre as características do gigante asiático, o seminário teve como convidado o consultor Vladmir Pomar, que trabalha com a China há 16 anos. O especialista enfatizou que é preciso conhecer um pouco da história e da política para adentrar o mercado chinês e não pensar no país como um todo, mas focar em uma ou duas províncias, que já representam milhares de consumidores. “Por ser um país com carência em recursos hídricos e fontes de energia, há uma gama de oportunidades para empresas brasileiras, além dos produtos que eles precisam importar”, assegurou.


Programa - Composto por diversas etapas e ações, é desenvolvido a partir de diagnóstico da capacidade exportadora, seguido de Plano de Ação individual com ações de consultoria, capacitação empresarial, inteligência e promoção comercial, em parceria com o Sistema FIEB e diversas entidades nacionais e internacionais. A iniciativa, segundo o diretor técnico do Sebrae Bahia, Lauro Ramos, almeja, essencialmente, a qualificação e a inovação para os negócios. “O que se busca com esses parceiros do Programa é assistir necessidades dos empresários, de forma que mais entidades conheçam as oportunidades que o tema internacionalização oferece às micro e pequenas empresas”.

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